Branding, Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

O efeito das cores para sua marca

O Efeito das Cores para Sua Marca

Esse artigo está publicado neste originalmente neste blog em 28 de setembro 2018. Revisado em 01 de março de 2024.

A comunicação humana é diversa, profunda e acontece de muitas maneiras que por vezes nem nos damos conta, uma delas é através das cores que desempenham um papel fundamental nesse processo. Elas são capazes de transmitir emoções, induzir sensações e nos inspirar a realizar ações.

Em poucos segundos, conseguimos imprimir e expressar muito sobre nosso modo de ser e o que simbolizamos nessa vida.

As cores exercem um papel tão significativo em nossa comunicação que um estudo chamado Psicologia das Cores, revela como nosso cérebro identifica e transforma as diferentes sensações que elas causam em cada pessoa, por isso entender como usá-las em razão do nosso favor é importante.

No marketing, pensar em estratégias ocultas ao produto ou serviço é fundamental para que os estímulos oferecidos estejam de acordo com a mensagem que se quer provocar no consumidor. Dessa maneira, não é por acaso que embalagens bonitas nos causam sensação de bom ânimo ou mesmo quando estamos em busca de consumir algum alimento, a qualidade do um produto é inicialmente procurada em sua aparência, seguidos do aroma e por último o sabor.

Apesar de muitos empreendedores ou profissionais liberais, não se deterem a tais fatos diante de tantas outras decisões a serem tomadas, o trabalho de branding é um projeto que pode te ajudar a produzir melhores resultados por meio de iniciativas simples.

Não por acaso que nós enquanto consumidores, já estamos acostumados a ligar as cores a determinados tipos comportamentos ditados por marcas consolidadas no mercado. Alguns exemplos: o vermelho da Coca-Cola nos transmite energia. O amarelo do Mac Donald’s, a positividade. O colorido da Google nos lembra sobre a diversidade.

E isso acontece porque, ao olhar para a cor de uma marca automaticamente somos levados as impressões que ela nos causa sobre o seu posicionamento de mercado, ou seja, conforme valores que a marca qualifica como importantes, as pessoas julgam se estão de acordo com seus interesses e assim optam por consumir ou não.

Veja algumas dicas sobre os significados de cada cor:

– Vermelho: enérgico, apaixonado, dinâmico.

– Cinza: prático, eficiente, profissional.

– Amarelo: inovador, radiante, agradável.

– Verde: suave, fértil, próspero.

– Azul: calmante, confiável, divertido.

Além dessas faladas acima, há ainda as variações de tons, e cada tonalidade também tem uma interpretação.

Por tal motivo que a escolha das cores para uma marca não pode ser visto como algo sem importância, que se escolhe conforme a cor do time de futebol ou ainda preferência ao se vestir. As cores da marca também representam como a empresa pensa e têm que estar alinhadas aos objetivos e mensagem que se deseja comunicar.

*Fonte de pesquisa “The Psychology of Color” da autora Carey Jolliffe

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Sou Flavia Machado Okuyama, professora e empreendedora na área de Educação Profissional. Na vida, busco contribuir para que mulheres façam melhores negócios.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

Nunca pare de aprender, sempre há algo a melhorar

Nas mais diversas áreas encontramos profissionais que por já estarem há algum tempo exercendo as mesmas tarefas todos os dias ou vendendo os mesmos produtos, julgam que não há mais nada a aprender, principalmente quando trabalham em empresas ou com marcas já consolidadas.

 

As pessoas tendem a se acomodar e passam a atender ou executar suas tarefas sempre no mesmo ritmo, sem entusiasmo, chegam a ter um repertório padrão e tentam argumentar com todos os clientes da mesma maneira.

 

O interesse único é a remuneração, por que acreditam que tudo já está sabido. Se esquecem que as pessoas são diferentes, possuem variadas necessidades e muitas vezes determinado produto está sendo adquirido ou usado pelo o cliente pela primeira vez, logo ele precisa ser bem orientado.

 

Vivemos um problema cultural, pois a maior parte dos profissionais encaram o trabalho apenas como uma forma e sustento, alguns até status, mas poucos enxergam o seu ofício como uma oportunidade de bem servir.

 

Quando se tem consciência da utilidade do lugar que ocupa é muito mais prazeroso sair para trabalhar, se atende com mais alegria e dominar o que comercializa passa a ser indispensável.

 

O mundo está em constante movimento, a tecnologia está inserida em todos os âmbitos da nossa vida, num cenário de transformações diárias não há como se acomodar. Um bom profissional sempre terá que buscar novas fontes de informações sobre o que faz, a qualificação e a boa vontade terão que andar de mãos dadas o tempo todo.

 

Novos produtos ou reinvenções dos já existentes são uma realidade cada dia mais presente, por isso não busque saber apenas o básico, não trate seu artigo ou sua profissão de forma substancial, não perca a oportunidade de ser bom no que faz. Quem sabe pouco não explora todo o potencial de sua inteligência e limita o cliente de conhecer também.

 

 “Quanto mais suor derramado em treinamento menos sangue será derramado em batalha”.

