Marketing Pessoal

Família, trabalho, vida social. Somos apenas um

Costumamos dizer que temos vida pessoal, vida profissional e vida social. E no dia a dia muitas vezes é difícil separarmos essas “vidas” porque na prática somos apenas um.

 

De que forma eu separo as coisas para que os problemas não interfiram de um âmbito a outro?

 

Com a enormidade de tarefas que fazem parte da vida moderna é humanamente comum que alguns aborrecimentos ou outras situações que enfrentamos ao longo de um dia acabem escapando como um desabafo ou até mesmo como uma descontração na pressão do ambiente. Seja em casa ou entre os colegas, somos seres movidos a emoções e sentimentos, não máquinas, mas saber se relacionar conforme o ambiente em que estamos circulando é preciso, pois os escapes são aceitáveis, o que inspira cuidado é para que estes não virem maus hábitos, que se tornam rótulos.

 

Não se exponha

Preserve-se, lembre-se de que muitos ali são apenas colegas, não tem interesse sincero em saber sobre sua vida particular, nem irão te ajudar a resolver um problema. Contar particularidades, pode ser constrangedor e acabar lhe prejudicando, se o ouvinte for um amigo íntimo guarde o assunto para quando estiverem em momento e local adequados.

 

 

Não aborreça

Não insista no assunto. Se houve a necessidade ou a vontade de falar, seja breve, jamais importune as pessoas com insistências ou ainda narrando detalhadamente os fatos, descontrair não significa distrair, mantenha o foco.

 

 

Você está sendo observado

O ser humano julga o tempo todo, a maneira como nos vestimos, como falamos, como nos comportamos, por isso, procure ser discreto e sensato. Nossas ações diárias são nossas maiores aliadas para o bom network. Não se trata apenas de “o chefe está de olho”, mas porque nunca sabemos o dia de amanhã e as boas indicações, assim como os tapetes puxados, vêm de onde menos se espera.

 

 

Preocupe-se com o seu entorno e com suas reações, se você demonstra ser uma pessoa correta, adequada, o respeito acontece de forma natural. O trabalho também é um organismo social e nosso melhor laboratório para o aprimoramento pessoal, passamos horas ali com pessoas com quem somos obrigados a conviver e onde cada ação causa um grande impacto umas sobre as outras.

 

As pessoas fazem os ambientes serem bons ou ruins, então dedique-se para ser correto sempre, onde estiver. Família, trabalho, vida pessoal, estão juntas, não há como separar, mas se você souber aproveitar o momento presente, saberá desapegar do que não faz parte do momento que está sendo vivido.

 

Cuide de você, cuide do seu emocional, aprenda a ter resistência ao que faz mal, marketing pessoal se faz com boas atitudes que viram hábitos saudáveis.

 

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Branding, Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

O que o Branding pode fazer por sua empresa

O termo Branding está muito em alta no mundo do marketing e dos negócios, ele se origina da palavra brand, que significa “marca” em inglês. Mas afinal qual é a mágica dessa nova palavra? O que ela pode fazer para o crescimento de sua empresa?

 

Branding “consiste no conjunto de atividades que se destinam exclusivamente a gestão de uma marca”, ou seja, ele consiste no estudo profundo da sua marca e no que ela significa para o seu cliente.

 

As estratégias de branding ajudam a identificar a essência da sua empresa e transforma isso em diferenciação, com base nos seus valores e nas suas competências mais importantes. O branding sai do campo da propaganda e parte para a garantia de que a experiência de satisfação do cliente estará em todos os pontos de contato da empresa.

 

Quando você implanta as estratégias de branding corretamente, você para de anunciar o quanto é bom no que faz, e deixa que os clientes percebam e reconheçam o quanto você é importante para eles.

 

Ao contrário do que as vezes tem se visto por aí, onde as empresas apenas enfeitam os nomes de seus produtos ou serviços para justificar um aumento de preços, mas na prática continuam atuando da forma costumeira de sempre. Quem investe no serviço de consultoria em branding, sabe que sua ação é realmente profunda e detalhada, que vai desde da investigação do design até o gerenciamento constante da marca, com intuito de acompanhar suas expressões, otimizar relações com os públicos-alvo, e não apenas elevar o valor econômico, mas principalmente o valor de promessa da marca.

 

O branding potencializa suas vendas a partir do momento que engloba todas suas principais características na comunicação, o que gera percepção e expectativa no cliente. Isso vai desde o nome da organização, o logotipo, as cores, a filosofia e missão de trabalho até o seu comportamento diante das situações não previstas no dia a dia.

 

Apesar de hoje em dia não haver singularidade nos produtos ou serviços, é possível se destacar pela diferenciação. Cada marca é única e o branding revitaliza as suas particularidades.

