Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

Nunca pare de aprender, sempre há algo a melhorar

Nas mais diversas áreas encontramos profissionais que por já estarem há algum tempo exercendo as mesmas tarefas todos os dias ou vendendo os mesmos produtos, julgam que não há mais nada a aprender, principalmente quando trabalham em empresas ou com marcas já consolidadas.

 

As pessoas tendem a se acomodar e passam a atender ou executar suas tarefas sempre no mesmo ritmo, sem entusiasmo, chegam a ter um repertório padrão e tentam argumentar com todos os clientes da mesma maneira.

 

O interesse único é a remuneração, por que acreditam que tudo já está sabido. Se esquecem que as pessoas são diferentes, possuem variadas necessidades e muitas vezes determinado produto está sendo adquirido ou usado pelo o cliente pela primeira vez, logo ele precisa ser bem orientado.

 

Vivemos um problema cultural, pois a maior parte dos profissionais encaram o trabalho apenas como uma forma e sustento, alguns até status, mas poucos enxergam o seu ofício como uma oportunidade de bem servir.

 

Quando se tem consciência da utilidade do lugar que ocupa é muito mais prazeroso sair para trabalhar, se atende com mais alegria e dominar o que comercializa passa a ser indispensável.

 

O mundo está em constante movimento, a tecnologia está inserida em todos os âmbitos da nossa vida, num cenário de transformações diárias não há como se acomodar. Um bom profissional sempre terá que buscar novas fontes de informações sobre o que faz, a qualificação e a boa vontade terão que andar de mãos dadas o tempo todo.

 

Novos produtos ou reinvenções dos já existentes são uma realidade cada dia mais presente, por isso não busque saber apenas o básico, não trate seu artigo ou sua profissão de forma substancial, não perca a oportunidade de ser bom no que faz. Quem sabe pouco não explora todo o potencial de sua inteligência e limita o cliente de conhecer também.

 

 “Quanto mais suor derramado em treinamento menos sangue será derramado em batalha”.

Dale Carnegie

 

Se você se esforçar em conhecer bem seus produtos e o serviço que presta, quando precisar aplicar, esses aprendizados sairão naturalmente, você demonstra que detém o conhecimento sem precisar usar de outras habilidades de convencimento.

 

Está certo que hoje qualquer informação pode ser perguntada para a internet, mas a credibilidade de um profissional que está disponível para o cliente será sempre maior. E é tão bom sair de um estabelecimento com a certeza de que se fez um bom negócio e infinitamente gratificante para quem executou, terminar o dia de trabalho com a certeza de que fez bem feito.

 

Em qualquer esfera de relacionamento o elo mais forte da corrente, é o da confiança, mas nas relações comerciais esse também é o mais importante, pois se ele se romper, com o tanto de concorrentes que se tem, dificilmente haverá uma segunda chance. Por isso toda oportunidade é única, quem sabe integralmente o que indica ou faz e usa bem desse artifício certamente terá uma boa e consistente carteira de clientes.

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Sou Flavia Machado Okuyama, trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Aumente suas vendas com o Marketing de Relacionamento com o Cliente

“Tocar o espírito humano implica em fazer a diferença na vida das pessoas. Lembre-se de que a sua missão está em primeiro lugar, o retorno financeiro vem como resultado”.

 

Essas palavras eu encontrei no livro: Marketing 3.0. As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Onde um dos autores é Philip Kotler.

 

A vários artigos venho falando que os consumidores estão mudando e por isso a forma de abordagem também precisa se transformar. Você quando está na condição de cliente não acha desagradável quando um vendedor te trata como se você fosse a última carne no açougue? Pois é…

 

O novo consumidor não se detém mais apenas no produto e no quanto ele custa. O novo consumidor busca a solução para o seu problema, desde da compra até o suporte que ele receberá caso necessário. 

 

Por isso, com a correria e a loucura do mundo lá fora, as prioridades estão mudando, novo o consumidor deixa o seu dinheiro com quem lhe oferece segurança e nas atuais relações comerciais a transparência é fundamental.

 

As empresas que estiverem preparadas com o foco no cliente, atentas a captar suas principais necessidades e a oferecerem algo diferente resistirão aos novos tempos. O foco nas vendas acabou.

 

Desse momento em diante quem dita as regras é o marketing de relacionamento com o cliente, que trabalha o tempo todo com os elementos fundamentais para uma relação genuína: a paixão pelo que se faz e o respeito aos clientes.

 

Nesse cenário que vem se desenhando entra o profissional de Marketing de Relacionamento com o Cliente, que tem por finalidade ajudar as empresas a organizar suas informações e somente a partir disso desenvolver ações totalmente voltadas ao interesse de seus consumidores.

 

Através da observação dos clientes é possível mapear perfis comportamentais e de compras, analisando por exemplo:

– Periodicidade com que ele costuma comprar;

– Traçar indicadores de renda e volume de consumo;

– Qual seu tempo de vida útil com relação aos produtos oferecidos;

– Suas preferências e particularidades;

– Estudar sobre o quanto as redes sociais lhes influenciam e, por meio delas, colher informações que podem ser úteis na hora de uma abordagem personalizada.