Dale Carnegie

 

Se você se esforçar em conhecer bem seus produtos e o serviço que presta, quando precisar aplicar, esses aprendizados sairão naturalmente, você demonstra que detém o conhecimento sem precisar usar de outras habilidades de convencimento.

 

Está certo que hoje qualquer informação pode ser perguntada para a internet, mas a credibilidade de um profissional que está disponível para o cliente será sempre maior. E é tão bom sair de um estabelecimento com a certeza de que se fez um bom negócio e infinitamente gratificante para quem executou, terminar o dia de trabalho com a certeza de que fez bem feito.

 

Em qualquer esfera de relacionamento o elo mais forte da corrente, é o da confiança, mas nas relações comerciais esse também é o mais importante, pois se ele se romper, com o tanto de concorrentes que se tem, dificilmente haverá uma segunda chance. Por isso toda oportunidade é única, quem sabe integralmente o que indica ou faz e usa bem desse artifício certamente terá uma boa e consistente carteira de clientes.

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Sou Flavia Machado Okuyama, trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

Família, trabalho, vida social. Somos apenas um

Costumamos dizer que temos vida pessoal, vida profissional e vida social. E no dia a dia muitas vezes é difícil separarmos essas “vidas” porque na prática somos apenas um.

 

De que forma eu separo as coisas para que os problemas não interfiram de um âmbito a outro?

 

Com a enormidade de tarefas que fazem parte da vida moderna é humanamente comum que alguns aborrecimentos ou outras situações que enfrentamos ao longo de um dia acabem escapando como um desabafo ou até mesmo como uma descontração na pressão do ambiente. Seja em casa ou entre os colegas, somos seres movidos a emoções e sentimentos, não máquinas, mas saber se relacionar conforme o ambiente em que estamos circulando é preciso, pois os escapes são aceitáveis, o que inspira cuidado é para que estes não virem maus hábitos, que se tornam rótulos.

 

Não se exponha

Preserve-se, lembre-se de que muitos ali são apenas colegas, não tem interesse sincero em saber sobre sua vida particular, nem irão te ajudar a resolver um problema. Contar particularidades, pode ser constrangedor e acabar lhe prejudicando, se o ouvinte for um amigo íntimo guarde o assunto para quando estiverem em momento e local adequados.

 

 

Não aborreça

Não insista no assunto. Se houve a necessidade ou a vontade de falar, seja breve, jamais importune as pessoas com insistências ou ainda narrando detalhadamente os fatos, descontrair não significa distrair, mantenha o foco.

 

 

Você está sendo observado

O ser humano julga o tempo todo, a maneira como nos vestimos, como falamos, como nos comportamos, por isso, procure ser discreto e sensato. Nossas ações diárias são nossas maiores aliadas para o bom network. Não se trata apenas de “o chefe está de olho”, mas porque nunca sabemos o dia de amanhã e as boas indicações, assim como os tapetes puxados, vêm de onde menos se espera.

 

 

Preocupe-se com o seu entorno e com suas reações, se você demonstra ser uma pessoa correta, adequada, o respeito acontece de forma natural. O trabalho também é um organismo social e nosso melhor laboratório para o aprimoramento pessoal, passamos horas ali com pessoas com quem somos obrigados a conviver e onde cada ação causa um grande impacto umas sobre as outras.

 

As pessoas fazem os ambientes serem bons ou ruins, então dedique-se para ser correto sempre, onde estiver. Família, trabalho, vida pessoal, estão juntas, não há como separar, mas se você souber aproveitar o momento presente, saberá desapegar do que não faz parte do momento que está sendo vivido.

 

Cuide de você, cuide do seu emocional, aprenda a ter resistência ao que faz mal, marketing pessoal se faz com boas atitudes que viram hábitos saudáveis.

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

E o seu atendimento como está? Dá para melhorar?

Tenho falado em muitos artigos sobre o fator atendimento e do quanto os novos clientes valorizam um atendimento diferenciado, que toca o coração do consumidor. No cotidiano estamos acostumados nos aborrecer e a comentar os maus atendimentos, mas essa semana estive em alguns estabelecimentos que me chamaram atenção, que aquele atendimento profissional demais também não é o legal.

 

Um atendimento que não parece ser feito por uma pessoa e sim por um robô, não tem sorriso, não abre espaço para interação, também deixa a desejar. No artigo O que encanta o cliente falo que muito mais do que uniforme e uma maquiagem, o cliente busca ser aceito.

 

O profissionalismo é essencial, até porque o cliente não está em busca de um amigo para fazer churrasco no final de semana, ele está em busca de uma solução, mas dá para ser profissional e humano. Olhar para o cliente e procurar entende-lo, muito mais do que despachá-lo é o que rege as relações humanas, se você se comporta como um humanoide logo poderá ser substituído por desses.

 

Aliás, há uma diferença entre atender e se relacionar. O atendimento envolve cortesia, suprir necessidades e fazer uma interação curta e focada. O relacionamento vai mais fundo, ele aproxima empresa e consumidor, busca a compreensão dessas necessidades e se estende para o estar disponível ao consumidor.