E então como seu cliente lhe vê?

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Aumente suas vendas com o Marketing de Relacionamento com o Cliente

“Tocar o espírito humano implica em fazer a diferença na vida das pessoas. Lembre-se de que a sua missão está em primeiro lugar, o retorno financeiro vem como resultado”.

 

Essas palavras eu encontrei no livro: Marketing 3.0. As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Onde um dos autores é Philip Kotler.

 

A vários artigos venho falando que os consumidores estão mudando e por isso a forma de abordagem também precisa se transformar. Você quando está na condição de cliente não acha desagradável quando um vendedor te trata como se você fosse a última carne no açougue? Pois é…

 

O novo consumidor não se detém mais apenas no produto e no quanto ele custa. O novo consumidor busca a solução para o seu problema, desde da compra até o suporte que ele receberá caso necessário. 

 

Por isso, com a correria e a loucura do mundo lá fora, as prioridades estão mudando, novo o consumidor deixa o seu dinheiro com quem lhe oferece segurança e nas atuais relações comerciais a transparência é fundamental.

 

As empresas que estiverem preparadas com o foco no cliente, atentas a captar suas principais necessidades e a oferecerem algo diferente resistirão aos novos tempos. O foco nas vendas acabou.

 

Desse momento em diante quem dita as regras é o marketing de relacionamento com o cliente, que trabalha o tempo todo com os elementos fundamentais para uma relação genuína: a paixão pelo que se faz e o respeito aos clientes.

 

Nesse cenário que vem se desenhando entra o profissional de Marketing de Relacionamento com o Cliente, que tem por finalidade ajudar as empresas a organizar suas informações e somente a partir disso desenvolver ações totalmente voltadas ao interesse de seus consumidores.

 

Através da observação dos clientes é possível mapear perfis comportamentais e de compras, analisando por exemplo:

– Periodicidade com que ele costuma comprar;

– Traçar indicadores de renda e volume de consumo;

– Qual seu tempo de vida útil com relação aos produtos oferecidos;

– Suas preferências e particularidades;

– Estudar sobre o quanto as redes sociais lhes influenciam e, por meio delas, colher informações que podem ser úteis na hora de uma abordagem personalizada.

 

Um cliente que entra no estabelecimento já revela muitas coisas, saber interpretar esses sinais e essa comunicação é de grande importância para uma empresa que se preocupa em realmente ser diferente e oferecer o melhor.

 

Além do mais, ao compreender o consumidor também é possível designar as pessoas certas para atende-lo ou ainda implementar programas de fidelidade que ofereçam valor a ele, e que são satisfatórios também para a empresa.

 

O estreitamento do relacionamento com o cliente dá trabalho e despende tempo, mas uma vez implementada a cultura de cuidado com o cliente e a aplicação desses conhecimentos como forma de estratégia, passa a ser mais fácil fazer a gestão de clientes.

 

Todos esses motivos nos mostram que priorizar ações voltadas ao relacionamento com o consumidor é um meio de obter melhores resultados financeiros.

 

Muitas empresas adquirem softwares de CRM mas não se preocupam em contratar alguém com conhecimentos específicos em Gestão de Relacionamento com o Cliente, logo todo o potencial da ferramenta não é aproveitado e o que era para ser um investimento, torna-se uma despesa.

 

A aquisição desses instrumentos nem sempre é necessária, com organização é possível fazer a coleta e medição dos dados e aplicar um bom CRM em pequenas empresas também. Quando se conhece o cliente e se observa o comportamento dele a conquista se dá de maneira natural.

 

Bater metas é imprescindível para a boa saúde das empresas, mas para crescer de forma sustentável agora é preciso ter um olhar diferente. É preciso ser bom para a organização, mas principalmente é necessário ser relevante e satisfatório para o consumidor.

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Clientes: Atrair x Fidelizar

Investir em marketing para atrair mais clientes é sempre fundamental, principalmente para empresas que estão começando, mas você já deve ter ouvido a célebre frase do Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”.

 

A atração normalmente requer investimentos mais altos e uma estratégia bem menos direcionada, você pode até prever quem é o público que vai ser atingido tendo em vista as características do seu produto ou serviço, mas mesmo assim, até descobrir onde estão esses consumidores terá que empregar dinheiro e tempo para que eles saibam que você existe e ainda ser reconhecido como diferente para que experimentem o que você tem a oferecer.

 

A atração sempre será imprescindível para uma empresa, pois assim como a vida tem seu ciclo: nascer, crescer, multiplicar e morrer, os consumidores também têm. A diferença é que talvez muitos desses consumidores nem cheguem na segunda fase, em certos estabelecimentos.