 

Um cliente que entra no estabelecimento já revela muitas coisas, saber interpretar esses sinais e essa comunicação é de grande importância para uma empresa que se preocupa em realmente ser diferente e oferecer o melhor.

 

Além do mais, ao compreender o consumidor também é possível designar as pessoas certas para atende-lo ou ainda implementar programas de fidelidade que ofereçam valor a ele, e que são satisfatórios também para a empresa.

 

O estreitamento do relacionamento com o cliente dá trabalho e despende tempo, mas uma vez implementada a cultura de cuidado com o cliente e a aplicação desses conhecimentos como forma de estratégia, passa a ser mais fácil fazer a gestão de clientes.

 

Todos esses motivos nos mostram que priorizar ações voltadas ao relacionamento com o consumidor é um meio de obter melhores resultados financeiros.

 

Muitas empresas adquirem softwares de CRM mas não se preocupam em contratar alguém com conhecimentos específicos em Gestão de Relacionamento com o Cliente, logo todo o potencial da ferramenta não é aproveitado e o que era para ser um investimento, torna-se uma despesa.

 

A aquisição desses instrumentos nem sempre é necessária, com organização é possível fazer a coleta e medição dos dados e aplicar um bom CRM em pequenas empresas também. Quando se conhece o cliente e se observa o comportamento dele a conquista se dá de maneira natural.

 

Bater metas é imprescindível para a boa saúde das empresas, mas para crescer de forma sustentável agora é preciso ter um olhar diferente. É preciso ser bom para a organização, mas principalmente é necessário ser relevante e satisfatório para o consumidor.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

A valorização da equipe e como isso reflete no cliente

No artigo A complexidade de um bom atendimento, falamos que apenas vitrines e estruturas físicas bonitas não seguram clientes, claro que a aparência é importante, mas um relacionamento comercial precisa ser de verdade, precisa oferecer garantias e tranquilidade.

 

Bem mais do que maquinário hoje em dia, uma empresa que almeja bons negócios deve estar com olhos e ouvidos muito atentos para o seu capital humano, por isso o termo “cultura organizacional voltada para o cliente” está tão em alta.

 

O que isso quer dizer? Uma cultura organizacional voltada para o cliente, em poucas palavras significa, que o espírito de atendimento deve ser algo natural para todos que trabalham na empresa, desde da portaria, vendas, financeiro até a diretoria. Ou melhor, essa seta deve apontar de cima para baixo.

 

Para o novo consumidor o verbo atender vai muito além do que simplesmente tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o ponto de vista do cliente e quanto mais diferenciada a prestação de serviço mais o negócio se destacará.

 

Lidar com a parte humana é sempre o maior desafio devido a imprevisibilidade dos comportamentos. Mas quando se proporciona um ambiente de diálogo, valorização, preocupação com o funcionário, ou seja, quando se olha para ele como uma pessoa que assim como você é movido a sentimentos, e que tem uma vida paralela ao horário de trabalho, fica mais fácil administrar as situações.

 

No texto O que te move? expliquei que reconhecimento e recompensas são conceitos distintos, o reconhecimento trata da valorização, enquanto a recompensa trata do quanto se investe num funcionário. E os dois modelos de incentivo são necessários, por exemplo:

 

Reconheço quando:

# Favoreço e estimulo a troca de ideias

# Implemento uma solução encontrada por um ou mais funcionários

# Encorajo a auto liderança

# Impulsiono o crescimento e novas oportunidades dentro da empresa

# Acompanho o trabalho desempenhado e não a pessoa em questão

# Compartilho e celebro as conquistas da empresa, afinal cada um deu sua contribuição

# Entendo que se trata de uma pessoa dedicada e empenhada em suas funções, por isso um atraso justificado, uma consulta médica ou exame no horário de expediente, uma saída mais cedo justificada, fazem parte e que não são tão prejudiciais assim.

# Incentivo cursos de aperfeiçoamento e estudos

 

Recompenso com benefícios:

# Incentivo de vendas

# Salário compatível

# Favoreço a saúde: convênio médico, odontológico, campanhas de vacinação

# Oportunizo cursos de aperfeiçoamento e estudos

# Promovo treinamentos sobre qualidade, produtos e serviços oferecidos pela empresa

# Desenvolvo um focus group de clima organizacional

# Fomento a qualidade de vida: vale massagem, convênio com academia, sair mais cedo no dia do aniversário, programas que incentivem os colegas a se ajudarem a perder peso, lagar o tabaco, se alimentarem melhor, programas de incentivo a cultura e o lazer, convênios com editoras ou livrarias.

 

Enfim, aqui foram citados alguns exemplos do que se pode fazer, nem sempre existe o orçamento para tanto, mas o mais importante é a boa vontade e a preocupação com as pessoas. Com criatividade é possível dizer que elas são parte do processo, logo são importantes.

