Marketing Pessoal

Família, trabalho, vida social. Somos apenas um

Costumamos dizer que temos vida pessoal, vida profissional e vida social. E no dia a dia muitas vezes é difícil separarmos essas “vidas” porque na prática somos apenas um.

 

De que forma eu separo as coisas para que os problemas não interfiram de um âmbito a outro?

 

Com a enormidade de tarefas que fazem parte da vida moderna é humanamente comum que alguns aborrecimentos ou outras situações que enfrentamos ao longo de um dia acabem escapando como um desabafo ou até mesmo como uma descontração na pressão do ambiente. Seja em casa ou entre os colegas, somos seres movidos a emoções e sentimentos, não máquinas, mas saber se relacionar conforme o ambiente em que estamos circulando é preciso, pois os escapes são aceitáveis, o que inspira cuidado é para que estes não virem maus hábitos, que se tornam rótulos.

 

Não se exponha

Preserve-se, lembre-se de que muitos ali são apenas colegas, não tem interesse sincero em saber sobre sua vida particular, nem irão te ajudar a resolver um problema. Contar particularidades, pode ser constrangedor e acabar lhe prejudicando, se o ouvinte for um amigo íntimo guarde o assunto para quando estiverem em momento e local adequados.

 

 

Não aborreça

Não insista no assunto. Se houve a necessidade ou a vontade de falar, seja breve, jamais importune as pessoas com insistências ou ainda narrando detalhadamente os fatos, descontrair não significa distrair, mantenha o foco.

 

 

Você está sendo observado

O ser humano julga o tempo todo, a maneira como nos vestimos, como falamos, como nos comportamos, por isso, procure ser discreto e sensato. Nossas ações diárias são nossas maiores aliadas para o bom network. Não se trata apenas de “o chefe está de olho”, mas porque nunca sabemos o dia de amanhã e as boas indicações, assim como os tapetes puxados, vêm de onde menos se espera.

 

 

Preocupe-se com o seu entorno e com suas reações, se você demonstra ser uma pessoa correta, adequada, o respeito acontece de forma natural. O trabalho também é um organismo social e nosso melhor laboratório para o aprimoramento pessoal, passamos horas ali com pessoas com quem somos obrigados a conviver e onde cada ação causa um grande impacto umas sobre as outras.

 

As pessoas fazem os ambientes serem bons ou ruins, então dedique-se para ser correto sempre, onde estiver. Família, trabalho, vida pessoal, estão juntas, não há como separar, mas se você souber aproveitar o momento presente, saberá desapegar do que não faz parte do momento que está sendo vivido.

 

Cuide de você, cuide do seu emocional, aprenda a ter resistência ao que faz mal, marketing pessoal se faz com boas atitudes que viram hábitos saudáveis.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

Em tempos de relações superficiais conhecer pessoas que realmente se preocupam em serem cumpridores do que dizem é um bem valioso.

 

O tempo todo nos costumamos fazer promessas que não podemos cumprir, não que nossa intenção seja a mentira, mas porque nos acostumamos a dizer meias-verdades, de forma que nem nos damos conta do mau hábito que acabamos criando.

 

“Em um minuto já te passo.”

E o um minuto, virou em horas.

“Até amanhã isso estará pronto.”

E o amanhã virou dias.

“Vou ver e já te ligo.”

E a pessoa precisa retornar à ligação, porque a mesma não acontece.

 

Por exemplo, canso de ir em lojas onde o produto que estou a procura está anunciado na internet e não ainda disponível no estabelecimento, e os vendedores me prometem que ligarão assim que chegar, e eu estou até hoje esperando #sqn.

 

O fato é que, embora essas práticas já tenham virado expressões corriqueiras do dia-a-dia, elas são promessas que fizemos e não cumprimos.

 

A escolha do que dizemos precisa ser levada a sério, pois quando nos comprometemos em fazer algo, temos que ter consideração com a pessoa a quem prometemos, afinal essa pessoa está contando conosco.

 

 Cumprir o acordo é também respeitar a nós mesmos, pois colocamos em jogo a credibilidade para nossa reputação.

 

Quando assumimos um compromisso, é como se assinássemos um contrato, e nossa assinatura é a nossa credibilidade, uma palavra que deixa de ser cumprida é como se amassássemos esse papel, que depois de enrugado jamais voltará a ser liso. E a credibilidade que leva tempo para ser conquistada, em instantes pode ser desconstruída.

 

Tanto nas relações pessoais, como nas profissionais, o grau de confiabilidade em alguém não se mede por seu status, mas pelas atitudes que você pratica. O grau de confiança é o resultado de uma combinação do que somos com o que fazemos.

 

Credibilidade é o maior bem que se pode adquirir ao longo da vida.

 

O modo e a franqueza como tratamos as outras pessoas, define nosso grau de comprometimento com as situações.

 

E como é bom poder contar com alguém! No ambiente de trabalho então é ótimo!

 

Ter a confiança de que aquele processo está nas mãos certas, que a pessoa irá assumir a responsabilidade e honrar o compromisso.

 

Ou ainda, trabalhar numa empresa onde o mundo pode estar desabando lá fora, mas se tem a tranquilidade de que as promessas e os compromissos assumidos com você serão honrados independente de qualquer dificuldade.

 

Claro que erros e enganos não estão descartados porque há credibilidade, mas o fato de você ser transparente em tudo que faz, irá lhe assegurar créditos para esses momentos de imprevistos.

 

Situações como dizer um “não” pode ser difícil, mas é necessário quando você realmente não puder realizar. A sinceridade mesmo que doída, é muito mais vantajosa do que ser rotulado como o enrolão.