 

Nunca se despreza nenhum tipo de cliente, nem por sua aparência, nem pelo seu budget, nem porque ele é novo. Quando você atrai primeiro é preciso mensurar o quanto lhe custou trazer esse cliente, e, segundo, atrair um cliente é a única oportunidade que você tem de mostrar o quanto é bom no que faz, quais os valores que sua empresa sustenta e a missão que representa estar ali.

 

Por essa razão, só atrair não é suficiente. A fidelização de clientes sempre será a chave para vender mais e melhor, o contato inicial com um consumidor é a semente para iniciar uma campanha de fidelização.

 

Você já viveu a experiência de ter recebido uma cortesia ou um desconto promocional para experimentar um serviço ou produto, e este não ter sido satisfatório porque foi realizado de malgrado, com aquele rótulo: “cliente de promoção”?

 

Pois é, nesses casos, o tiro sai pela culatra. Talvez o funcionário que atende ou o próprio dono não calcula o quanto lhe custa a cortesia ou o desconto, mas tenha certeza de que “grátis” não é. E o pior, perde a chance desse consumidor voltar e pagar integralmente pelo serviço, ou até mesmo indicar para mais pessoas.

 

Atender bem vai muito além do que tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o que atraiu aquele cliente até a sua empresa, que expectativa você criou que fez com que ele mudasse seus hábitos e trocasse de fornecedor.

 

Estimule o diálogo.

Estude e pesquise os dados desse consumidor.

Agrupe os clientes pela semelhança.

Ofereça soluções adequadas às necessidades deles.

Quando você organiza e entende as informações do seu cadastro de clientes encontra novas formas de obter retorno financeiro.

 

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Social CRM

A importância da gestão responsável das redes sociais

As redes sociais já ocupam um espaço importante no mundo, por meio delas atualmente a opinião pública ganhou força e está alterando o comportamento de consumo e forçando as empresas e meios de comunicação tradicionais a pensar de forma diferenciada.

 

O consumidor atual busca bem mais do que qualidade nos produtos, ele quer se aproximar das marcas que consome, quer ser visto como alguém importante para a empresa, por isso está cada vez mais participativo no relacionamento com quem faz negócios e as redes sociais tem sido grande aliada nesse novo processo de relacionamento.

 

Elas são bem mais do que vitrines digitais, são poderosas armas para estratégia de relacionamento com o cliente, independentemente do tamanho da empresa agora é possível fazer CRM de uma forma diferenciada.

 

As fanpages permitem que as empresas se aproximem de seus clientes, o que facilita a vida deles. A maior parte das pessoas já prefere se comunicar nesses canais ao usar o telefone, por exemplo. Trocar informações por ali mesmo, agendar serviços, tirar dúvidas, dar opiniões sobre os produtos e serviços, classificar a qualidade do atendimento e saber o tempo em que as empresas costumam prestar uma resposta, são algumas das possibilidades.

 

Por tudo isso, para que uma página seja realmente efetiva ela precisa ser gerenciada com precisão, é necessário muito mais do que vez ou outra fazer uma publicação, ela precisa ser atrativa e interessante para que o público que curtiu continue participando ativamente.

 

Quanto mais conteúdo interessante, maior a chance de haver curtidas, comentários e compartilhamentos, ou seja, todos os itens que dão maior visibilidade as postagens e notoriedade para uma página. Estamos numa era em que pessoas querem ver pessoas, querem informações úteis, sentir que as coisas são de verdade e não serem abordadas meramente de forma comercial.

 

 

Gerenciar uma marca nos canais on-line é uma tarefa de grande responsabilidade e jamais pode ser feita pelo adolescente que sabe brincar com as redes sociais. Sua marca transmite ideias, fixa um conceito e precisa motivar um bom relacionamento com o cliente e as páginas profissionais são ideais para criar fóruns e receber feedbacks. Através das interações é possível construir relações personalizadas e revertê-las em negócios rentáveis.

 

 

Tudo que é postado deve ser medido, saber o que está funcionando, o que não está, saber quem o seu público que participa e de que forma. Mensurar resultados é uma grande ferramenta que norteia as próximas ações que a empresa irá tomar, ajuda as empresas a criar campanhas de forma direcionada, segmentar o público conforme gostos e interesses.

Olha que bacana, você pode investir exatamente em quem lhe interessa!

 

A gestão de redes sociais requer tempo e conhecimentos técnicos, por isso, é importante ter um profissional devidamente habilitado para prestar esse serviço, o Social CRM centraliza dados de experiência on-line, transforma esses dados em insights e ações dirigidas, desenvolve conteúdo e mapeia necessidades.