 

Receber um cliente é como receber uma visita desejada na sua casa. Seja acima de tudo acolhedor, use o sorriso, o olho no olho se coloque verdadeiramente a sua disposição, com informações adequadas e a realização de todos os esforços necessários para ajuda-lo, sempre respeitando seu espaço.

 

O que todos nós esperamos de um atendimento? Respeito, atenção, interesse, eficiência, gentileza e encantamento. Todos queremos ser tratados de maneira profissional, mas o encantamento será o diferencial, sentir que é de verdade e não porque a empresa dita como regra. Leia também Relacionamento ou produto, o que você compra?

 

O cliente sente e percebe muito mais do que imaginamos, mesmo num curto espaço de tempo, por isso o espírito de atendimento ao cliente deve estar inserido em toda a organização. Todos os pontos de contato são importantes e devem ter a excelência em bem atender como um valor essencial e não apenas básico.

 

Cultive seu cliente, cuide dele como uma plantinha, coloque dedicação, carinho e verá o desenvolvimento de uma relação profissional, mas onde se tem confiança. Simplifique a vida do seu consumidor, ninguém mais tem tempo a perder, tão bom saber com quem contar.

 

Faça uma reflexão sobre como está cuidando dos seus clientes. Está oferecendo o que ele precisa ou o que ele merece? Você estava entre as tantas opções para ele comprar, foi escolhido, então faça essa escolha valer a pena, mostre à ele que na próxima vez vale ser a primeira ou porque não a única opção.

 

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A complexidade de um bom atendimento

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

Abra espaço para coisas novas entrar

Nas últimas semanas vimos a movimentação em torno do telejornal Jornal Hoje, apresentado pela TV Globo, nesse caso não foram as notícias que acontecem no mundo, mas sim a troca de apresentadores.

 

Sou fã desse jornal, aliás é o único programa que assisto na televisão aberta, por isso resolvi trazer o case.

 

O jornalista Evaristo Costa, que apresentou o telejornal por longos 14 anos anunciou sua saída por questões pessoais, alegando precisar de mais tempo com a família, para si e por não mais se sentir desafiado, já que vinha desenvolvendo o mesmo trabalho a tanto tempo.

 

No lugar dele, veio Dony De Nuccio, que há seis anos trabalha na emissora e vem galgando seu merecido espaço na mesma. Tenho acompanhado o jornal nesses últimos dias e parece incrível, mas realmente dá para sentir o bom astral em que o novo apresentador se encontra.

 

Da mesma forma, sigo o Evaristo Costa no Twitter e ele parece realmente mais leve.

 

Ao longo da minha carreira profissional vi isso acontecer algumas vezes, e acho interessante analisar o ciclo de vida das pessoas, falei sobre isso no artigo O que te move?

 

Para uns estar onde se está pode ser incômodo, não se percebe mais geração de resultados e aquele trabalho vai matando a pessoa aos poucos, dia após dia, porque os objetivos já foram alcançados. Para outros, que estão à espera de uma oportunidade, aquele lugar que você ocupa é tudo o que aquela pessoa gostaria de realizar e vai fazer tão bem feito, vai dar o seu melhor, porque era tudo que ela queria, sair do lugar em que se encontra, assim como você.

 

Percebe como se dá essa movimentação? Um sai para preencher novos espaços (talvez até espaços que estavam vazios na vida pessoal) e outro entra para preencher o que ficou livre e assim preenche com novas perspectivas.

 

Talvez muitas vezes nos falte coragem para largar tudo e recomeçar, talvez precise de planejamento, o fato é que ocupar espaços que não nos preenchem mais é nocivo a saúde, a nossa e a das pessoas ao redor. Quando estamos cansados a irritação aflora, o mau humor nos domina e contamina, sem perceber estamos jogando nossas frustrações nos que amamos em casa, nos colegas de trabalho, nos clientes ou no primeiro que passa em nossa frente.

 

Tenha cuidado, jamais apesar de qualquer tipo de insatisfação – pessoal ou profissional – cuspa no prato em que comeu, nunca fale mal de seus empregadores, empresa, colegas, chefes, enfim, não destile veneno por aí. Não macule sua imagem porque está passando por um mal momento, falo mais sobre isso no artigo: Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

 

Guarde suas percepções para si, o que não lhe serve mais, pode ser a chance que alguém estava esperando. E essa pessoa entrará tão satisfeita que não enxergará os defeitos, apenas oportunidades e sua empolgação será tamanha que ela conseguirá sim fazer diferente, por mais engessada que seja a empresa, porque ela está numa sintonia diferente da sua. Com o tempo ela própria descobrirá o que lhe incomoda.

 

A nossa atitude mental positiva ou negativa é capaz de mudar as situações, leia Bom dia alto astral! É um artigo sobre como pequenas mudanças simplificam nosso dia e o modo como vemos as coisas.

 

Se optou em seguir novos rumos liberte-se daquilo que foi passado, se concentre no que está por vir, seus próximos passos são muito importantes para que tenha sucesso em seus novos objetivos. Liberte-se das armadilhas que te impedem de crescer profissionalmente.