 

Assumir a vulnerabilidade nunca é sinal de fraqueza ou incompetência, pelo contrário, antecipar-se ao cenário e pedir mais prazo, pedir ajuda, admitir falhas e pedir desculpas, comunica que você é uma pessoa preocupada e honesta.

 

Todos entendemos que as coisas podem dar errado, o que o incomoda nesses momentos de tensão, são as desculpas. É muito chato quando contamos com alguém e essa pessoa frustra nossas expectativas, além do prejuízo de tempo perdido, fica aquela imagem de descrédito que a pessoa criou.

 

Tenha sempre uma conduta correta e nunca se baseie pelas peripécias que os colegas chegados na malandragem, dizem fazer. Sempre colhemos o que semeamos, e se você plantar ética, respeito, parceria, consideração, será o que o universo lhe devolverá.

 

“Pessoas de caráter fazem a coisa certa não porque elas acham que isso irá mudar o mundo, mas porque elas se recusam a serem mudadas pelo mundo.”

Michael Josephson

 

Em meio a tanta falsidade, a maioria das pessoas buscam relacionamentos duradouros e naturalmente se ligam aqueles que conquistam e merecem confiança.

 

E o mesmo acontece no mundo dos negócios, em meio a tantos profissionais que se corrompem em nome da guerra, pequenas diferenças de comportamento e atitudes podem resultar numa enorme vantagem competitiva.

 

Então na próxima vez em que for fazer alguma promessa tenha cuidado e escolha bem as palavras.

 

“Depois lhe dou retorno.”

Retorne, nem que seja para dizer que ainda não resolveu.

 

Constituir e manter uma reputação coerente exige esforço e vigilância, mas, aos poucos você sente as recompensas no seu equilíbrio emocional e na maneira como as pessoas a sua voltam passam a lhe perceber.

 

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Comercial e vendas internas: quem ganha quando todos se entendem

Nas empresas Comercial e vendas internas, em muitas situações, parecem equipes que jogam em times opostos, cada parte tenta defender o seu lado, e seus membros muitas vezes até descrevem uns aos outros de forma negativa para gestores, outros setores da empresa e até mesmo para os clientes.

 

Enquanto a equipe Comercial foca em prospectar, converter em clientes e nutrir o relacionamento desse com a empresa, a equipe de vendas atende e dá todo o suporte para que as negociações sejam efetivadas.

 

Mas será que é assim mesmo que se deve jogar?

Cada equipe com suas funções de maneira separada?

 

Talvez até alguns anos atrás funcionava, mas hoje com os processos de compra se modificando é de grande importância que as empresas revejam seus métodos e busquem o alinhamento de suas equipes.

 

Deve-se levar em consideração que muito além de uma rusga entre departamentos, a empresa tem um sério problema no seu atendimento, e no artigo O que encanta o cliente, abordo o tema sobre o comprometimento de todos, de maneira conjunta.

 

Ao longo de minha carreira em vendas, tive a oportunidade de trabalhar em ambos os lados, e sim, são vendas e atendimentos completamente diferentes, porém todos têm (ou devem ter) o mesmo objetivo:

 

fechamento do negócio, satisfação do consumidor e o principal, estreitar o relacionamento para que esse consumidor vire cliente cativo e propagador da empresa.

 

Na minha experiência como vendas interna, a impressão do Comercial, era aquele “cara” de trabalho fácil, que ia no cliente, tomava um cafezinho, batia um papo, deixava o material e ao acaso, pela simpatia, o cliente fazia contato com a empresa em busca de mais informações.

 

Mas a vida real é bem diferente, o Comercial é um profissional que batalha e muito para ser recebido, para ser ouvido e precisa de muita habilidade para despertar o interesse do prospect em seu produto, seja ele habitual ou inovador. E para aquelas visitas costumeiras é preciso ser artista para não parecer “aquele que só vai tomar tempo”. Estou errada comerciais desse Brasil afora?

 

E o Comercial que nunca teve a oportunidade de estar vendendo internamente, também pensa que a movimentação dentro da empresa é muito simples, afinal é só responder um e-mail rapidinho, tirar uma dúvida com a chefia que está ao lado e perder menos tempo na pausa para o café, que vai sobrar mais tempo “me dar” atenção.

 

Mas na prática, são vários processos novos e antigos, filas de e-mails, telefone tocando o dia inteiro e pendências a resolver. E você que é de vendas se reconheceu?

 

O fato é que, nem de um lado de nem outro há moleza, os dois setores jogam no mesmo time, trabalham sob pressão e são responsáveis pelo crescimento da receita de qualquer empresa.

Entender que um depende do trabalho do outro e que os dois são agentes de relacionamento com o cliente não é fácil, mas quando há esse alinhamento todos ganham.

 

O trabalho na rua é um trabalho solitário, por isso ele precisa que a equipe de vendas dê o suporte. Pensando nisso, muitas empresas já possuem sistemas que dão maior autonomia para o vendedor externo, mas sempre tem aquele cliente (se não a maioria) que gosta do contato direto com a empresa, gosta de sentir que tipo de acolhimento receberá e muitas vezes essa recepção será o fator determinante para o desenvolvimento e fechamento do negócio, por isso quem está interno deve entender a relevância de atender na mesma sintonia de quem captou a venda.

 

Muito pior do que um vendedor do ambiente interno não dar valor para a atividade do colega, é quando a empresa não tem esse entendimento, e possui um Comercial, só para manter uma reputação na rua, mas não enxerga de fato o mérito do seu trabalho.