 

Toda ação que beneficia o funcionário se reflete no seu trabalho e na empresa, lembre-se: um funcionário saudável e satisfeito falta menos e tem mais disposição. As pessoas de uma maneira geral buscam acolhimento e aquelas que o recebem, como gratidão se doam na mesma intensidade.

 

Quem cuida da sua equipe, cuida do seu cliente.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Clientes: Atrair x Fidelizar

Investir em marketing para atrair mais clientes é sempre fundamental, principalmente para empresas que estão começando, mas você já deve ter ouvido a célebre frase do Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”.

 

A atração normalmente requer investimentos mais altos e uma estratégia bem menos direcionada, você pode até prever quem é o público que vai ser atingido tendo em vista as características do seu produto ou serviço, mas mesmo assim, até descobrir onde estão esses consumidores terá que empregar dinheiro e tempo para que eles saibam que você existe e ainda ser reconhecido como diferente para que experimentem o que você tem a oferecer.

 

A atração sempre será imprescindível para uma empresa, pois assim como a vida tem seu ciclo: nascer, crescer, multiplicar e morrer, os consumidores também têm. A diferença é que talvez muitos desses consumidores nem cheguem na segunda fase, em certos estabelecimentos.

 

Nunca se despreza nenhum tipo de cliente, nem por sua aparência, nem pelo seu budget, nem porque ele é novo. Quando você atrai primeiro é preciso mensurar o quanto lhe custou trazer esse cliente, e, segundo, atrair um cliente é a única oportunidade que você tem de mostrar o quanto é bom no que faz, quais os valores que sua empresa sustenta e a missão que representa estar ali.

 

Por essa razão, só atrair não é suficiente. A fidelização de clientes sempre será a chave para vender mais e melhor, o contato inicial com um consumidor é a semente para iniciar uma campanha de fidelização.

 

Você já viveu a experiência de ter recebido uma cortesia ou um desconto promocional para experimentar um serviço ou produto, e este não ter sido satisfatório porque foi realizado de malgrado, com aquele rótulo: “cliente de promoção”?

 

Pois é, nesses casos, o tiro sai pela culatra. Talvez o funcionário que atende ou o próprio dono não calcula o quanto lhe custa a cortesia ou o desconto, mas tenha certeza de que “grátis” não é. E o pior, perde a chance desse consumidor voltar e pagar integralmente pelo serviço, ou até mesmo indicar para mais pessoas.

 

Atender bem vai muito além do que tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o que atraiu aquele cliente até a sua empresa, que expectativa você criou que fez com que ele mudasse seus hábitos e trocasse de fornecedor.

 

Estimule o diálogo.

Estude e pesquise os dados desse consumidor.

Agrupe os clientes pela semelhança.

Ofereça soluções adequadas às necessidades deles.

Quando você organiza e entende as informações do seu cadastro de clientes encontra novas formas de obter retorno financeiro.

 

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Social CRM

O impacto de uma reclamação nas redes sociais

No artigo passado, A importância da gestão responsável das redes sociais, falamos sobre a posição que essas importantes ferramentas de relacionamento com o cliente ocupam hoje no mundo dos negócios.

 

Nós enquanto consumidores, mudamos muito nossa forma de nos relacionar com as empresas desde a chegada das redes sociais, o mundo on-line agora é um ambiente em que se pode destruir ou alavancar a reputação de uma organização em minutos.

 

Somos uma geração de consumidores com consciência expandida, logo nosso nível de exigência está maior, estamos mais sensíveis as mensagens publicitárias e por isso elas nos impactam de maneira mais intensa.

 

Envolvidos por um mar de informações todos os dias, isso influência diretamente na nossa capacidade de tomar decisões e de experimentar coisas novas.

 

Antes um cliente insatisfeito reclamava e isso ficava entre ele e a empresa (telefone, e-mail ou Procon), obviamente que a boca a boca já fazia seu efeito, mas isso se espalhava mais timidamente, entre um circulo de parentes e amigos.

 

Hoje, as insatisfações correm o mundo de maneira desenfreada, e uma reclamação feita na rede social tem o poder de dizimar  a boa reputação de uma empresa, que levou anos para ser construída.

 

Principais erros na hora de gerenciar uma crise:

  • Excluir a postagem
  • Tentar minimizar o problema
  • Mentir
  • Colocar a culpa em um funcionário
  • Dar uma versão sem provas ou desconhecer as informações
  • Fazer um primeiro contato prometendo solução e nunca mais retornar
  • Demorar para responder uma reclamação
  • Falar de maneira inadequada
  • Defender a empresa

 

Quando há uma reclamação na sua fanpage ou em algum outro canal da internet, não tente mascarar, a única saída é encarar o problema e trata-lo de forma íntegra e honesta. Para a internet não há mais esconderijos, tudo que for postado é público.

 

E você já ouviu falar no efeito manada?

 

Popularmente podemos traduzi-lo com o termo “Maria vai com as outras”. As pessoas buscam endossar suas decisões, baseadas nas opiniões de outras pessoas. Por exemplo, um cliente vai lá e coloca a opinião dele sobre seu serviço, aquele outro cliente que até então tinha se calado, pode se influenciar e ir para a rede contar sua experiência também, e assim muitos outros irem fazer a mesma coisa, sem que tivessem combinado ou se organizado para isso.