 

Fazer o que “nosso amigo” Evaristo Costa fez, não é uma decisão fácil, mas para quem está se sentindo sufocado pela mesmice do dia a dia é a solução, que beneficia a todos, pois a organização também abre a possibilidade de ver novos talentos se desenvolver.

 

E se for faxinar a vida, aproveite para esvaziar armários e guarda-roupas em casa também, sempre terá alguém para aproveitar aquele casaco que você não usa há anos. Livre-se das coisas que não tem mais valor para você, permita-se adquirir coisas novas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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O que te move?

Normalmente quando iniciamos no mercado de trabalho chegamos cheios de sonhos, garra e vontade de ajudar as pessoas e crescer profissionalmente, com o passar dos anos e a medida que esses objetivos vão sendo alcançados, ou não essa excitação vai diminuindo a ponto de fazermos porque trabalhar é necessário para se sustentar. Vivemos um momento não só de crise financeira, mas uma crise existencial por parte de muitos profissionais, cada vez mais a sociedade produtiva vem se dando conta que ganhar um bom salário, ser promovido de cargo, não são mais suficientes para realização profissional. Queremos mais!

 

A satisfação exacerbada nos bens de consumo que moveu o mundo do trabalho nos últimos cinquenta anos, está sendo substituída por reconhecimento e valorização. Essa geração que está aí produzindo freneticamente não se pergunta mais “porque”, mas sim “para que”, qual o propósito de tudo isso?

 

As empresas, na hora de contratar não buscam mais por mão de obra, querem talentos, querem reforçar seu time com conhecimento e sonhos. Mas em muitos casos, são incapazes de lidar com toda a expectativa do profissional, atarraxam a capacidade dessas pessoas com a pressão do dia a dia e com processos de gerenciamento defasados, que não fazem mais parte da linguagem dos clientes internos, nem tão pouco dos clientes externos. Pagam muitas vezes pela raridade de um profissional e cobram o retorno do investimento em salário, mas não abrem espaço para a inovação, que em muitos casos vem de soluções simples que não requerem de mais disposição financeira, e sim adaptações e boa vontade em ouvir novas ideias.

 

Quando se fala em reconhecimento e recompensas é bom ter em mente que se apesar da similaridade são de conceitos distintos. O reconhecimento trata da gratidão, da valorização, é a percepção do quanto essa pessoa está engajada com a empresa e, do quanto ela contribui para crescimento dela própria enquanto profissional e também de todas as habilidades que ela agrega ou poderia agregar a equipe. Já as recompensas tratam-se de premiações, gratificações e o quanto vai se tirar do caixa para dizer a esse profissional que ele gera lucros. E o que as pessoas buscam nos dias atuais, não tem preço, tem valor, a balança agora pende para o lado do reconhecimento, o que não significa dizer que a remuneração deixou de ser um fator de estímulo ao funcionário, mas só isso não é suficiente, as pessoas querem que seus sonhos sejam cuidados e respeitados.

 

As previsões dizem que logo teremos menos postos de trabalho em função do desenvolvimento cada vez mais avançado da inteligência artificial, porém aqueles postos que estiverem ocupados por pessoas precisarão ser vistos com mais sensibilidade e zelo, porque inovação só vem de seres humanos e os consumidores exigem cada vez mais entendimento, empatia e reciprocidade ou seja, sentimentos, algo que só pessoas podem exprimir, deixaremos a praticidade e a frieza das transações para os robôs. Num mundo do “descartável” o papel dos profissionais em atuação será de fazer a diferença pessoal na vida dos clientes e isso só se consegue quando os empregados vivenciam os valores da empresa, quando eles acreditam primeiro que o que se faz é importante de fato para as outras pessoas, do contrário será só uma história contada. Para ser legítimo os consumidores iniciais precisam ser os colaboradores.

 

Cuidar das pessoas é como cuidar da saúde da empresa, mais entusiasmo é sinônimo de menos faltas, menos rotatividade. As pessoas precisam ser estimuladas a exercitar seus talentos, trocar ideias, ser desafiadas, tem muita gente boa desmotivada só esperando uma oportunidade. Ao invés de buscar fora, porque não testar com quem está dentro da organização? O funcionário já conhece a cultura da empresa e despende de menos tempo para adaptação.

 

Mas a velha máxima, quem não é visto, não é lembrado, ainda permanece, então não vale se acomodar. Aqueles que buscam por esse reconhecimento devem estar atentos as oportunidades diárias, não há nada de errado em assumir responsabilidades e planejar uma carreira, com tanto que não prejudique nenhum colega ou vire o puxa saco de plantão, se prontificar para tarefas extras que possa cumprir ou ainda que desafiem uma habilidade que você tem e pode ser aprimorada, não tem nada desonesto, pelo contrário ajuda a demonstrar interesse. Entregar um pouco mais do que se pede, quando pertinente, também é um exercício para o bom desempenho e nessas pequenas mudanças de padrões comportamentais se percebe muitos talentos sufocados pela rotina.