 

No artigo Falar é importante. Ouvir é fundamental! Eu destaco como uma boa comunicação aumenta a produtividade no ambiente de trabalho.

 

O profissional do Comercial é a voz e os ouvidos da empresa junto a seus clientes, portanto uma promoção de vendas não deve ser estática e solitária, ela deve estar alinhada com todos os setores que compõem a empresa. Essa pessoa não é um panfleteiro que leva produto, mas um educador sobre a organização, por isso deve estar sempre bem informado sobre o que acontece internamente.

 

Atenção Comerciais! Passem no escritório várias vezes na semana (na medida possível), esteja presente, entenda o que está acontecendo com as suas vendas e com a empresa que você representa. Aproveite esse tempo interno para extrair informações, algumas vezes a sua ligação ou passada novamente no cliente pode ajudar a agilizar o processo de compra.

 

Se você é gestor, una o seu time, independente da função ser dentro ou fora das quatro paredes, os dois são vendas, ambos estão se comunicando com o seu cliente, por isso não é como um cabo de guerra, onde cada um pende para um lado, a finalidade é a mesma, a corda deve ir em uma só direção puxando a empresa para frente.

 

Comunicação alinhada, metas baseadas na receita de ambos, compreensão da jornada do comprador, troca de informações sobre interações e histórico de contato com o cliente, encontros periódicos das equipes, são dicas que podem ajudar.

 

Crescem aqueles que somam, não os que dividem. Pense nisso!

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

Um bom comunicador geralmente é considerado aquele que fala bem, certo?

Errado!

 

A parte verbal de uma mensagem muitas vezes é só a ponta do iceberg. Uma boa comunicação, acontece quando ouvimos muito mais do que falamos.

 

Em um mundo onde desenvolvemos tantas capacidades, deixamos para trás a mais importante para uma comunicação realmente eficaz: a de escutar.

 

Nos acostumamos a considerar o ato de ouvir como inatividade: “vim a essa reunião só para escutar, não vou falar nada”. É como se disséssemos que não temos a intenção de participar, mas ao contrário do que se pensa, ouvir é uma habilidade muito ativa, que exige uma grande energia mental e concentração.

 

Quando abrimos nossa mente para escutar a outra parte, nossa capacidade de compreensão se expande, ficando mais fácil identificar problemas, crises ou ainda perceber informações importantes.

 

Numa conversa onde você está receptivo, inúmeras mensagens podem ser colhidas, pois as expressões faciais e a postura também falam.

 

Ouça muito mais do que com os ouvidos, use os olhos, a mente e o coração, porque nós somos altamente sensíveis ao interesse que os outros demonstram por nós.

 

Certamente alguns dos melhores encontros que você já teve foram aqueles em que você se sentiu compreendido, onde a outra parte olhou nos seus olhos, sorriu no momento oportuno, fez gestos e perguntas que faziam sentido ao que você estava falando e deixando você à vontade para que a conversa fluísse com naturalidade.

 

Uma boa comunicação se define em quem está compreendendo melhor.

 

Isso porque, numa comunicação onde apenas se fala aleatoriamente, não há produtividade. Devemos levar em consideração que os outros merecem receber a mesma atenção e dedicação que gostamos de receber.

 

Muitas vezes, nos deixamos distrair por um problema ou algo que está sendo incômodo naquele momento e perdemos o foco – afinal todos carregamos bagagem emocional –  que interfere na capacidade de ouvir, porém como disse, ouvir requer concentração e disciplina, então é nesses momentos que devemos praticá-las, buscando de volta a atenção dispersada. Afinal se você precisa estar onde está naquele momento, procure estar por inteiro.

 

Temos também a presunção de que o que o outro vai dizer é irrelevante, mas não somos um senhor sabe tudo, por isso aquele que se dispõem a escutar coloca-se numa posição de humildade e abre possibilidades para o próprio crescimento.

 

Uma pessoa positiva sempre consegue extrair algo bom do que ouve e o mais importante, quem sabe ouvir sabe fazer boas perguntas.

 

“Quando foi que isso aconteceu?”

“Não soube nada sobre isso.”

“Tem certeza de que foi anunciado?”

 

No ambiente de trabalho, ser um bom ouvinte lhe dá credibilidade, demonstra que está atento ao que está acontecendo a sua volta, nada mais desagradável do que ganhar o rótulo de “o alienado” do escritório. Pior ainda, ser colocado de lado para execução de tarefas ou projetos importantes, porque é desatento, o que remete a um outro rótulo, o da incapacidade.

 

Já no contato com o cliente, aquele que não escuta, perde a oportunidade de ser útil ao seu cliente, num mercado que passou de ofertante para demandante, o cliente toma sua decisão em função do profissional de vendas que você é, e não com base no produto que você vende. Se você sabe ouvir, sabe agregar valor.

 

Na vida pessoal, ouvir, faz de nós bons companheiros. Uma pessoa com quem se pode contar. É respeito e cuidado com quem nos cerca.

 

Torne a comunicação produtiva para você e para os outros, o bom senso e a preocupação com as outras pessoas sempre são as melhores escolhas que podemos fazer.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

E-mail: Pense antes de enviar

O e-mail e os sistemas de mensagens instantâneas sem dúvida alguma, são grandes ferramentas que facilitam muito nossa vida, mas na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos que esse tipo de comunicação escrita – principalmente no caso do e-mail – não tem o apoio da nossa voz ou ainda da linguagem corporal para a interpretação do destinatário.