 

Além disso, cada vez mais os consumidores estão usando as redes sociais para colocar seus descontentamentos em relação a empresas, produtos e serviços, não ter um gerenciamento adequado nesses casos pode ser catastrófico, uma vez que o impacto de uma reclamação em uma rede social pode causar danos irreparáveis à uma marca. Mas isso é assunto para outro artigo…

 

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Marketing Pessoal

O que talvez você não saiba sobre como causar uma boa impressão

Normalmente não temos consciência do poder que nossas ações exercem, mas as pessoas que não nos conhecem podem captar muitas informações nossas através do jeito como nos movemos, falamos e como lidamos com os outros.

 

Deixar uma boa impressão significa fazer as pessoas terem sentimentos positivos sobre a outra parte. O que vem em primeiro lugar é vital quando falamos de uma apresentação e primeira informação recebida a respeito de alguém.

 

A linguagem corporal por vezes nos confunde e nos deixa até desconsertados, principalmente em situações de negócios ou apresentação para alguém desconhecido, muitas vezes nos vemos naquele momento do que é desejável fazer para se cumprimentar.

 

Quem já não passou pela incerteza de quantos beijos dar, um, dois, três?

Ou já não teve aquela dúvida entre apertar a mão ou abraçar?

 

Apesar da etiqueta social se diversificar devido a fatores culturais, em nossa educação aprendemos que a linguagem corporal tem o que é adequado e inadequado fazer.

 

O aperto de mãos, para o mundo ocidental é sem dúvida o cumprimento mais praticado, mas apesar disso ainda é mal feito e muitas vezes não atende as expectativas.

 

Então como usar o aperto de mãos corretamente?

 

– O aperto de mãos sempre vem acompanhado de um olhar e um sorriso.

– Dura de 2 até 4 segundos.

– Deve ser firme, mas sem machucar.

– Ele é feito depois que a pessoa se apresenta.

– Usa-se sempre a mão direita.

– As mãos devem estar secas e desocupadas.

– E nunca se recusa um aperto de mãos.

 

Para os casos em que há muitas pessoas para cumprimentar ao mesmo tempo, ou ainda se as pessoas estão ao redor de uma mesa, faça uso do aceno.

 

Nós, latinos, temos a fama de sermos muito cordiais e simpáticos, o que se reflete na nossa etiqueta de apresentação, mas, apesar disso, no caso dos beijos e abraços, tenha cautela.

 

Embora essas manifestações abram espaço para um clima mais amável e propício para as conversas e amizades, há situações em que podem ser considerados “invasão” do espaço íntimo, por isso deixe para usá-los quando já existir alguma informalidade com a outra pessoa.

 

Mas há casos, em que a outra parte indica querer ser abraçada ou beijada, então retribua com um abraço breve e leve. A quantidade de beijos varia conforme as regiões do Brasil, mas o bom nunca é exagerar, dê um com o lado direito do rosto.

 

No caso de a pessoa vir com o segundo ou terceiro beijo, para não ficar aquele instante de desencontros face a face, uma dica é dar um beijo no rosto seguido de um abraço, dessa forma você já envolve a pessoa em um abraço, sem abrir espaço para mais contato.

 

E quando estamos sentados como cumprimentamos?

Quem levanta para quem?

 

– O anfitrião levanta sempre, esteja onde estiver a dica é levantar e ir buscar o convidado ou cliente até a porta. E quando a visita deixa o local, faz-se o mesmo.

 

– Homens levantam-se sempre quando alguém chega para cumprimenta-los.

 

– Mulheres só levantam quando se trata de pessoas hierarquicamente superiores a elas ou idosos.

 

Há diversos tipos de saudações e cumprimentos, como disse acima, esse é um fator cultural, os orientais, como japoneses, chineses e coreanos, reverenciam inclinando levemente a cabeça e o tórax, com os braços ao longo do corpo. A saudação com as duas mãos postas em forma de oração, na altura do peito é usada na Índia e Tailândia.

 

Em outros países, como os árabes, é comum o beijo entre homens.

 

Qualquer que seja a maneira diferente de cumprimento, utilize o velho e bom aperto de mãos sempre, por isso é importante acertá-lo. Depois mesmo que o convidado faça de forma diferenciada, retribua.

 

Há regras para etiqueta social para as mais diversas situações, e sei que muitas pessoas já consideram as formalidades das boas maneiras como fora de moda ou ainda um costume elitista, no entanto, para aqueles que querem firmar uma boa imagem, principalmente na carreira, não podem ignorar a importância da comunicação adequada.

 

Você pode e deve praticar as normas sociais sem parecer fiteiro, introduza esses hábitos na sua vida diária, quando praticamos a cortesia genuína, as pessoas percebem e reagem de uma maneira positiva. À medida que adquirimos mais segurança, sentimo-nos cada vez mais à vontade para a cortesia tornar-se um elemento integrante do nosso caráter.