 

Não coloque a culpa por frustações na empresa apenas, a carreira é pessoal e nunca da empresa, ela apenas aluga os serviços. Uma empresa só tem a capacidade de absorver a energia quando lhe é permitido, repense sobre a posição que ocupa, se sente desafiada, valorizada, se ainda haverá espaço para crescer, talvez não em cargo, mas como profissional. Antes de desistir da empresa analise se o que lhe impede de crescer e ser melhor, é o lugar onde ocupa ou a forma como se relaciona com sua profissão?

 

Não deixe que nenhum ambiente ou alguém ofusque o brilho daquilo que você realiza, faça um trabalho espetacular sempre, por que você merece, seu cliente merece. Ame trabalhar, como um artista no palco, porque essa é a sua obra. O comodismo acontece quando é permitido que ele se estabeleça, do contrário sempre haverá novas oportunidades de valorização e reconhecimento.

 

 

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Consultora e Palestrante, a Class Marketing nasceu da vontade de empreender e ajudar marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas. 

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O que talvez você não saiba sobre como causar uma boa impressão

Normalmente não temos consciência do poder que nossas ações exercem, mas as pessoas que não nos conhecem podem captar muitas informações nossas através do jeito como nos movemos, falamos e como lidamos com os outros.

 

Deixar uma boa impressão significa fazer as pessoas terem sentimentos positivos sobre a outra parte. O que vem em primeiro lugar é vital quando falamos de uma apresentação e primeira informação recebida a respeito de alguém.

 

A linguagem corporal por vezes nos confunde e nos deixa até desconsertados, principalmente em situações de negócios ou apresentação para alguém desconhecido, muitas vezes nos vemos naquele momento do que é desejável fazer para se cumprimentar.

 

Quem já não passou pela incerteza de quantos beijos dar, um, dois, três?

Ou já não teve aquela dúvida entre apertar a mão ou abraçar?

 

Apesar da etiqueta social se diversificar devido a fatores culturais, em nossa educação aprendemos que a linguagem corporal tem o que é adequado e inadequado fazer.

 

O aperto de mãos, para o mundo ocidental é sem dúvida o cumprimento mais praticado, mas apesar disso ainda é mal feito e muitas vezes não atende as expectativas.

 

Então como usar o aperto de mãos corretamente?

 

– O aperto de mãos sempre vem acompanhado de um olhar e um sorriso.

– Dura de 2 até 4 segundos.

– Deve ser firme, mas sem machucar.

– Ele é feito depois que a pessoa se apresenta.

– Usa-se sempre a mão direita.

– As mãos devem estar secas e desocupadas.

– E nunca se recusa um aperto de mãos.

 

Para os casos em que há muitas pessoas para cumprimentar ao mesmo tempo, ou ainda se as pessoas estão ao redor de uma mesa, faça uso do aceno.

 

Nós, latinos, temos a fama de sermos muito cordiais e simpáticos, o que se reflete na nossa etiqueta de apresentação, mas, apesar disso, no caso dos beijos e abraços, tenha cautela.

 

Embora essas manifestações abram espaço para um clima mais amável e propício para as conversas e amizades, há situações em que podem ser considerados “invasão” do espaço íntimo, por isso deixe para usá-los quando já existir alguma informalidade com a outra pessoa.

 

Mas há casos, em que a outra parte indica querer ser abraçada ou beijada, então retribua com um abraço breve e leve. A quantidade de beijos varia conforme as regiões do Brasil, mas o bom nunca é exagerar, dê um com o lado direito do rosto.

 

No caso de a pessoa vir com o segundo ou terceiro beijo, para não ficar aquele instante de desencontros face a face, uma dica é dar um beijo no rosto seguido de um abraço, dessa forma você já envolve a pessoa em um abraço, sem abrir espaço para mais contato.

 

E quando estamos sentados como cumprimentamos?

Quem levanta para quem?

 

– O anfitrião levanta sempre, esteja onde estiver a dica é levantar e ir buscar o convidado ou cliente até a porta. E quando a visita deixa o local, faz-se o mesmo.

 

– Homens levantam-se sempre quando alguém chega para cumprimenta-los.

 

– Mulheres só levantam quando se trata de pessoas hierarquicamente superiores a elas ou idosos.

 

Há diversos tipos de saudações e cumprimentos, como disse acima, esse é um fator cultural, os orientais, como japoneses, chineses e coreanos, reverenciam inclinando levemente a cabeça e o tórax, com os braços ao longo do corpo. A saudação com as duas mãos postas em forma de oração, na altura do peito é usada na Índia e Tailândia.

 

Em outros países, como os árabes, é comum o beijo entre homens.

 

Qualquer que seja a maneira diferente de cumprimento, utilize o velho e bom aperto de mãos sempre, por isso é importante acertá-lo. Depois mesmo que o convidado faça de forma diferenciada, retribua.

 

Há regras para etiqueta social para as mais diversas situações, e sei que muitas pessoas já consideram as formalidades das boas maneiras como fora de moda ou ainda um costume elitista, no entanto, para aqueles que querem firmar uma boa imagem, principalmente na carreira, não podem ignorar a importância da comunicação adequada.