 

Por isso, ler e revisar qualquer mensagem antes de enviar, principalmente no escritório ou para o cliente, é fundamental. Afinal o e-mail não deixa de ser um documento para a empresa.

 

Preparei algumas dicas que merecem sua atenção antes de dar o enter:

  1. Se tiver pressa ligue.

Se você tem urgência em saber ou resolver algo a ligação ainda é o tipo de comunicação mais adequado. E-mails e mensagens normalmente caem, digamos, na fila de espera, pois nem sempre a pessoa do outro lado está com disponibilidade de tempo para ler naquele momento.

 

2. Letras maiúsculas dão a impressão de estar gritando.

Todas as letras maiúsculas além de não serem de bom tom, também são mais difíceis de serem lidas, pois consomem em média até 15% a mais de tempo na leitura, isso porque, uma vez que todas as letras ficam semelhantes em altura e largura exige que o cérebro separe as informações.

 

3. As cortesias não tomam tempo e humanizam a mensagem.

“Bom dia”, “Obrigada”, “Tenha um bom final de semana”, “Por favor”.

Ao escrever a mensagem pense como se estivesse frente a frente com a pessoa. Mesmo as pessoas que normalmente são educadas esquecem da importância de tratar a palavra escrita com sensibilidade.

 

4. Menos formalidade não significa que qualquer jeito serve.

Um ou outro erro de digitação é aceitável, mas muitas falhas prejudicam a estrutura do texto. Cuide a pontuação, letras maiúsculas quando necessárias, ortografia, gramática.

 

5. Saiba diferenciar urgente de importante.

Se todos os e-mails estiverem com o alerta de urgência e não forem realmente, seus pedidos perdem a credibilidade. Urgente é para ser executado imediatamente, o importante pode esperar, porém não pode deixar de ser feito.

 

6. Responda no mesmo dia ou no máximo em 24 horas.

Se não conseguir lidar com o conteúdo do e-mail dentro desse prazo, não deixe de responder ao remetente que recebeu a mensagem e que será resolvida em breve.

 

7. Responda a Todos só quando realmente for do interesse de todos.

A menos que as pessoas que receberam o e-mail original precisem saber sua resposta, evite estender sua mensagem, basta responder ao destinatário principal. Afinal esse tipo de prática acaba causando uma desordem na caixa de entrada de todos os outros. O mesmo serve para os grupos no WhatsApp, se o assunto for particular a uma pessoa do grupo, chame-a no privado e não obrigue as outras pessoas lerem conversas paralelas.

 

8. Cuidado com os emotions.

Falar somente com os ícones ao invés de usar as palavras além de ficar difícil de se compreender, pode passar uma impressão de imaturidade e até falta de sinceridade.

 

9. Não circule e-mails com conteúdo difamatório.

Tenha cuidado com o que repassa, piadas de tom ofensivo, palavrões, imagens desagradáveis, podem causar uma má impressão sobre o profissional que você é. Lembre-se muitas vezes levamos anos nos dedicando aos estudos e a nossa carreira, para em dois segundos e um clique perdermos credibilidade por falta de postura.

 

10. A leitura de um e-mail pode ter interpretação inesperada.

Já abordamos esse tema outro dia, comentário publicado nas redes sociais da Class no dia 31 de março. A linguagem pertence 50% a você e 50% a quem recebe. Antes de entrar em uma discussão por mensagens, nada melhor do que pegar o telefone ou ir até a sala da outra pessoa e resolver o assunto com uma conversa que envolva demais tipos de expressões faciais e entonação de voz.

 

Com toda certeza é ótimo para as relações comerciais e pessoais podermos estar conectados o tempo todo e trocando informações de maneira rápida e econômica.

 

A internet rompeu fronteiras, hoje somos ilimitados no tempo e na maneira de nos comunicarmos, porém o uso consciente das ferramentas faz-se necessário para que o compartilhamento de informações no ambiente organizacional seja realmente eficaz.

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

Quando você se está no papel de consumidor como gosta de ser atendido?

Com tanta gente vendendo as mesmas coisas, com mínimas variações de preço, que experiências fazem com que você escolha determinada empresa para deixar o seu dinheiro?

 

A compra de determinado produto ou serviço não ocorre apenas em razão de suas funcionalidades objetivas, mas por seu significado, aquisição de algo, mesmo que seja um café, envolve sentimentos, sensações, percepções, ou seja,  envolve relacionamento.

 

Isso porque, está cada vez maior a necessidade de pessoas que se coloquem no lugar de cada um dos clientes que atende ao longo do dia de trabalho. Muito mais que ser um agente auxiliar da compra, os clientes precisam de pessoas que atendam pessoas, que cativem a ponto de ele sentir que não pode obter a solução do seu problema em nenhum outro lugar.

 

Por trás de cada busca há uma necessidade que será sanada, o consumidor que está em busca de um travesseiro, está em busca de uma boa noite sono. Aquele que deseja uma bicicleta, quer lazer ou um bom meio de transporte. Quem compra um café, quer sabor, aroma, boas sensações. Quem oferta é mais um produto que saiu, mas quem adquiriu viveu uma experiência ou vai viver.

 

 

Enquanto sociedade de consumo, passamos da fase do qualquer coisa serve, principalmente aqui no Brasil, país onde pagamos caro por tudo que é consumido e normalmente somos tão mal atendidos, vivemos uma era que busca qualidade e valor agregado ao consumo. Queremos ter uma identidade única e ser envolvidos pela marca, algo como acontece nas cidades pequenas, onde todos se conhecem e normalmente quem é comerciante sabe o que oferecer, sem ser pego por dúvidas, para cada cliente que entra na sua loja. Pessoas que tempo para conversar e escutar umas as outras.