 

Agora se coloque como um consumidor, qual sua reação ou pensamento quando lê muitos comentários ruins a respeito de uma empresa?

 

Vivemos um momento de relações superficiais, a gama de informações é enorme, mas ninguém mais tem tempo de se aprofundar nos assuntos, então muitas vezes nos deixamos impactar apenas pelo título de um artigo ou apenas pela primeira opinião de uma pessoa, e levamos essas “verdades” como absolutas.

 

Sua empresa pode ter feito tudo certo a vida inteira, no primeiro deslize alguém vai lá e detona a bomba, terão outros tantos para atear fogo e poucos ou talvez ninguém irá investigar se foi um fato isolado ou generalizado.

 

Então como separar o joio do trigo? A resposta é simples, porém difícil:

Faça tudo certo sempre!

 

Destaque-se pela honestidade e respeite sempre o seu cliente. Falei sobre isso no artigo: Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

 

Comece sempre fazendo o básico, que é priorizar os questionamentos de seu consumidor e resolve-los satisfatoriamente. Problemas são passíveis de acontecer e irão ocorrer, mas a maneira como sua empresa lida com eles é que irá determinar sua reputação.

 

Dar a devida importância às redes sociais não é apenas um modismo, elas vieram para ficar e a gestão qualificada se tornou uma necessidade mundial, independentemente do tamanho da empresa ou da quantidade de clientes.

 

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O que encanta o cliente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

A complexidade de um bom atendimento

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

O quinto P: PARTICIPAÇÃO

O marketing nas redes sociais

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

E o seu atendimento como está? Dá para melhorar?

Tenho falado em muitos artigos sobre o fator atendimento e do quanto os novos clientes valorizam um atendimento diferenciado, que toca o coração do consumidor. No cotidiano estamos acostumados nos aborrecer e a comentar os maus atendimentos, mas essa semana estive em alguns estabelecimentos que me chamaram atenção, que aquele atendimento profissional demais também não é o legal.

 

Um atendimento que não parece ser feito por uma pessoa e sim por um robô, não tem sorriso, não abre espaço para interação, também deixa a desejar. No artigo O que encanta o cliente falo que muito mais do que uniforme e uma maquiagem, o cliente busca ser aceito.

 

O profissionalismo é essencial, até porque o cliente não está em busca de um amigo para fazer churrasco no final de semana, ele está em busca de uma solução, mas dá para ser profissional e humano. Olhar para o cliente e procurar entende-lo, muito mais do que despachá-lo é o que rege as relações humanas, se você se comporta como um humanoide logo poderá ser substituído por desses.

 

Aliás, há uma diferença entre atender e se relacionar. O atendimento envolve cortesia, suprir necessidades e fazer uma interação curta e focada. O relacionamento vai mais fundo, ele aproxima empresa e consumidor, busca a compreensão dessas necessidades e se estende para o estar disponível ao consumidor.

 

Receber um cliente é como receber uma visita desejada na sua casa. Seja acima de tudo acolhedor, use o sorriso, o olho no olho se coloque verdadeiramente a sua disposição, com informações adequadas e a realização de todos os esforços necessários para ajuda-lo, sempre respeitando seu espaço.

 

O que todos nós esperamos de um atendimento? Respeito, atenção, interesse, eficiência, gentileza e encantamento. Todos queremos ser tratados de maneira profissional, mas o encantamento será o diferencial, sentir que é de verdade e não porque a empresa dita como regra. Leia também Relacionamento ou produto, o que você compra?

 

O cliente sente e percebe muito mais do que imaginamos, mesmo num curto espaço de tempo, por isso o espírito de atendimento ao cliente deve estar inserido em toda a organização. Todos os pontos de contato são importantes e devem ter a excelência em bem atender como um valor essencial e não apenas básico.

 

Cultive seu cliente, cuide dele como uma plantinha, coloque dedicação, carinho e verá o desenvolvimento de uma relação profissional, mas onde se tem confiança. Simplifique a vida do seu consumidor, ninguém mais tem tempo a perder, tão bom saber com quem contar.

 

Faça uma reflexão sobre como está cuidando dos seus clientes. Está oferecendo o que ele precisa ou o que ele merece? Você estava entre as tantas opções para ele comprar, foi escolhido, então faça essa escolha valer a pena, mostre à ele que na próxima vez vale ser a primeira ou porque não a única opção.

 

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A complexidade de um bom atendimento

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

O que te move?

Normalmente quando iniciamos no mercado de trabalho chegamos cheios de sonhos, garra e vontade de ajudar as pessoas e crescer profissionalmente, com o passar dos anos e a medida que esses objetivos vão sendo alcançados, ou não essa excitação vai diminuindo a ponto de fazermos porque trabalhar é necessário para se sustentar. Vivemos um momento não só de crise financeira, mas uma crise existencial por parte de muitos profissionais, cada vez mais a sociedade produtiva vem se dando conta que ganhar um bom salário, ser promovido de cargo, não são mais suficientes para realização profissional. Queremos mais!