 

Tratar bem os outros, com cortesia e respeito, é fundamental para a conquista da confiança e credibilidade.

 

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Marketing Pessoal

Com que roupa eu vou?

Quando trabalhamos em um lugar que não exige uniforme, normalmente é aquele dilema no dia anterior:

Com que roupa eu vou amanhã?

Ou quando a empresa estimula o casual friday, o pensamento pode ser:

Amanhã eu vou arrasar!

 

Embora essa seja uma maior inquietação feminina, os homens também devem prestar atenção e ter cuidado. Não é porque a empresa não dita regras de como se vestir que devemos nos esquecer do bom senso e ir de qualquer jeito ou ainda ousar fora da medida.

 

Nossa aparência é tão importante, que normalmente nos preocupamos com ela no dia da entrevista, porque queremos causar boa impressão. Certo?

 

Então a pergunta é:

Porque se importar somente em causar uma primeira boa impressão?

E o resto dos outros dias, vale causar qualquer impressão?

 

As pessoas se esquecem que a comunicação não verbal, depois da entrevista, continua imprimindo impressões sobre nós. Somos julgados e avaliados o tempo todo, e cuidar da aparência diariamente também causa impacto no valor da nossa marca pessoal.

 

 

Você até pode estar pensando que estou falando sobre futilidades de mulherzinha, porque o que vale de verdade é como desempenha as funções, mas construímos relevância por meio das nossas redes de contatos, e dependendo da forma como você se veste pode acabar construindo uma marca negativa, ao invés de ser lembrado pela competência.

 

 

Nunca esqueço que trabalhei num escritório onde os funcionários mais antigos contam uma história de um rapaz que no dia da entrevista foi vestido formalmente, usando terno, cabelo alinhado e postura impecável, foi admitido e no primeiro dia de trabalho, seu verdadeiro estilo foi revelado, numa bermuda skatista, boné, tênis folgado, camiseta com camisa xadrez por cima e correntes. Resumo da história, todos ficaram chocados e a drástica mudança do rapaz passou uma ideia de que não era confiável, não pela roupa em si, mas porque ele se apresentou de uma maneira e chegou para trabalhar de outra totalmente diferente, claro que também conta muito a cultura da empresa, nesse caso, falei de empresa familiar de pequeno porte, que apesar de não ditar regras sobre vestimentas, não aceitou bem a drástica mudança no estilo, tanto que aquele dia nunca mais foi esquecido, por quem está lá até hoje. E se você perguntar se ele era bom no que fazia, a resposta é: ninguém comenta sobre isso.

 

O ensinamento tirado desse relato, é que quando falamos em redes de contatos, o valor como marca é determinado pelo grupo que está a sua volta e não há como controlar como e o que as pessoas percebem, mas você pode gerenciar os sinais que determinam essa percepção.

 

Antes de sair de casa pondere que embora sua empresa não se importe com formalidades, vale sempre observar algumas regrinhas que nunca cabem em nenhum ambiente de trabalho, como:

 

 1. Decote inapropriado: pense que é constrangedor para o colega de trabalho, o cliente, para todos com quem irá interagir pessoalmente, sejam homens ou mulheres. É sempre difícil aquele momento de estar frente a frente e não saber para onde direcionar o olhar.

 

2. Barriga, cofrinho e lombinho à mostra: teste seus movimentos de sentar e levantar braços, antes de sair de casa, e se mesmo assim quiser arriscar, componha seu look com alguma peça que tenha mais comprimento e que vai complementar o espaço que ficaria em exposição.

 

3. Peças que mostram a lingerie: todos usam peças íntimas, elas não precisam ser reveladas durante o expediente.

 

4. Calça transparente: preste atenção antes de sair de casa, analise se tudo está escondido.

 

5. Costas nuas: lembre-se, você não está indo para a balada, a ocasião é o seu trabalho, se for sexta-feira e depois do expediente você tem a intensão de dar aquela esticada, use um blazer (o tempo todo).

 

 6. Camiseta com furos: cuidado, muitas vezes achamos que um ou outro furinho é tão pequeno que não será notado. A má notícia é que sempre tem alguém que percebe e não pega bem. Causa a impressão de desleixo.

 

 7. Camiseta de time de futebol: demonstrar amor ao clube é ótimo, eu também gosto, principalmente se o time está em boa fase. Mas no trabalho não é apropriado. Deixe para usar esse acessório no estádio, no churrasco com os amigos, enfim, em momentos de lazer.

 

Cada um tem seu estilo, mas no trabalho mais importante que ser autêntico no modo de vestir, o que vale é passar credibilidade.

 

Obviamente que aparência não é tudo, já falamos sobre isso no artigo Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações. Mas sabemos que no mundo do marketing uma embalagem bacana também conta na hora do consumidor levar o produto para casa.