 

Certamente que a realidade das grandes cidades é outra, tendo em vista o ritmo de vida mais corrido, com mais clientes, mas isso não é desculpa, pois agora temos a tecnologia a nosso favor e bem poucos fazem o uso inteligente de tamanho potencial. Muitos vêem a internet como um inimigo, outros como um lazer, mas aproveite as redes sociais para se aproximar da sua audiência: investigue seus gostos, sua forma de gastar o dinheiro, reúna informações estratégicas sobre seu público-alvo.

 

Agregue valor na vida do seu cliente, invista na consolidação da sua marca, gere conteúdo relevante, mostre que você é muito bom no que faz e que sabe o que está oferecendo. Seja a solução para o problema e uma autoridade no mercado.

 

O Marketing de Relacionamento aproxima o cliente da empresa, pois o seu foco não é correr atrás de novos compradores todos os dias, mas sim fazer com que os já existentes voltem e recomendem. Philip Kotler, já disse:

 

“Conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo.”

 

A guerra por atenção e preço custam mais caro e são menos eficientes, as empresas investem pesado em comunicação, descontos, campanhas publicitárias, usam diversas estratégias para atrair um cliente para dentro do seu negócio, mas poucos conseguem criar laços que fortalecem a relação. Marketing de Relacionamento não uma perspectiva para ação de curto prazo, muito pelo contrário, seu objetivo é criar uma relação contínua, é manter uma troca entre dar o acolhimento e receber de volta a satisfação total do cliente. É torna-lo seu fã.

 

O cliente quer atenção, quer se sentir acolhido e ser entendido. Escute-o, saiba reconhecer de fato as suas necessidades, não empurre o que está barato, o que tem disponível, aja sinceramente, atenda no tempo dele e não no seu, atendimento personalizado não significa apenas saber o nome do cliente, o principal é conhecer o seu perfil.

 

Produtos muitos tem igual, mas segurança, soluções, agilidade, prestatividade, só os que realmente se dedicam terão.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

Liberte-se das armadilhas que te impedem de crescer profissionalmente

Você também já se viu naqueles dias em que tem vontade de pegar a bolsa ou seus pertences bater a porta e voltar só no dia seguinte com a demissão na mão?

Pensa muitas vezes estar insatisfeito com a empresa e que tudo que mais deseja é trocar de emprego e nem passar perto do prédio onde ela fica?

Gosta do que faz, mas as vezes trabalhar nesse lugar lhe faz duvidar de que está no emprego certo?

 

Eu já passei por isso quando precisei trocar de empresa de maneira forçada, porque a empresa onde eu era feliz, faliu.

 

Mas felizmente em 15 dias já estava de emprego novo, uma empresa que estava abrindo filial aqui no Rio Grande do Sul. Parecia mais moderna, com investimentos em tecnologia, equipamentos e com um bom time montado. Com isso tudo, o que podia dar errado?

 

Pois é, deu!

 

Com uma cultura organizacional totalmente diferente de onde vinha, eu precisava me adaptar. Só que não teve jeito, passado os três meses de experiência e continuava me sentindo um peixe fora d’água, insegura em relação aos produtos e a equipe da matriz, por onde passavam todos os processo. Nos dias de reunião as paredes me sufocavam, os colegas só falavam mal da empresa, enfim cada vez foi ficando mais difícil levantar e sair pela manhã, impliquei com tudo, a mínima coisa me incomodava.

 

Em meio a tanta pressão, uma situação criada por mim mesma, seis meses depois sabe o que fiz?

Tomei a atitude que eu mesma esperava de mim, fui lá e troquei de emprego novamente.

 

Outro recomeço, cheia de gás e me sentindo segura, pois dessa vez as coisas me pareciam mais familiares, afinal minhas ex colegas que eram da equipe de vendas já estavam trabalhando lá, então teoricamente as coisas seriam mais fáceis pois já tínhamos um ritmo de trabalho que tinha sido interrompido, pela demissão.

 

Mas a nova empresa também era nova no mercado, as experientes éramos nós, não demorou muito para os problemas de fato começarem a aparecer, a ponto de que em seguida cheguei a conclusão de que a empresa anterior não era tão ruim assim.

 

E as duras penas descobri que não existem paraísos empresariais, existem problemas menores e maiores, com alguns é possível conviver, com outros é de fato se matar aos poucos, e em outros seis meses acabei saindo de mais um emprego. E nesse troca, troca, a maior prejudicada fui eu.

 

A maior lição tirada de tudo isso:

 

Antes de trocar de empresa avalie o que de fato te incomoda e jamais se esqueça de se autoavaliar.

 

Fofocas no trabalho são mesmo muito irritantes, um colega incompetente realmente é enlouquecedor, um cliente arrogante é sem dúvida desrespeitoso, mas a sua justa indignação não contribui em nada para resolver a questão, pelo contrário, só o deixa mais preso à armadilha. Embora as empresas existam por um fator comercial, elas são feitas por pessoas norteadas pelas emoções, orgulho, vaidade, enfim, são os mais variados sentimentos misturados.

 

Se deixar dominar pela raiva nunca é uma boa estratégia, e a reação normal quando alguém faz algo que nos chateia é culpar a conduta dessa pessoa, mas nunca olharmos para dentro de nós mesmos e nos questionarmos: E eu, qual minha participação nos fatos?

