Marketing de Relacionamento com o Cliente

A valorização da equipe e como isso reflete no cliente

No artigo A complexidade de um bom atendimento, falamos que apenas vitrines e estruturas físicas bonitas não seguram clientes, claro que a aparência é importante, mas um relacionamento comercial precisa ser de verdade, precisa oferecer garantias e tranquilidade.

 

Bem mais do que maquinário hoje em dia, uma empresa que almeja bons negócios deve estar com olhos e ouvidos muito atentos para o seu capital humano, por isso o termo “cultura organizacional voltada para o cliente” está tão em alta.

 

O que isso quer dizer? Uma cultura organizacional voltada para o cliente, em poucas palavras significa, que o espírito de atendimento deve ser algo natural para todos que trabalham na empresa, desde da portaria, vendas, financeiro até a diretoria. Ou melhor, essa seta deve apontar de cima para baixo.

 

Para o novo consumidor o verbo atender vai muito além do que simplesmente tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o ponto de vista do cliente e quanto mais diferenciada a prestação de serviço mais o negócio se destacará.

 

Lidar com a parte humana é sempre o maior desafio devido a imprevisibilidade dos comportamentos. Mas quando se proporciona um ambiente de diálogo, valorização, preocupação com o funcionário, ou seja, quando se olha para ele como uma pessoa que assim como você é movido a sentimentos, e que tem uma vida paralela ao horário de trabalho, fica mais fácil administrar as situações.

 

No texto O que te move? expliquei que reconhecimento e recompensas são conceitos distintos, o reconhecimento trata da valorização, enquanto a recompensa trata do quanto se investe num funcionário. E os dois modelos de incentivo são necessários, por exemplo:

 

Reconheço quando:

# Favoreço e estimulo a troca de ideias

# Implemento uma solução encontrada por um ou mais funcionários

# Encorajo a auto liderança

# Impulsiono o crescimento e novas oportunidades dentro da empresa

# Acompanho o trabalho desempenhado e não a pessoa em questão

# Compartilho e celebro as conquistas da empresa, afinal cada um deu sua contribuição

# Entendo que se trata de uma pessoa dedicada e empenhada em suas funções, por isso um atraso justificado, uma consulta médica ou exame no horário de expediente, uma saída mais cedo justificada, fazem parte e que não são tão prejudiciais assim.

# Incentivo cursos de aperfeiçoamento e estudos

 

Recompenso com benefícios:

# Incentivo de vendas

# Salário compatível

# Favoreço a saúde: convênio médico, odontológico, campanhas de vacinação

# Oportunizo cursos de aperfeiçoamento e estudos

# Promovo treinamentos sobre qualidade, produtos e serviços oferecidos pela empresa

# Desenvolvo um focus group de clima organizacional

# Fomento a qualidade de vida: vale massagem, convênio com academia, sair mais cedo no dia do aniversário, programas que incentivem os colegas a se ajudarem a perder peso, lagar o tabaco, se alimentarem melhor, programas de incentivo a cultura e o lazer, convênios com editoras ou livrarias.

 

Enfim, aqui foram citados alguns exemplos do que se pode fazer, nem sempre existe o orçamento para tanto, mas o mais importante é a boa vontade e a preocupação com as pessoas. Com criatividade é possível dizer que elas são parte do processo, logo são importantes.

 

Toda ação que beneficia o funcionário se reflete no seu trabalho e na empresa, lembre-se: um funcionário saudável e satisfeito falta menos e tem mais disposição. As pessoas de uma maneira geral buscam acolhimento e aquelas que o recebem, como gratidão se doam na mesma intensidade.

 

Quem cuida da sua equipe, cuida do seu cliente.

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Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Clientes: Atrair x Fidelizar

Investir em marketing para atrair mais clientes é sempre fundamental, principalmente para empresas que estão começando, mas você já deve ter ouvido a célebre frase do Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”.

 

A atração normalmente requer investimentos mais altos e uma estratégia bem menos direcionada, você pode até prever quem é o público que vai ser atingido tendo em vista as características do seu produto ou serviço, mas mesmo assim, até descobrir onde estão esses consumidores terá que empregar dinheiro e tempo para que eles saibam que você existe e ainda ser reconhecido como diferente para que experimentem o que você tem a oferecer.

 

A atração sempre será imprescindível para uma empresa, pois assim como a vida tem seu ciclo: nascer, crescer, multiplicar e morrer, os consumidores também têm. A diferença é que talvez muitos desses consumidores nem cheguem na segunda fase, em certos estabelecimentos.

 

Nunca se despreza nenhum tipo de cliente, nem por sua aparência, nem pelo seu budget, nem porque ele é novo. Quando você atrai primeiro é preciso mensurar o quanto lhe custou trazer esse cliente, e, segundo, atrair um cliente é a única oportunidade que você tem de mostrar o quanto é bom no que faz, quais os valores que sua empresa sustenta e a missão que representa estar ali.

 

Por essa razão, só atrair não é suficiente. A fidelização de clientes sempre será a chave para vender mais e melhor, o contato inicial com um consumidor é a semente para iniciar uma campanha de fidelização.

 

Você já viveu a experiência de ter recebido uma cortesia ou um desconto promocional para experimentar um serviço ou produto, e este não ter sido satisfatório porque foi realizado de malgrado, com aquele rótulo: “cliente de promoção”?

 

Pois é, nesses casos, o tiro sai pela culatra. Talvez o funcionário que atende ou o próprio dono não calcula o quanto lhe custa a cortesia ou o desconto, mas tenha certeza de que “grátis” não é. E o pior, perde a chance desse consumidor voltar e pagar integralmente pelo serviço, ou até mesmo indicar para mais pessoas.