 

Você pode e deve praticar as normas sociais sem parecer fiteiro, introduza esses hábitos na sua vida diária, quando praticamos a cortesia genuína, as pessoas percebem e reagem de uma maneira positiva. À medida que adquirimos mais segurança, sentimo-nos cada vez mais à vontade para a cortesia tornar-se um elemento integrante do nosso caráter.

 

Tratar bem os outros, com cortesia e respeito, é fundamental para a conquista da confiança e credibilidade.

 

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Com que roupa eu vou?

Quando trabalhamos em um lugar que não exige uniforme, normalmente é aquele dilema no dia anterior:

Com que roupa eu vou amanhã?

Ou quando a empresa estimula o casual friday, o pensamento pode ser:

Amanhã eu vou arrasar!

 

Embora essa seja uma maior inquietação feminina, os homens também devem prestar atenção e ter cuidado. Não é porque a empresa não dita regras de como se vestir que devemos nos esquecer do bom senso e ir de qualquer jeito ou ainda ousar fora da medida.

 

Nossa aparência é tão importante, que normalmente nos preocupamos com ela no dia da entrevista, porque queremos causar boa impressão. Certo?

 

Então a pergunta é:

Porque se importar somente em causar uma primeira boa impressão?

E o resto dos outros dias, vale causar qualquer impressão?

 

As pessoas se esquecem que a comunicação não verbal, depois da entrevista, continua imprimindo impressões sobre nós. Somos julgados e avaliados o tempo todo, e cuidar da aparência diariamente também causa impacto no valor da nossa marca pessoal.

 

 

Você até pode estar pensando que estou falando sobre futilidades de mulherzinha, porque o que vale de verdade é como desempenha as funções, mas construímos relevância por meio das nossas redes de contatos, e dependendo da forma como você se veste pode acabar construindo uma marca negativa, ao invés de ser lembrado pela competência.

 

 

Nunca esqueço que trabalhei num escritório onde os funcionários mais antigos contam uma história de um rapaz que no dia da entrevista foi vestido formalmente, usando terno, cabelo alinhado e postura impecável, foi admitido e no primeiro dia de trabalho, seu verdadeiro estilo foi revelado, numa bermuda skatista, boné, tênis folgado, camiseta com camisa xadrez por cima e correntes. Resumo da história, todos ficaram chocados e a drástica mudança do rapaz passou uma ideia de que não era confiável, não pela roupa em si, mas porque ele se apresentou de uma maneira e chegou para trabalhar de outra totalmente diferente, claro que também conta muito a cultura da empresa, nesse caso, falei de empresa familiar de pequeno porte, que apesar de não ditar regras sobre vestimentas, não aceitou bem a drástica mudança no estilo, tanto que aquele dia nunca mais foi esquecido, por quem está lá até hoje. E se você perguntar se ele era bom no que fazia, a resposta é: ninguém comenta sobre isso.

 

O ensinamento tirado desse relato, é que quando falamos em redes de contatos, o valor como marca é determinado pelo grupo que está a sua volta e não há como controlar como e o que as pessoas percebem, mas você pode gerenciar os sinais que determinam essa percepção.

 

Antes de sair de casa pondere que embora sua empresa não se importe com formalidades, vale sempre observar algumas regrinhas que nunca cabem em nenhum ambiente de trabalho, como:

 

 1. Decote inapropriado: pense que é constrangedor para o colega de trabalho, o cliente, para todos com quem irá interagir pessoalmente, sejam homens ou mulheres. É sempre difícil aquele momento de estar frente a frente e não saber para onde direcionar o olhar.

 

2. Barriga, cofrinho e lombinho à mostra: teste seus movimentos de sentar e levantar braços, antes de sair de casa, e se mesmo assim quiser arriscar, componha seu look com alguma peça que tenha mais comprimento e que vai complementar o espaço que ficaria em exposição.

 

3. Peças que mostram a lingerie: todos usam peças íntimas, elas não precisam ser reveladas durante o expediente.

 

4. Calça transparente: preste atenção antes de sair de casa, analise se tudo está escondido.

 

5. Costas nuas: lembre-se, você não está indo para a balada, a ocasião é o seu trabalho, se for sexta-feira e depois do expediente você tem a intensão de dar aquela esticada, use um blazer (o tempo todo).

 

 6. Camiseta com furos: cuidado, muitas vezes achamos que um ou outro furinho é tão pequeno que não será notado. A má notícia é que sempre tem alguém que percebe e não pega bem. Causa a impressão de desleixo.

 

 7. Camiseta de time de futebol: demonstrar amor ao clube é ótimo, eu também gosto, principalmente se o time está em boa fase. Mas no trabalho não é apropriado. Deixe para usar esse acessório no estádio, no churrasco com os amigos, enfim, em momentos de lazer.

 

Cada um tem seu estilo, mas no trabalho mais importante que ser autêntico no modo de vestir, o que vale é passar credibilidade.

 

Obviamente que aparência não é tudo, já falamos sobre isso no artigo Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações. Mas sabemos que no mundo do marketing uma embalagem bacana também conta na hora do consumidor levar o produto para casa.