 

Logo recebi um presente bem sugestivo do meu marido, o livro Trabalhar com você está me Matando, afinal os meus problemas profissionais já estavam se refletindo dentro de casa. Nesse livro encontrei técnicas para a libertação de armadilhas mentais, situações onde nós mesmos nos colocamos sem perceber por muitas vezes.

 

São 4 métodos de autogerenciamento ajudam a se livrar das emoções negativas, se acalmar.

 

Libertar-se fisicamente, consiste em um momento de raiva em que está prestes a explodir, você respira de modo calmo e profundo, conta até seis. Ou ainda sai do ambiente, daquela situação e vai tomar um ar, lavar o rosto com água fria no banheiro. Mas não se deixa levar pela irritação perdendo a cabeça, afinal pessoas que não conseguem controlar seus impulsos no trabalho tendem a ser vistas como imaturas e sem capacidade de lidar sob pressão.

 

Libertar-se mentalmente, exige uma reflexão de si mesmo sob uma nova perspectiva. É difícil compreender que muitas vezes o problema somos nós e sem perceber nos fixamos em um comportamento que aos poucos pode nos destruir. Queixas frequentes, revolta, mau humor, inveja ou ainda se sentir o mártir da empresa é se tornar um vampiro emocional, pessoas altamente tóxicas e nesses casos, os que percebem se afastam a fim de evitar problemas ou ainda cair em sua armadilha.

 

Libertar-se verbalmente, requer que você exercite a habilidade de se comunicar, elogiando mais, prestando atenção em como se expressa com as pessoas. Deixando de pensar apenas em si e experimentando descobrir as qualidades boas das pessoas com quem divide seu espaço. Entenda, as empresas reúnem um grande número de pessoas heterogêneas, não se pode achar que todas agirão e pensarão da mesma maneira, seja tolerante. Com licença, por favor, obrigada, me desculpe, saber escutar e responder quando perguntado, são condutas da boa educação e respeito de limites.

 

Libertar-se usando regras, nos remete as normas e padrões que a própria empresa determina a fim de evitar confusões, ou seja, quando o assunto for relacionado única e exclusivamente ao seu trabalho, use os canais que a empresa oferece ao seu favor: relatórios, intranet, skype, e-mail profissional, avaliações de desempenho, enfim documente que sua parte está sendo feita da melhor maneira possível.

 

Mudar as atitudes não só ajuda a equilibrar as emoções no ambiente como também nos tornam pessoas melhores, mais tolerantes. Veja bem, não estou dizendo que o problema sempre somos nós, muitas vezes são as empresas sim, mas antes de chegar ao extremo analise a fundo os reais problemas.

 

O que de fato de incomoda?

Quais suas chances de crescimento e o que você está fazendo para consegui-las?

Onde quer chegar?

 

Sem objetivos e metas claras, sua carreira acaba sendo uma colcha de retalhos sem resultados satisfatórios. Sua imagem ficará com sinais de incerteza e quem está de fora tende a vê-lo como alguém perdido, apenas buscando o lugar ideal e não crescimento. Não seja imediatista, planeje sua carreira para o longo prazo, não se apegue apenas ao que te insatisfaz agora, mas reflita sobre o que impede sua carreira de deslanchar.

 

E eu vivi isso na pele, no terceiro emprego no período de um ano, meus clientes já estavam confusos, de porque não eu parava em empresa nenhuma, afinal nessa altura do campeonato quem era o problema, a eu ou as empresas?

 

Marcas fortes simplificam a escolha de um cliente na hora da tomada de decisão, todos que nos cercam são impactados com nossa transmissão de valores.

 

Agregue valor a sua marca, nunca sabemos o dia de amanhã. Quando me vi em meio a demissão inesperada, sem saber para onde correr, logo me recoloquei e fui surpreendida por muita gente no mercado que eu jamais imaginaria que me recomendariam.

 

O cliente de quem se fala mal, o colega que se despreza hoje, podem ser os hadhunters de amanhã. E de que forma você quer ser lembrado ou descrito por eles?

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

A complexidade de um bom atendimento

É triste pensar que pessoas investem tanto em estrutura física e tão pouco em capacitação para um bom atendimento. Outro dia, eu fui em uma loja de revelação de fotografias no shopping, e a falta de presteza do atendimento foi tamanha que fiquei com pena do proprietário do estabelecimento. O meu não atendimento iniciou com as duas funcionárias sentadas brincando no whatsapp, quando eu entrei sentadas continuaram, pedi informações sobre tamanhos e valores das revelações, uma mandou que eu pegasse o catálogo que ficava embaixo de um monte de papéis, ao final do atendimento me entregou o envelope sem nem me olhar e com tanta vontade de se livrar de mim que o envelope caiu no chão, não houve pedido de desculpas, nem tão pouco juntou.

 

Aí nessas horas me pergunto com tantas pessoas precisando trabalhar, ainda tem gente que não se conscientizou da importância do lugar que ocupa? O proprietário tem custo com aluguel no shopping, equipamentos de última geração, adesivagem da loja, talvez invista em marketing, mas não tem o mínimo, que é atendimento inteligente. Logo depois, entrou uma senhora que foi atendida da mesma maneira displicente e mal-educada, só que diferente de mim que estava sem tempo de ir em busca de outra loja, não se submeteu e foi embora.

