Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

Nunca pare de aprender, sempre há algo a melhorar

Nas mais diversas áreas encontramos profissionais que por já estarem há algum tempo exercendo as mesmas tarefas todos os dias ou vendendo os mesmos produtos, julgam que não há mais nada a aprender, principalmente quando trabalham em empresas ou com marcas já consolidadas.

 

As pessoas tendem a se acomodar e passam a atender ou executar suas tarefas sempre no mesmo ritmo, sem entusiasmo, chegam a ter um repertório padrão e tentam argumentar com todos os clientes da mesma maneira.

 

O interesse único é a remuneração, por que acreditam que tudo já está sabido. Se esquecem que as pessoas são diferentes, possuem variadas necessidades e muitas vezes determinado produto está sendo adquirido ou usado pelo o cliente pela primeira vez, logo ele precisa ser bem orientado.

 

Vivemos um problema cultural, pois a maior parte dos profissionais encaram o trabalho apenas como uma forma e sustento, alguns até status, mas poucos enxergam o seu ofício como uma oportunidade de bem servir.

 

Quando se tem consciência da utilidade do lugar que ocupa é muito mais prazeroso sair para trabalhar, se atende com mais alegria e dominar o que comercializa passa a ser indispensável.

 

O mundo está em constante movimento, a tecnologia está inserida em todos os âmbitos da nossa vida, num cenário de transformações diárias não há como se acomodar. Um bom profissional sempre terá que buscar novas fontes de informações sobre o que faz, a qualificação e a boa vontade terão que andar de mãos dadas o tempo todo.

 

Novos produtos ou reinvenções dos já existentes são uma realidade cada dia mais presente, por isso não busque saber apenas o básico, não trate seu artigo ou sua profissão de forma substancial, não perca a oportunidade de ser bom no que faz. Quem sabe pouco não explora todo o potencial de sua inteligência e limita o cliente de conhecer também.

 

 “Quanto mais suor derramado em treinamento menos sangue será derramado em batalha”.

Dale Carnegie

 

Se você se esforçar em conhecer bem seus produtos e o serviço que presta, quando precisar aplicar, esses aprendizados sairão naturalmente, você demonstra que detém o conhecimento sem precisar usar de outras habilidades de convencimento.

 

Está certo que hoje qualquer informação pode ser perguntada para a internet, mas a credibilidade de um profissional que está disponível para o cliente será sempre maior. E é tão bom sair de um estabelecimento com a certeza de que se fez um bom negócio e infinitamente gratificante para quem executou, terminar o dia de trabalho com a certeza de que fez bem feito.

 

Em qualquer esfera de relacionamento o elo mais forte da corrente, é o da confiança, mas nas relações comerciais esse também é o mais importante, pois se ele se romper, com o tanto de concorrentes que se tem, dificilmente haverá uma segunda chance. Por isso toda oportunidade é única, quem sabe integralmente o que indica ou faz e usa bem desse artifício certamente terá uma boa e consistente carteira de clientes.

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Sou Flavia Machado Okuyama, trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

O que talvez você não saiba sobre como causar uma boa impressão

Normalmente não temos consciência do poder que nossas ações exercem, mas as pessoas que não nos conhecem podem captar muitas informações nossas através do jeito como nos movemos, falamos e como lidamos com os outros.

 

Deixar uma boa impressão significa fazer as pessoas terem sentimentos positivos sobre a outra parte. O que vem em primeiro lugar é vital quando falamos de uma apresentação e primeira informação recebida a respeito de alguém.

 

A linguagem corporal por vezes nos confunde e nos deixa até desconsertados, principalmente em situações de negócios ou apresentação para alguém desconhecido, muitas vezes nos vemos naquele momento do que é desejável fazer para se cumprimentar.

 

Quem já não passou pela incerteza de quantos beijos dar, um, dois, três?

Ou já não teve aquela dúvida entre apertar a mão ou abraçar?

 

Apesar da etiqueta social se diversificar devido a fatores culturais, em nossa educação aprendemos que a linguagem corporal tem o que é adequado e inadequado fazer.

 

O aperto de mãos, para o mundo ocidental é sem dúvida o cumprimento mais praticado, mas apesar disso ainda é mal feito e muitas vezes não atende as expectativas.

 

Então como usar o aperto de mãos corretamente?

 

– O aperto de mãos sempre vem acompanhado de um olhar e um sorriso.

– Dura de 2 até 4 segundos.

– Deve ser firme, mas sem machucar.

– Ele é feito depois que a pessoa se apresenta.

– Usa-se sempre a mão direita.

– As mãos devem estar secas e desocupadas.

– E nunca se recusa um aperto de mãos.

 

Para os casos em que há muitas pessoas para cumprimentar ao mesmo tempo, ou ainda se as pessoas estão ao redor de uma mesa, faça uso do aceno.

 

Nós, latinos, temos a fama de sermos muito cordiais e simpáticos, o que se reflete na nossa etiqueta de apresentação, mas, apesar disso, no caso dos beijos e abraços, tenha cautela.

 

Embora essas manifestações abram espaço para um clima mais amável e propício para as conversas e amizades, há situações em que podem ser considerados “invasão” do espaço íntimo, por isso deixe para usá-los quando já existir alguma informalidade com a outra pessoa.

 

Mas há casos, em que a outra parte indica querer ser abraçada ou beijada, então retribua com um abraço breve e leve. A quantidade de beijos varia conforme as regiões do Brasil, mas o bom nunca é exagerar, dê um com o lado direito do rosto.

 

No caso de a pessoa vir com o segundo ou terceiro beijo, para não ficar aquele instante de desencontros face a face, uma dica é dar um beijo no rosto seguido de um abraço, dessa forma você já envolve a pessoa em um abraço, sem abrir espaço para mais contato.

 

E quando estamos sentados como cumprimentamos?

Quem levanta para quem?

 

– O anfitrião levanta sempre, esteja onde estiver a dica é levantar e ir buscar o convidado ou cliente até a porta. E quando a visita deixa o local, faz-se o mesmo.

 

– Homens levantam-se sempre quando alguém chega para cumprimenta-los.

 

– Mulheres só levantam quando se trata de pessoas hierarquicamente superiores a elas ou idosos.

 

Há diversos tipos de saudações e cumprimentos, como disse acima, esse é um fator cultural, os orientais, como japoneses, chineses e coreanos, reverenciam inclinando levemente a cabeça e o tórax, com os braços ao longo do corpo. A saudação com as duas mãos postas em forma de oração, na altura do peito é usada na Índia e Tailândia.

 

Em outros países, como os árabes, é comum o beijo entre homens.

 

Qualquer que seja a maneira diferente de cumprimento, utilize o velho e bom aperto de mãos sempre, por isso é importante acertá-lo. Depois mesmo que o convidado faça de forma diferenciada, retribua.

 

Há regras para etiqueta social para as mais diversas situações, e sei que muitas pessoas já consideram as formalidades das boas maneiras como fora de moda ou ainda um costume elitista, no entanto, para aqueles que querem firmar uma boa imagem, principalmente na carreira, não podem ignorar a importância da comunicação adequada.

 

Você pode e deve praticar as normas sociais sem parecer fiteiro, introduza esses hábitos na sua vida diária, quando praticamos a cortesia genuína, as pessoas percebem e reagem de uma maneira positiva. À medida que adquirimos mais segurança, sentimo-nos cada vez mais à vontade para a cortesia tornar-se um elemento integrante do nosso caráter.

 

Tratar bem os outros, com cortesia e respeito, é fundamental para a conquista da confiança e credibilidade.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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