 

Nunca sabemos o que o futuro nos reserva, o mercado é dinâmico, de fornecedor você pode vir a se tornar um cliente, de colaborador à sócio, o cliente pode ser seu empregador, pense que não importa sua posição hoje, as impressões ficam para sempre.

 

No mundo do marketing corporativo procure causar impacto nas suas características como profissional e não pela espontaneidade do seu visual.

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Marketing Pessoal

Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

Em tempos de relações superficiais conhecer pessoas que realmente se preocupam em serem cumpridores do que dizem é um bem valioso.

 

O tempo todo nos costumamos fazer promessas que não podemos cumprir, não que nossa intenção seja a mentira, mas porque nos acostumamos a dizer meias-verdades, de forma que nem nos damos conta do mau hábito que acabamos criando.

 

“Em um minuto já te passo.”

E o um minuto, virou em horas.

“Até amanhã isso estará pronto.”

E o amanhã virou dias.

“Vou ver e já te ligo.”

E a pessoa precisa retornar à ligação, porque a mesma não acontece.

 

Por exemplo, canso de ir em lojas onde o produto que estou a procura está anunciado na internet e não ainda disponível no estabelecimento, e os vendedores me prometem que ligarão assim que chegar, e eu estou até hoje esperando #sqn.

 

O fato é que, embora essas práticas já tenham virado expressões corriqueiras do dia-a-dia, elas são promessas que fizemos e não cumprimos.

 

A escolha do que dizemos precisa ser levada a sério, pois quando nos comprometemos em fazer algo, temos que ter consideração com a pessoa a quem prometemos, afinal essa pessoa está contando conosco.

 

 Cumprir o acordo é também respeitar a nós mesmos, pois colocamos em jogo a credibilidade para nossa reputação.

 

Quando assumimos um compromisso, é como se assinássemos um contrato, e nossa assinatura é a nossa credibilidade, uma palavra que deixa de ser cumprida é como se amassássemos esse papel, que depois de enrugado jamais voltará a ser liso. E a credibilidade que leva tempo para ser conquistada, em instantes pode ser desconstruída.

 

Tanto nas relações pessoais, como nas profissionais, o grau de confiabilidade em alguém não se mede por seu status, mas pelas atitudes que você pratica. O grau de confiança é o resultado de uma combinação do que somos com o que fazemos.

 

Credibilidade é o maior bem que se pode adquirir ao longo da vida.

 

O modo e a franqueza como tratamos as outras pessoas, define nosso grau de comprometimento com as situações.

 

E como é bom poder contar com alguém! No ambiente de trabalho então é ótimo!

 

Ter a confiança de que aquele processo está nas mãos certas, que a pessoa irá assumir a responsabilidade e honrar o compromisso.

 

Ou ainda, trabalhar numa empresa onde o mundo pode estar desabando lá fora, mas se tem a tranquilidade de que as promessas e os compromissos assumidos com você serão honrados independente de qualquer dificuldade.

 

Claro que erros e enganos não estão descartados porque há credibilidade, mas o fato de você ser transparente em tudo que faz, irá lhe assegurar créditos para esses momentos de imprevistos.

 

Situações como dizer um “não” pode ser difícil, mas é necessário quando você realmente não puder realizar. A sinceridade mesmo que doída, é muito mais vantajosa do que ser rotulado como o enrolão.

 

Assumir a vulnerabilidade nunca é sinal de fraqueza ou incompetência, pelo contrário, antecipar-se ao cenário e pedir mais prazo, pedir ajuda, admitir falhas e pedir desculpas, comunica que você é uma pessoa preocupada e honesta.

 

Todos entendemos que as coisas podem dar errado, o que o incomoda nesses momentos de tensão, são as desculpas. É muito chato quando contamos com alguém e essa pessoa frustra nossas expectativas, além do prejuízo de tempo perdido, fica aquela imagem de descrédito que a pessoa criou.

 

Tenha sempre uma conduta correta e nunca se baseie pelas peripécias que os colegas chegados na malandragem, dizem fazer. Sempre colhemos o que semeamos, e se você plantar ética, respeito, parceria, consideração, será o que o universo lhe devolverá.

 

“Pessoas de caráter fazem a coisa certa não porque elas acham que isso irá mudar o mundo, mas porque elas se recusam a serem mudadas pelo mundo.”

Michael Josephson

 

Em meio a tanta falsidade, a maioria das pessoas buscam relacionamentos duradouros e naturalmente se ligam aqueles que conquistam e merecem confiança.

 

E o mesmo acontece no mundo dos negócios, em meio a tantos profissionais que se corrompem em nome da guerra, pequenas diferenças de comportamento e atitudes podem resultar numa enorme vantagem competitiva.