 

Então fiquei pensando em quanto dinheiro esse estabelecimento perde por dia, tudo porque falta educação e o mínimo de prestação de serviço, as pessoas não se dão conta, mas o olho no olho, o bom dia, boa tarde, boa noite e um sorriso geram muito dinheiro, certamente as meninas que “me atenderam” no relato acima não são comissionadas, mas é incrível pensar que mesmo quem conhece o valor de uma meta também esquece de praticar o básico para chegar até ela, a cortesia. Muitos ainda cometem o maior dos erros, entram em desespero, cercam os clientes de promessas e ameaças, que ao invés de atrair pela simpatia e conhecimento sobre o produto ou serviço que presta, que são duas atitudes que certeiramente envolvem o cliente na hora da decisão de compra, mas não, acabam indo pelo lado inverso das coisas colocando o cliente para correr.

 

Quem trabalha com público precisa entender que não cabem mais tais comportamentos, num mundo onde cada vez mais as pessoas querem ser importantes e as oportunidades de compra e a oportunidade de acabar ou exaltar um estabelecimento estão literalmente na palma das mãos. É preciso muito mais do que embalagem bonita e boa estratégia de marketing, aliás, numa estratégia de marketing bem planejada a excelência em atendimento é pensada e inserida na comercialização do serviço prestado, pois entende-se que nossa sociedade está mais delicada, ousada e facilmente irritável.

 

Uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos revelou que oito em cada dez pessoas pesquisadas dizem que a falta de respeito e de cortesia não só é um problema grave como piorou nos últimos anos. Os entrevistados classificaram o modo como são tratados pelos funcionários de atendimento ao cliente como indesculpável, e a razão pela qual não somos melhores na prática da civilidade é que na maior parte das vezes, o ato de cortesia envolve passar os interesses de outra pessoa à frente dos nossos.

 

Em tempos onde não cabe mais comodismo as empresas devem pensar em soluções e investir nas pessoas – funcionários e clientes. Todos queremos e merecemos respeito e não apenas lojas bonitas. As oportunidades de crescimento se abrirão para aqueles que abrirem os olhos para o atendimento baseado no ser humano ou o que chamamos de Marketing 3.0, onde as estratégias estão totalmente voltadas para os valores: mente, coração e espírito e não apenas consumidores.

 

E se você atual empresário quer continuar nessa briga, modernize suas armas, diferencie-se. Saiba o que motiva a sua equipe e de que forma ela transfere isso no seu bem maior, o seu cliente.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

Conheça e Respeite – 7 Princípios para uma vida melhor

A meta universal: Qualidade de Vida. Todos lutamos por isso, todos os dias, mesmo quando para isso estamos nos matando de trabalhar. Embora os tempos sejam modernos, isso me lembra uma frase cantada por Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. A música Como Nossos Pais foi composta por Belchior na década de 1970, ou seja, tudo mudou de lá para cá…#sqn, quase tudo, pois o objetivo continua sendo o mesmo, gozar de dias melhores. A diferença está no tempo desse gozo, nós queremos viver bem agora, eles, nossos pais, pensavam no futuro, na aposentadoria.

 

O que não nos damos conta é que os dias melhores, podem ser todos os dias e que podemos ter isso ainda dentro do ambiente de trabalho. Como? Mudando nossas atitudes. Deixando de ser egoístas e pensando como sociedade (que de fato somos). Analisando mais e julgando menos.

 

Para ajudar nesse processo de reflexão aqui vai uma lista com 7 passos para uma vida melhor, no aqui e no agora, tempo presente e não para o futuro.

 

1 – Se queixe menos e agradeça mais:

O normal do nosso dia-a-dia é passarmos reclamando de tudo, o tempo todo. Se está calor, detesta o verão. Se esfria, exclama “nossa que frio é esse”? Se está chovendo, odeia a chuva, só não se dá conta que se não chover, temos estiagem que não é boa para agricultura, logo não é bom para o nosso bolso também.

Enfim, deixamos qualquer situação que fuja de nosso controle nos chatear. Mas já parou para pensar quais são os reais problemas que você enfrenta? O que de fato merece que você se chateie? Olhar em volta é muito importante para se dar conta de que adversidades na verdade não são problemas, elas fazem parte do nosso cotidiano e reclamar também não soluciona nada, pelo contrário, piora, pois você ainda atrai energia negativa para o seu entorno.

 

2 – Tenha mais compaixão, todo mundo tem uma história:

Temos dias bons e ruins, isso é fato. Está na bíblia, escrita há mais de 2000 anos atrás: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. E essa regra vale para todos nós, por isso antes de julgar alguém pelo mal humor ou pela cara de tristeza, pense que todos nós vivenciamos momentos em que tudo parecia não ter solução e que essa pessoa pode estar passando por algo assim nesse momento. Então ao invés de estragar o seu dia por isso, procure ajudá-la de alguma forma, nós nunca sabemos pelo que o outro está passando.

Se você precisa de uma gentileza, talvez aquela outra pessoa também precise. Seja mais humano e tenha compaixão com o próximo, um sorriso, um abraço e uma prece sempre ajudam, somos responsáveis uns para com os outros, pois nossas atitudes podem melhorar ou piorar o dia de alguém.

 

 

3 – Toda história tem dois lados:

Aí está uma das maiores verdades sobre a vida, qualquer história possui pelo menos 2 versões, dependendo pode ser até mais. Por isso sempre antes de apontar o dedo para alguém, procure ouvir e entender as partes envolvidas no processo e o melhor, coloque-se no lugar do outro. Afinal tudo parece fácil quando não é conosco.