 

Nunca sabemos o que o futuro nos reserva, o mercado é dinâmico, de fornecedor você pode vir a se tornar um cliente, de colaborador à sócio, o cliente pode ser seu empregador, pense que não importa sua posição hoje, as impressões ficam para sempre.

 

No mundo do marketing corporativo procure causar impacto nas suas características como profissional e não pela espontaneidade do seu visual.

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Respeite o tempo

Tempo atualmente é artigo de luxo, por isso quem valoriza o tempo dos outros, também acaba sendo valorizado.

 

Todos temos uma vida corrida e cheia de afazeres, logo não podemos brincar com a disponibilidade das pessoas, nem tão pouco com a nossa, por isso planejar nosso dia é fundamental, para não entrarmos num ciclo de “apagar incêndios” em tempo integral de nossas vidas.

 

Quando permitimos que a tarefas se sobreponham uma a outra, passamos a viver sob uma pressão muito maior, e o que é pior, acabamos também atropelando o tempo das pessoas que estão a nossa volta.

 

Ficou de lição uma vez, quando ainda era estagiária numa agência de viagens, eu era a única do atendimento na loja naquele momento e enquanto eu atendia um cliente, tocou o telefone e ao atender eu permiti que a conversa se alongasse.

 

O cliente que estava sentado na minha frente, pediu licença e me disse o seguinte: “eu vim até aqui, porque era o tempo que eu tinha para resolver o meu problema, mas se você não pode me dar atenção vou embora e peço para minha secretária ligar.”

 

Num primeiro momento me pareceu grosseria da parte dele, ter me feito essa colocação, a final eu estava sozinha na agência e não podia deixar o telefone tocando. Mas depois analisando a situação, vejo que a grosseria foi minha e ele tinha razão, o meu tempo devia ser dedicado a quem chegou primeiro.

 

A pessoa do outro lado da linha obviamente não sabia o que estava acontecendo lá dentro, mas cabia a mim, pedir o número do telefone e retornar à ligação depois, porque quem estava na minha frente era a prioridade.

 

Nesse caso, me lembro que eu quis otimizar o tempo, e com isso passei a atender os dois clientes ao mesmo tempo, em outras palavras, estava fazendo tudo e não fazendo nada direito.

 

Nossa mania de atropelar as coisas, prejudica nossa produtividade a medida em que desperdiçamos energia em ações desconexas, por isso muitas vezes chegamos ao final do dia muito mais cansados do que o normal, ou com aquela de sensação de que fez tanta coisa, mas não rendeu nada e no outro dia tem muito mais para finalizar.

 

Em meio a uma agenda lotada de tarefas não adianta se angustiar com o medo de não dar conta, mas sim estabelecer e organizar as prioridades para que o longo do dia transcorra mais facilmente.

 

Gerenciar o tempo é usá-lo a seu favor e com sabedoria, por isso listei algumas dicas que ajudam fazer o dia andar para frente.

# 1 Crie sistemas fáceis de usar

 

Organize seus e-mails em pastas, mantenha a sua mesa em ordem, processos catalogados, tem uma máxima que diz “na minha bagunça eu me acho”, mas muitas vezes não é dessa forma.

 

Também se um dia, por algum motivo, você precisar se ausentar, estando tudo nos devidos lugares seus colegas poderão encontrar os documentos sem demora ou sem precisar te importunar. Ter lugar certo para as coisas facilita que a comunicação flua.

# 2 Fuja do retrabalho

 

Leia com atenção, faça bem feito e com dedicação, revise antes de entregar, melhor perder tempo com pequenos ajustes do que fazer tudo ou grande parte outra vez.

 

Antes de ligar para um cliente, por exemplo, tenha o seu processo em mãos, estude o caso, isso evita ter que retornar a ligação por causa de informações que já estão pautadas e o cliente tenha dúvidas. Estar atento aos fatos, gera confiança, tenha em mente que se você ligou para falar não pode estar alienado a circunstância.

 

#3 Planeje sua visita

 

Ao fazer uma visita, planeje-se, não apenas no horário, mas levante as informações que serão necessárias para a negociação, reúna o material que irá precisar. O conjunto dessas ações transmite a mensagem de organização e bom preparo, lhe dá mais segurança, abrindo espaço para que sua performance tenha mais chance de sucesso.

 

Se precisar marcar com um cliente fora do horário comercial, adiante tudo o que for possível, deixe pronto, evite que o tempo já excedido se estenda noite a dentro. Nessas situações é comum que ambas as partes queiram ir para casa descansar o mais rápido possível.

 

# 4 Verifique a disponibilidade

 

Quando ligar, primeiro pergunte se a pessoa tem disponibilidade em falar com você, não engate uma primeira e saia despejando informações, que talvez não seja o momento adequado para ela tratar sobre o assunto.

Respeite o tempo que lhe for dado, pedir 10 minutos do tempo de alguém e a conversa se alongar por horas, além de causar má impressão, quando o tempo exceder, tenha certeza de que tudo que falar será apenas blábláblá, pois a atenção já foi desviada.