 

Então na próxima vez em que for fazer alguma promessa tenha cuidado e escolha bem as palavras.

 

“Depois lhe dou retorno.”

Retorne, nem que seja para dizer que ainda não resolveu.

 

Constituir e manter uma reputação coerente exige esforço e vigilância, mas, aos poucos você sente as recompensas no seu equilíbrio emocional e na maneira como as pessoas a sua voltam passam a lhe perceber.

 

 

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Falar é importante. Ouvir é fundamental!

Liberte-se das armadilhas que te impedem de crescer profissionalmente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

O que encanta o cliente

E-mail: Pense antes de enviar

Bom dia alto astral!

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Comercial e vendas internas: quem ganha quando todos se entendem

Nas empresas Comercial e vendas internas, em muitas situações, parecem equipes que jogam em times opostos, cada parte tenta defender o seu lado, e seus membros muitas vezes até descrevem uns aos outros de forma negativa para gestores, outros setores da empresa e até mesmo para os clientes.

 

Enquanto a equipe Comercial foca em prospectar, converter em clientes e nutrir o relacionamento desse com a empresa, a equipe de vendas atende e dá todo o suporte para que as negociações sejam efetivadas.

 

Mas será que é assim mesmo que se deve jogar?

Cada equipe com suas funções de maneira separada?

 

Talvez até alguns anos atrás funcionava, mas hoje com os processos de compra se modificando é de grande importância que as empresas revejam seus métodos e busquem o alinhamento de suas equipes.

 

Deve-se levar em consideração que muito além de uma rusga entre departamentos, a empresa tem um sério problema no seu atendimento, e no artigo O que encanta o cliente, abordo o tema sobre o comprometimento de todos, de maneira conjunta.

 

Ao longo de minha carreira em vendas, tive a oportunidade de trabalhar em ambos os lados, e sim, são vendas e atendimentos completamente diferentes, porém todos têm (ou devem ter) o mesmo objetivo:

 

fechamento do negócio, satisfação do consumidor e o principal, estreitar o relacionamento para que esse consumidor vire cliente cativo e propagador da empresa.

 

Na minha experiência como vendas interna, a impressão do Comercial, era aquele “cara” de trabalho fácil, que ia no cliente, tomava um cafezinho, batia um papo, deixava o material e ao acaso, pela simpatia, o cliente fazia contato com a empresa em busca de mais informações.

 

Mas a vida real é bem diferente, o Comercial é um profissional que batalha e muito para ser recebido, para ser ouvido e precisa de muita habilidade para despertar o interesse do prospect em seu produto, seja ele habitual ou inovador. E para aquelas visitas costumeiras é preciso ser artista para não parecer “aquele que só vai tomar tempo”. Estou errada comerciais desse Brasil afora?

 

E o Comercial que nunca teve a oportunidade de estar vendendo internamente, também pensa que a movimentação dentro da empresa é muito simples, afinal é só responder um e-mail rapidinho, tirar uma dúvida com a chefia que está ao lado e perder menos tempo na pausa para o café, que vai sobrar mais tempo “me dar” atenção.

 

Mas na prática, são vários processos novos e antigos, filas de e-mails, telefone tocando o dia inteiro e pendências a resolver. E você que é de vendas se reconheceu?

 

O fato é que, nem de um lado de nem outro há moleza, os dois setores jogam no mesmo time, trabalham sob pressão e são responsáveis pelo crescimento da receita de qualquer empresa.

Entender que um depende do trabalho do outro e que os dois são agentes de relacionamento com o cliente não é fácil, mas quando há esse alinhamento todos ganham.

 

O trabalho na rua é um trabalho solitário, por isso ele precisa que a equipe de vendas dê o suporte. Pensando nisso, muitas empresas já possuem sistemas que dão maior autonomia para o vendedor externo, mas sempre tem aquele cliente (se não a maioria) que gosta do contato direto com a empresa, gosta de sentir que tipo de acolhimento receberá e muitas vezes essa recepção será o fator determinante para o desenvolvimento e fechamento do negócio, por isso quem está interno deve entender a relevância de atender na mesma sintonia de quem captou a venda.

 

Muito pior do que um vendedor do ambiente interno não dar valor para a atividade do colega, é quando a empresa não tem esse entendimento, e possui um Comercial, só para manter uma reputação na rua, mas não enxerga de fato o mérito do seu trabalho.

 

No artigo Falar é importante. Ouvir é fundamental! Eu destaco como uma boa comunicação aumenta a produtividade no ambiente de trabalho.

 

O profissional do Comercial é a voz e os ouvidos da empresa junto a seus clientes, portanto uma promoção de vendas não deve ser estática e solitária, ela deve estar alinhada com todos os setores que compõem a empresa. Essa pessoa não é um panfleteiro que leva produto, mas um educador sobre a organização, por isso deve estar sempre bem informado sobre o que acontece internamente.