 

 

4 – A sociedade tem espaço para todos:

Respeite e valorize todas as profissões, para que tudo funcione bem todas as profissões são fundamentais. Já pensou ficar sem os coletores de lixo? E quando os motoristas de ônibus fazem greve? As cidades viram no caos. O que seriam dos médicos sem os enfermeiros? O que seria dos cantores sem os técnicos de aparelhagem? Nada! Ou tudo, pois teríamos que abraçar as mais variadas funções em nosso ofício. Fizemos parte de uma grande corrente onde uns são o elo dos outros, tudo depende da sua visão sobre a obra. Não menospreze o trabalho de ninguém, todo o ofício tem suas dificuldades, facilidades e merecimentos.

 

 

5 – Melhor e pior são relativos:

Não é possível definir as melhores ou piores coisas apenas pelo gosto pessoal. O que é bom para uma pessoa, nem sempre é boa para outra. Dizer por exemplo: “Que roupa feia, quem teria coragem de usar?”, ou, “esse programa é horrível, ninguém assiste”, quase sempre é um equívoco e sempre antes de se posicionar dessa forma tenha cuidado, pois pode acabar magoando outra pessoa e ainda se colocando numa situação desconcertante. Observe antes de criticar. Afinal, você não gosta, mas se as coisas estão ali disponíveis para serem comercializadas é porque alguém compra.

 

 

6 – Elogie mais:

Elogie o menor progresso e todo progresso. Somos movidos a incentivo, todos nós necessitamos de valorização e reconhecimento para evoluirmos em nossas tarefas, veja até mesmo os animais são treinados com agrados, no caso afagos e comida. E por que ainda vemos gestores aplicando o método contrário, censura e condenação, temos a tendência de enxergar apenas as coisas negativas, mas como disse acima, todos temos nossos dias bons e ruins, então vamos aproveitar os dias bons em que as pessoas realizaram bem suas funções para exaltá-las. É fato que a partir de incentivos passamos a nos dedicar mais, já a indiferença passa a ser tratada na mesma moeda.

 

 

7 – Saiba do que está falando:

Sabe aquele jargão “Só abro a boca quando tenho certeza”, pois é, ele surgiu num quadro humorístico da televisão mas deve ser aplicado diariamente por nós. Com o bum de informações que a internet nos trouxe, hoje todos nós achamos que sabemos de tudo e que em tudo podemos opinar, principalmente nas redes sociais, mas tenha cuidado principalmente no ambiente digital, onde tudo fica gravado. Se posicionar exige que você conheça o assunto a fundo para não se comprometer e queimar o seu filme. Também evite julgamentos apenas pela aparência ou por uma fofoca, já dissemos, você não sabe o que se passa na vida da outra pessoa, controle seus impulsos. Opinar sobre um livro que você leu apenas a primeira página é opinar por algo que você desconhece.

 

Encerro dizendo que essas ações são para serem praticadas hoje, mas diferente da aposentadoria, você vai gozá-las agora e também no futuro, pois tudo que semeamos colhemos. Não espere plantar cactos e receber girassóis.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Pense em que momentos do seu dia você entra nas redes sociais. E com que finalidade você acessa essas mídias? Você entra no Facebook planejando comprar um sofá, imóvel, carro, ou qualquer outro produto? Mas quantas vezes já comprou algo porque viu inicialmente na rede social?

Pois é, esses são os questionamentos que você deve se fazer antes de expor os seus produtos na rede social, é um lugar onde queremos ver pessoas, imagens bacanas e principalmente se informar e não receber um panfleto eletrônico, já falamos sobre a importância do conteúdo nos artigos 3 e 4. Elas são sem dúvidas um excelente canal de comunicação e distribuição, mas essa é uma ferramenta de descoberta.

 

Dica: crie o interesse, leve o cliente para o seu site e a partir disso então trabalhe-o para virar em venda.

 

A rede social também é uma grande fonte de pesquisa, a moeda de troca do Facebook são seus dados, ali estão publicadas profissões, interesses, gostos, hábitos, locais de trabalho, idade, gênero e uma diversidade de outras informações que você pode explorar na hora de fazer um anúncio. Saiba que os anúncios no Facebook, por exemplo podem ser direcionados para o público que realmente tem potencial para consumir o que você comercializa, com a ferramenta gerenciador de anúncios você segmenta suas campanhas e o próprio Facebook trabalha correndo atrás de rastrear as pessoas que já demonstraram interesses no que você selecionou.

 

Leve informação para as pessoas, use as histórias dos próprios clientes

 

Todos gostam de se ver sendo notícia, normalmente esse tipo de experiência tem 80% de chance de viralizar. Tenha regularidade nas postagens, nutra seu público com postagens diárias ou pelo menos semanais, mas postagens com relevância, por isso se não tiver tempo, invista num social media.

Ajude seu público-alvo entender porque é importante ele ter o seu produto, não simplesmente venda. Gaste 80% do seu tempo pesquisando e ouvindo, e apenas 20% falando, esteja atento ao que seu público está comunicando nas interações.

O processo de venda hoje em dia é mais suado, ao contrário do que as pessoas achavam quando a internet passou a ser um buscador de informações e os vendedores apenas “tiravam o pedido”. Agora as pessoas pesquisam e quando vão até a loja física, por exemplo querem o algo a mais, o mesmo ocorre no E-commerce, antes de clicar e efetuar a compra, busca-se referências e estar com sua fanpage em alta transmite a imagem de empresa confiável.

 

Faça menos promoção e fechamento, e passe a ouvir mais, diagnosticar e prescrever.

 

Todos os dias bilhões de usuários ativos seguem marcas e tomam decisões de compra baseando-se nas informações que as empresas compartilham nas mídias sociais, então aja, ajude-os a tomar as decisões certas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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