 

A satisfação exacerbada nos bens de consumo que moveu o mundo do trabalho nos últimos cinquenta anos, está sendo substituída por reconhecimento e valorização. Essa geração que está aí produzindo freneticamente não se pergunta mais “porque”, mas sim “para que”, qual o propósito de tudo isso?

 

As empresas, na hora de contratar não buscam mais por mão de obra, querem talentos, querem reforçar seu time com conhecimento e sonhos. Mas em muitos casos, são incapazes de lidar com toda a expectativa do profissional, atarraxam a capacidade dessas pessoas com a pressão do dia a dia e com processos de gerenciamento defasados, que não fazem mais parte da linguagem dos clientes internos, nem tão pouco dos clientes externos. Pagam muitas vezes pela raridade de um profissional e cobram o retorno do investimento em salário, mas não abrem espaço para a inovação, que em muitos casos vem de soluções simples que não requerem de mais disposição financeira, e sim adaptações e boa vontade em ouvir novas ideias.

 

Quando se fala em reconhecimento e recompensas é bom ter em mente que se apesar da similaridade são de conceitos distintos. O reconhecimento trata da gratidão, da valorização, é a percepção do quanto essa pessoa está engajada com a empresa e, do quanto ela contribui para crescimento dela própria enquanto profissional e também de todas as habilidades que ela agrega ou poderia agregar a equipe. Já as recompensas tratam-se de premiações, gratificações e o quanto vai se tirar do caixa para dizer a esse profissional que ele gera lucros. E o que as pessoas buscam nos dias atuais, não tem preço, tem valor, a balança agora pende para o lado do reconhecimento, o que não significa dizer que a remuneração deixou de ser um fator de estímulo ao funcionário, mas só isso não é suficiente, as pessoas querem que seus sonhos sejam cuidados e respeitados.

 

As previsões dizem que logo teremos menos postos de trabalho em função do desenvolvimento cada vez mais avançado da inteligência artificial, porém aqueles postos que estiverem ocupados por pessoas precisarão ser vistos com mais sensibilidade e zelo, porque inovação só vem de seres humanos e os consumidores exigem cada vez mais entendimento, empatia e reciprocidade ou seja, sentimentos, algo que só pessoas podem exprimir, deixaremos a praticidade e a frieza das transações para os robôs. Num mundo do “descartável” o papel dos profissionais em atuação será de fazer a diferença pessoal na vida dos clientes e isso só se consegue quando os empregados vivenciam os valores da empresa, quando eles acreditam primeiro que o que se faz é importante de fato para as outras pessoas, do contrário será só uma história contada. Para ser legítimo os consumidores iniciais precisam ser os colaboradores.

 

Cuidar das pessoas é como cuidar da saúde da empresa, mais entusiasmo é sinônimo de menos faltas, menos rotatividade. As pessoas precisam ser estimuladas a exercitar seus talentos, trocar ideias, ser desafiadas, tem muita gente boa desmotivada só esperando uma oportunidade. Ao invés de buscar fora, porque não testar com quem está dentro da organização? O funcionário já conhece a cultura da empresa e despende de menos tempo para adaptação.

 

Mas a velha máxima, quem não é visto, não é lembrado, ainda permanece, então não vale se acomodar. Aqueles que buscam por esse reconhecimento devem estar atentos as oportunidades diárias, não há nada de errado em assumir responsabilidades e planejar uma carreira, com tanto que não prejudique nenhum colega ou vire o puxa saco de plantão, se prontificar para tarefas extras que possa cumprir ou ainda que desafiem uma habilidade que você tem e pode ser aprimorada, não tem nada desonesto, pelo contrário ajuda a demonstrar interesse. Entregar um pouco mais do que se pede, quando pertinente, também é um exercício para o bom desempenho e nessas pequenas mudanças de padrões comportamentais se percebe muitos talentos sufocados pela rotina.

 

Não coloque a culpa por frustações na empresa apenas, a carreira é pessoal e nunca da empresa, ela apenas aluga os serviços. Uma empresa só tem a capacidade de absorver a energia quando lhe é permitido, repense sobre a posição que ocupa, se sente desafiada, valorizada, se ainda haverá espaço para crescer, talvez não em cargo, mas como profissional. Antes de desistir da empresa analise se o que lhe impede de crescer e ser melhor, é o lugar onde ocupa ou a forma como se relaciona com sua profissão?

 

Não deixe que nenhum ambiente ou alguém ofusque o brilho daquilo que você realiza, faça um trabalho espetacular sempre, por que você merece, seu cliente merece. Ame trabalhar, como um artista no palco, porque essa é a sua obra. O comodismo acontece quando é permitido que ele se estabeleça, do contrário sempre haverá novas oportunidades de valorização e reconhecimento.