 

Atenção Comerciais! Passem no escritório várias vezes na semana (na medida possível), esteja presente, entenda o que está acontecendo com as suas vendas e com a empresa que você representa. Aproveite esse tempo interno para extrair informações, algumas vezes a sua ligação ou passada novamente no cliente pode ajudar a agilizar o processo de compra.

 

Se você é gestor, una o seu time, independente da função ser dentro ou fora das quatro paredes, os dois são vendas, ambos estão se comunicando com o seu cliente, por isso não é como um cabo de guerra, onde cada um pende para um lado, a finalidade é a mesma, a corda deve ir em uma só direção puxando a empresa para frente.

 

Comunicação alinhada, metas baseadas na receita de ambos, compreensão da jornada do comprador, troca de informações sobre interações e histórico de contato com o cliente, encontros periódicos das equipes, são dicas que podem ajudar.

 

Crescem aqueles que somam, não os que dividem. Pense nisso!

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

Um bom comunicador geralmente é considerado aquele que fala bem, certo?

Errado!

 

A parte verbal de uma mensagem muitas vezes é só a ponta do iceberg. Uma boa comunicação, acontece quando ouvimos muito mais do que falamos.

 

Em um mundo onde desenvolvemos tantas capacidades, deixamos para trás a mais importante para uma comunicação realmente eficaz: a de escutar.

 

Nos acostumamos a considerar o ato de ouvir como inatividade: “vim a essa reunião só para escutar, não vou falar nada”. É como se disséssemos que não temos a intenção de participar, mas ao contrário do que se pensa, ouvir é uma habilidade muito ativa, que exige uma grande energia mental e concentração.

 

Quando abrimos nossa mente para escutar a outra parte, nossa capacidade de compreensão se expande, ficando mais fácil identificar problemas, crises ou ainda perceber informações importantes.

 

Numa conversa onde você está receptivo, inúmeras mensagens podem ser colhidas, pois as expressões faciais e a postura também falam.

 

Ouça muito mais do que com os ouvidos, use os olhos, a mente e o coração, porque nós somos altamente sensíveis ao interesse que os outros demonstram por nós.

 

Certamente alguns dos melhores encontros que você já teve foram aqueles em que você se sentiu compreendido, onde a outra parte olhou nos seus olhos, sorriu no momento oportuno, fez gestos e perguntas que faziam sentido ao que você estava falando e deixando você à vontade para que a conversa fluísse com naturalidade.

 

Uma boa comunicação se define em quem está compreendendo melhor.

 

Isso porque, numa comunicação onde apenas se fala aleatoriamente, não há produtividade. Devemos levar em consideração que os outros merecem receber a mesma atenção e dedicação que gostamos de receber.

 

Muitas vezes, nos deixamos distrair por um problema ou algo que está sendo incômodo naquele momento e perdemos o foco – afinal todos carregamos bagagem emocional –  que interfere na capacidade de ouvir, porém como disse, ouvir requer concentração e disciplina, então é nesses momentos que devemos praticá-las, buscando de volta a atenção dispersada. Afinal se você precisa estar onde está naquele momento, procure estar por inteiro.

 

Temos também a presunção de que o que o outro vai dizer é irrelevante, mas não somos um senhor sabe tudo, por isso aquele que se dispõem a escutar coloca-se numa posição de humildade e abre possibilidades para o próprio crescimento.

 

Uma pessoa positiva sempre consegue extrair algo bom do que ouve e o mais importante, quem sabe ouvir sabe fazer boas perguntas.

 

“Quando foi que isso aconteceu?”

“Não soube nada sobre isso.”

“Tem certeza de que foi anunciado?”

 

No ambiente de trabalho, ser um bom ouvinte lhe dá credibilidade, demonstra que está atento ao que está acontecendo a sua volta, nada mais desagradável do que ganhar o rótulo de “o alienado” do escritório. Pior ainda, ser colocado de lado para execução de tarefas ou projetos importantes, porque é desatento, o que remete a um outro rótulo, o da incapacidade.

 

Já no contato com o cliente, aquele que não escuta, perde a oportunidade de ser útil ao seu cliente, num mercado que passou de ofertante para demandante, o cliente toma sua decisão em função do profissional de vendas que você é, e não com base no produto que você vende. Se você sabe ouvir, sabe agregar valor.

 

Na vida pessoal, ouvir, faz de nós bons companheiros. Uma pessoa com quem se pode contar. É respeito e cuidado com quem nos cerca.

 

Torne a comunicação produtiva para você e para os outros, o bom senso e a preocupação com as outras pessoas sempre são as melhores escolhas que podemos fazer.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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