 

# 5 Avise se precisar transferir 

 

Nunca, jamais, marque e não compareça sem avisar com antecedência. Mas lembre-se que para desmarcar você precisa ter um motivo realmente muito justo, caso contrário ele é indesculpável.

 

Para aqueles que conseguem respeitar o tempo das coisas, nem sempre as 24h serão poucas.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

Em tempos de relações superficiais conhecer pessoas que realmente se preocupam em serem cumpridores do que dizem é um bem valioso.

 

O tempo todo nos costumamos fazer promessas que não podemos cumprir, não que nossa intenção seja a mentira, mas porque nos acostumamos a dizer meias-verdades, de forma que nem nos damos conta do mau hábito que acabamos criando.

 

“Em um minuto já te passo.”

E o um minuto, virou em horas.

“Até amanhã isso estará pronto.”

E o amanhã virou dias.

“Vou ver e já te ligo.”

E a pessoa precisa retornar à ligação, porque a mesma não acontece.

 

Por exemplo, canso de ir em lojas onde o produto que estou a procura está anunciado na internet e não ainda disponível no estabelecimento, e os vendedores me prometem que ligarão assim que chegar, e eu estou até hoje esperando #sqn.

 

O fato é que, embora essas práticas já tenham virado expressões corriqueiras do dia-a-dia, elas são promessas que fizemos e não cumprimos.

 

A escolha do que dizemos precisa ser levada a sério, pois quando nos comprometemos em fazer algo, temos que ter consideração com a pessoa a quem prometemos, afinal essa pessoa está contando conosco.

 

 Cumprir o acordo é também respeitar a nós mesmos, pois colocamos em jogo a credibilidade para nossa reputação.

 

Quando assumimos um compromisso, é como se assinássemos um contrato, e nossa assinatura é a nossa credibilidade, uma palavra que deixa de ser cumprida é como se amassássemos esse papel, que depois de enrugado jamais voltará a ser liso. E a credibilidade que leva tempo para ser conquistada, em instantes pode ser desconstruída.

 

Tanto nas relações pessoais, como nas profissionais, o grau de confiabilidade em alguém não se mede por seu status, mas pelas atitudes que você pratica. O grau de confiança é o resultado de uma combinação do que somos com o que fazemos.

 

Credibilidade é o maior bem que se pode adquirir ao longo da vida.

 

O modo e a franqueza como tratamos as outras pessoas, define nosso grau de comprometimento com as situações.

 

E como é bom poder contar com alguém! No ambiente de trabalho então é ótimo!

 

Ter a confiança de que aquele processo está nas mãos certas, que a pessoa irá assumir a responsabilidade e honrar o compromisso.

 

Ou ainda, trabalhar numa empresa onde o mundo pode estar desabando lá fora, mas se tem a tranquilidade de que as promessas e os compromissos assumidos com você serão honrados independente de qualquer dificuldade.

 

Claro que erros e enganos não estão descartados porque há credibilidade, mas o fato de você ser transparente em tudo que faz, irá lhe assegurar créditos para esses momentos de imprevistos.

 

Situações como dizer um “não” pode ser difícil, mas é necessário quando você realmente não puder realizar. A sinceridade mesmo que doída, é muito mais vantajosa do que ser rotulado como o enrolão.

 

Assumir a vulnerabilidade nunca é sinal de fraqueza ou incompetência, pelo contrário, antecipar-se ao cenário e pedir mais prazo, pedir ajuda, admitir falhas e pedir desculpas, comunica que você é uma pessoa preocupada e honesta.

 

Todos entendemos que as coisas podem dar errado, o que o incomoda nesses momentos de tensão, são as desculpas. É muito chato quando contamos com alguém e essa pessoa frustra nossas expectativas, além do prejuízo de tempo perdido, fica aquela imagem de descrédito que a pessoa criou.

 

Tenha sempre uma conduta correta e nunca se baseie pelas peripécias que os colegas chegados na malandragem, dizem fazer. Sempre colhemos o que semeamos, e se você plantar ética, respeito, parceria, consideração, será o que o universo lhe devolverá.

 

“Pessoas de caráter fazem a coisa certa não porque elas acham que isso irá mudar o mundo, mas porque elas se recusam a serem mudadas pelo mundo.”

Michael Josephson

 

Em meio a tanta falsidade, a maioria das pessoas buscam relacionamentos duradouros e naturalmente se ligam aqueles que conquistam e merecem confiança.

 

E o mesmo acontece no mundo dos negócios, em meio a tantos profissionais que se corrompem em nome da guerra, pequenas diferenças de comportamento e atitudes podem resultar numa enorme vantagem competitiva.

 

Então na próxima vez em que for fazer alguma promessa tenha cuidado e escolha bem as palavras.

 

“Depois lhe dou retorno.”

Retorne, nem que seja para dizer que ainda não resolveu.

 

Constituir e manter uma reputação coerente exige esforço e vigilância, mas, aos poucos você sente as recompensas no seu equilíbrio emocional e na maneira como as pessoas a sua voltam passam a lhe perceber.

 

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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