 

 

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Sou Flavia Machado Okuyama e trabalho com Marketing de Relacionamento porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Consultora e Palestrante, a Class Marketing nasceu da vontade de empreender e ajudar marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas. 

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O que talvez você não saiba sobre como causar uma boa impressão

Normalmente não temos consciência do poder que nossas ações exercem, mas as pessoas que não nos conhecem podem captar muitas informações nossas através do jeito como nos movemos, falamos e como lidamos com os outros.

 

Deixar uma boa impressão significa fazer as pessoas terem sentimentos positivos sobre a outra parte. O que vem em primeiro lugar é vital quando falamos de uma apresentação e primeira informação recebida a respeito de alguém.

 

A linguagem corporal por vezes nos confunde e nos deixa até desconsertados, principalmente em situações de negócios ou apresentação para alguém desconhecido, muitas vezes nos vemos naquele momento do que é desejável fazer para se cumprimentar.

 

Quem já não passou pela incerteza de quantos beijos dar, um, dois, três?

Ou já não teve aquela dúvida entre apertar a mão ou abraçar?

 

Apesar da etiqueta social se diversificar devido a fatores culturais, em nossa educação aprendemos que a linguagem corporal tem o que é adequado e inadequado fazer.

 

O aperto de mãos, para o mundo ocidental é sem dúvida o cumprimento mais praticado, mas apesar disso ainda é mal feito e muitas vezes não atende as expectativas.

 

Então como usar o aperto de mãos corretamente?

 

– O aperto de mãos sempre vem acompanhado de um olhar e um sorriso.

– Dura de 2 até 4 segundos.

– Deve ser firme, mas sem machucar.

– Ele é feito depois que a pessoa se apresenta.

– Usa-se sempre a mão direita.

– As mãos devem estar secas e desocupadas.

– E nunca se recusa um aperto de mãos.

 

Para os casos em que há muitas pessoas para cumprimentar ao mesmo tempo, ou ainda se as pessoas estão ao redor de uma mesa, faça uso do aceno.

 

Nós, latinos, temos a fama de sermos muito cordiais e simpáticos, o que se reflete na nossa etiqueta de apresentação, mas, apesar disso, no caso dos beijos e abraços, tenha cautela.

 

Embora essas manifestações abram espaço para um clima mais amável e propício para as conversas e amizades, há situações em que podem ser considerados “invasão” do espaço íntimo, por isso deixe para usá-los quando já existir alguma informalidade com a outra pessoa.

 

Mas há casos, em que a outra parte indica querer ser abraçada ou beijada, então retribua com um abraço breve e leve. A quantidade de beijos varia conforme as regiões do Brasil, mas o bom nunca é exagerar, dê um com o lado direito do rosto.

 

No caso de a pessoa vir com o segundo ou terceiro beijo, para não ficar aquele instante de desencontros face a face, uma dica é dar um beijo no rosto seguido de um abraço, dessa forma você já envolve a pessoa em um abraço, sem abrir espaço para mais contato.

 

E quando estamos sentados como cumprimentamos?

Quem levanta para quem?

 

– O anfitrião levanta sempre, esteja onde estiver a dica é levantar e ir buscar o convidado ou cliente até a porta. E quando a visita deixa o local, faz-se o mesmo.

 

– Homens levantam-se sempre quando alguém chega para cumprimenta-los.

 

– Mulheres só levantam quando se trata de pessoas hierarquicamente superiores a elas ou idosos.

 

Há diversos tipos de saudações e cumprimentos, como disse acima, esse é um fator cultural, os orientais, como japoneses, chineses e coreanos, reverenciam inclinando levemente a cabeça e o tórax, com os braços ao longo do corpo. A saudação com as duas mãos postas em forma de oração, na altura do peito é usada na Índia e Tailândia.

 

Em outros países, como os árabes, é comum o beijo entre homens.

 

Qualquer que seja a maneira diferente de cumprimento, utilize o velho e bom aperto de mãos sempre, por isso é importante acertá-lo. Depois mesmo que o convidado faça de forma diferenciada, retribua.

 

Há regras para etiqueta social para as mais diversas situações, e sei que muitas pessoas já consideram as formalidades das boas maneiras como fora de moda ou ainda um costume elitista, no entanto, para aqueles que querem firmar uma boa imagem, principalmente na carreira, não podem ignorar a importância da comunicação adequada.

 

Você pode e deve praticar as normas sociais sem parecer fiteiro, introduza esses hábitos na sua vida diária, quando praticamos a cortesia genuína, as pessoas percebem e reagem de uma maneira positiva. À medida que adquirimos mais segurança, sentimo-nos cada vez mais à vontade para a cortesia tornar-se um elemento integrante do nosso caráter.

 

Tratar bem os outros, com cortesia e respeito, é fundamental para a conquista da confiança e credibilidade.

 

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Marketing Pessoal

Com que roupa eu vou?

Quando trabalhamos em um lugar que não exige uniforme, normalmente é aquele dilema no dia anterior:

Com que roupa eu vou amanhã?

Ou quando a empresa estimula o casual friday, o pensamento pode ser:

Amanhã eu vou arrasar!

 

Embora essa seja uma maior inquietação feminina, os homens também devem prestar atenção e ter cuidado. Não é porque a empresa não dita regras de como se vestir que devemos nos esquecer do bom senso e ir de qualquer jeito ou ainda ousar fora da medida.

 

Nossa aparência é tão importante, que normalmente nos preocupamos com ela no dia da entrevista, porque queremos causar boa impressão. Certo?

 

Então a pergunta é:

Porque se importar somente em causar uma primeira boa impressão?

E o resto dos outros dias, vale causar qualquer impressão?

 

As pessoas se esquecem que a comunicação não verbal, depois da entrevista, continua imprimindo impressões sobre nós. Somos julgados e avaliados o tempo todo, e cuidar da aparência diariamente também causa impacto no valor da nossa marca pessoal.

 

 

Você até pode estar pensando que estou falando sobre futilidades de mulherzinha, porque o que vale de verdade é como desempenha as funções, mas construímos relevância por meio das nossas redes de contatos, e dependendo da forma como você se veste pode acabar construindo uma marca negativa, ao invés de ser lembrado pela competência.

 

 

Nunca esqueço que trabalhei num escritório onde os funcionários mais antigos contam uma história de um rapaz que no dia da entrevista foi vestido formalmente, usando terno, cabelo alinhado e postura impecável, foi admitido e no primeiro dia de trabalho, seu verdadeiro estilo foi revelado, numa bermuda skatista, boné, tênis folgado, camiseta com camisa xadrez por cima e correntes. Resumo da história, todos ficaram chocados e a drástica mudança do rapaz passou uma ideia de que não era confiável, não pela roupa em si, mas porque ele se apresentou de uma maneira e chegou para trabalhar de outra totalmente diferente, claro que também conta muito a cultura da empresa, nesse caso, falei de empresa familiar de pequeno porte, que apesar de não ditar regras sobre vestimentas, não aceitou bem a drástica mudança no estilo, tanto que aquele dia nunca mais foi esquecido, por quem está lá até hoje. E se você perguntar se ele era bom no que fazia, a resposta é: ninguém comenta sobre isso.

 

O ensinamento tirado desse relato, é que quando falamos em redes de contatos, o valor como marca é determinado pelo grupo que está a sua volta e não há como controlar como e o que as pessoas percebem, mas você pode gerenciar os sinais que determinam essa percepção.

 

Antes de sair de casa pondere que embora sua empresa não se importe com formalidades, vale sempre observar algumas regrinhas que nunca cabem em nenhum ambiente de trabalho, como:

 

 1. Decote inapropriado: pense que é constrangedor para o colega de trabalho, o cliente, para todos com quem irá interagir pessoalmente, sejam homens ou mulheres. É sempre difícil aquele momento de estar frente a frente e não saber para onde direcionar o olhar.

 

2. Barriga, cofrinho e lombinho à mostra: teste seus movimentos de sentar e levantar braços, antes de sair de casa, e se mesmo assim quiser arriscar, componha seu look com alguma peça que tenha mais comprimento e que vai complementar o espaço que ficaria em exposição.

 

3. Peças que mostram a lingerie: todos usam peças íntimas, elas não precisam ser reveladas durante o expediente.

 

4. Calça transparente: preste atenção antes de sair de casa, analise se tudo está escondido.

 

5. Costas nuas: lembre-se, você não está indo para a balada, a ocasião é o seu trabalho, se for sexta-feira e depois do expediente você tem a intensão de dar aquela esticada, use um blazer (o tempo todo).

 

 6. Camiseta com furos: cuidado, muitas vezes achamos que um ou outro furinho é tão pequeno que não será notado. A má notícia é que sempre tem alguém que percebe e não pega bem. Causa a impressão de desleixo.

 

 7. Camiseta de time de futebol: demonstrar amor ao clube é ótimo, eu também gosto, principalmente se o time está em boa fase. Mas no trabalho não é apropriado. Deixe para usar esse acessório no estádio, no churrasco com os amigos, enfim, em momentos de lazer.

 

Cada um tem seu estilo, mas no trabalho mais importante que ser autêntico no modo de vestir, o que vale é passar credibilidade.

 

Obviamente que aparência não é tudo, já falamos sobre isso no artigo Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações. Mas sabemos que no mundo do marketing uma embalagem bacana também conta na hora do consumidor levar o produto para casa.

 

Nunca sabemos o que o futuro nos reserva, o mercado é dinâmico, de fornecedor você pode vir a se tornar um cliente, de colaborador à sócio, o cliente pode ser seu empregador, pense que não importa sua posição hoje, as impressões ficam para sempre.

 

No mundo do marketing corporativo procure causar impacto nas suas características como profissional e não pela espontaneidade do seu visual.

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Comercial e vendas internas: quem ganha quando todos se entendem

Nas empresas Comercial e vendas internas, em muitas situações, parecem equipes que jogam em times opostos, cada parte tenta defender o seu lado, e seus membros muitas vezes até descrevem uns aos outros de forma negativa para gestores, outros setores da empresa e até mesmo para os clientes.

 

Enquanto a equipe Comercial foca em prospectar, converter em clientes e nutrir o relacionamento desse com a empresa, a equipe de vendas atende e dá todo o suporte para que as negociações sejam efetivadas.

 

Mas será que é assim mesmo que se deve jogar?

Cada equipe com suas funções de maneira separada?

 

Talvez até alguns anos atrás funcionava, mas hoje com os processos de compra se modificando é de grande importância que as empresas revejam seus métodos e busquem o alinhamento de suas equipes.

 

Deve-se levar em consideração que muito além de uma rusga entre departamentos, a empresa tem um sério problema no seu atendimento, e no artigo O que encanta o cliente, abordo o tema sobre o comprometimento de todos, de maneira conjunta.

 

Ao longo de minha carreira em vendas, tive a oportunidade de trabalhar em ambos os lados, e sim, são vendas e atendimentos completamente diferentes, porém todos têm (ou devem ter) o mesmo objetivo:

 

fechamento do negócio, satisfação do consumidor e o principal, estreitar o relacionamento para que esse consumidor vire cliente cativo e propagador da empresa.

 

Na minha experiência como vendas interna, a impressão do Comercial, era aquele “cara” de trabalho fácil, que ia no cliente, tomava um cafezinho, batia um papo, deixava o material e ao acaso, pela simpatia, o cliente fazia contato com a empresa em busca de mais informações.

 

Mas a vida real é bem diferente, o Comercial é um profissional que batalha e muito para ser recebido, para ser ouvido e precisa de muita habilidade para despertar o interesse do prospect em seu produto, seja ele habitual ou inovador. E para aquelas visitas costumeiras é preciso ser artista para não parecer “aquele que só vai tomar tempo”. Estou errada comerciais desse Brasil afora?

 

E o Comercial que nunca teve a oportunidade de estar vendendo internamente, também pensa que a movimentação dentro da empresa é muito simples, afinal é só responder um e-mail rapidinho, tirar uma dúvida com a chefia que está ao lado e perder menos tempo na pausa para o café, que vai sobrar mais tempo “me dar” atenção.

 

Mas na prática, são vários processos novos e antigos, filas de e-mails, telefone tocando o dia inteiro e pendências a resolver. E você que é de vendas se reconheceu?

 

O fato é que, nem de um lado de nem outro há moleza, os dois setores jogam no mesmo time, trabalham sob pressão e são responsáveis pelo crescimento da receita de qualquer empresa.

Entender que um depende do trabalho do outro e que os dois são agentes de relacionamento com o cliente não é fácil, mas quando há esse alinhamento todos ganham.

 

O trabalho na rua é um trabalho solitário, por isso ele precisa que a equipe de vendas dê o suporte. Pensando nisso, muitas empresas já possuem sistemas que dão maior autonomia para o vendedor externo, mas sempre tem aquele cliente (se não a maioria) que gosta do contato direto com a empresa, gosta de sentir que tipo de acolhimento receberá e muitas vezes essa recepção será o fator determinante para o desenvolvimento e fechamento do negócio, por isso quem está interno deve entender a relevância de atender na mesma sintonia de quem captou a venda.

 

Muito pior do que um vendedor do ambiente interno não dar valor para a atividade do colega, é quando a empresa não tem esse entendimento, e possui um Comercial, só para manter uma reputação na rua, mas não enxerga de fato o mérito do seu trabalho.

 

No artigo Falar é importante. Ouvir é fundamental! Eu destaco como uma boa comunicação aumenta a produtividade no ambiente de trabalho.

 

O profissional do Comercial é a voz e os ouvidos da empresa junto a seus clientes, portanto uma promoção de vendas não deve ser estática e solitária, ela deve estar alinhada com todos os setores que compõem a empresa. Essa pessoa não é um panfleteiro que leva produto, mas um educador sobre a organização, por isso deve estar sempre bem informado sobre o que acontece internamente.

 

Atenção Comerciais! Passem no escritório várias vezes na semana (na medida possível), esteja presente, entenda o que está acontecendo com as suas vendas e com a empresa que você representa. Aproveite esse tempo interno para extrair informações, algumas vezes a sua ligação ou passada novamente no cliente pode ajudar a agilizar o processo de compra.

 

Se você é gestor, una o seu time, independente da função ser dentro ou fora das quatro paredes, os dois são vendas, ambos estão se comunicando com o seu cliente, por isso não é como um cabo de guerra, onde cada um pende para um lado, a finalidade é a mesma, a corda deve ir em uma só direção puxando a empresa para frente.

 

Comunicação alinhada, metas baseadas na receita de ambos, compreensão da jornada do comprador, troca de informações sobre interações e histórico de contato com o cliente, encontros periódicos das equipes, são dicas que podem ajudar.

 

Crescem aqueles que somam, não os que dividem. Pense nisso!

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Não importa o canal, para o cliente a marca é única

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Bom dia alto astral!

E-mail: Pense antes de enviar

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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