 

Atender bem vai muito além do que tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o que atraiu aquele cliente até a sua empresa, que expectativa você criou que fez com que ele mudasse seus hábitos e trocasse de fornecedor.

 

Estimule o diálogo.

Estude e pesquise os dados desse consumidor.

Agrupe os clientes pela semelhança.

Ofereça soluções adequadas às necessidades deles.

Quando você organiza e entende as informações do seu cadastro de clientes encontra novas formas de obter retorno financeiro.

 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Comercial e vendas internas: quem ganha quando todos se entendem

Nas empresas Comercial e vendas internas, em muitas situações, parecem equipes que jogam em times opostos, cada parte tenta defender o seu lado, e seus membros muitas vezes até descrevem uns aos outros de forma negativa para gestores, outros setores da empresa e até mesmo para os clientes.

 

Enquanto a equipe Comercial foca em prospectar, converter em clientes e nutrir o relacionamento desse com a empresa, a equipe de vendas atende e dá todo o suporte para que as negociações sejam efetivadas.

 

Mas será que é assim mesmo que se deve jogar?

Cada equipe com suas funções de maneira separada?

 

Talvez até alguns anos atrás funcionava, mas hoje com os processos de compra se modificando é de grande importância que as empresas revejam seus métodos e busquem o alinhamento de suas equipes.

 

Deve-se levar em consideração que muito além de uma rusga entre departamentos, a empresa tem um sério problema no seu atendimento, e no artigo O que encanta o cliente, abordo o tema sobre o comprometimento de todos, de maneira conjunta.

 

Ao longo de minha carreira em vendas, tive a oportunidade de trabalhar em ambos os lados, e sim, são vendas e atendimentos completamente diferentes, porém todos têm (ou devem ter) o mesmo objetivo:

 

fechamento do negócio, satisfação do consumidor e o principal, estreitar o relacionamento para que esse consumidor vire cliente cativo e propagador da empresa.

 

Na minha experiência como vendas interna, a impressão do Comercial, era aquele “cara” de trabalho fácil, que ia no cliente, tomava um cafezinho, batia um papo, deixava o material e ao acaso, pela simpatia, o cliente fazia contato com a empresa em busca de mais informações.

 

Mas a vida real é bem diferente, o Comercial é um profissional que batalha e muito para ser recebido, para ser ouvido e precisa de muita habilidade para despertar o interesse do prospect em seu produto, seja ele habitual ou inovador. E para aquelas visitas costumeiras é preciso ser artista para não parecer “aquele que só vai tomar tempo”. Estou errada comerciais desse Brasil afora?

 

E o Comercial que nunca teve a oportunidade de estar vendendo internamente, também pensa que a movimentação dentro da empresa é muito simples, afinal é só responder um e-mail rapidinho, tirar uma dúvida com a chefia que está ao lado e perder menos tempo na pausa para o café, que vai sobrar mais tempo “me dar” atenção.

 

Mas na prática, são vários processos novos e antigos, filas de e-mails, telefone tocando o dia inteiro e pendências a resolver. E você que é de vendas se reconheceu?

 

O fato é que, nem de um lado de nem outro há moleza, os dois setores jogam no mesmo time, trabalham sob pressão e são responsáveis pelo crescimento da receita de qualquer empresa.

Entender que um depende do trabalho do outro e que os dois são agentes de relacionamento com o cliente não é fácil, mas quando há esse alinhamento todos ganham.

 

O trabalho na rua é um trabalho solitário, por isso ele precisa que a equipe de vendas dê o suporte. Pensando nisso, muitas empresas já possuem sistemas que dão maior autonomia para o vendedor externo, mas sempre tem aquele cliente (se não a maioria) que gosta do contato direto com a empresa, gosta de sentir que tipo de acolhimento receberá e muitas vezes essa recepção será o fator determinante para o desenvolvimento e fechamento do negócio, por isso quem está interno deve entender a relevância de atender na mesma sintonia de quem captou a venda.

 

Muito pior do que um vendedor do ambiente interno não dar valor para a atividade do colega, é quando a empresa não tem esse entendimento, e possui um Comercial, só para manter uma reputação na rua, mas não enxerga de fato o mérito do seu trabalho.

 

No artigo Falar é importante. Ouvir é fundamental! Eu destaco como uma boa comunicação aumenta a produtividade no ambiente de trabalho.

 

O profissional do Comercial é a voz e os ouvidos da empresa junto a seus clientes, portanto uma promoção de vendas não deve ser estática e solitária, ela deve estar alinhada com todos os setores que compõem a empresa. Essa pessoa não é um panfleteiro que leva produto, mas um educador sobre a organização, por isso deve estar sempre bem informado sobre o que acontece internamente.

 

Atenção Comerciais! Passem no escritório várias vezes na semana (na medida possível), esteja presente, entenda o que está acontecendo com as suas vendas e com a empresa que você representa. Aproveite esse tempo interno para extrair informações, algumas vezes a sua ligação ou passada novamente no cliente pode ajudar a agilizar o processo de compra.

 

Se você é gestor, una o seu time, independente da função ser dentro ou fora das quatro paredes, os dois são vendas, ambos estão se comunicando com o seu cliente, por isso não é como um cabo de guerra, onde cada um pende para um lado, a finalidade é a mesma, a corda deve ir em uma só direção puxando a empresa para frente.

 

Comunicação alinhada, metas baseadas na receita de ambos, compreensão da jornada do comprador, troca de informações sobre interações e histórico de contato com o cliente, encontros periódicos das equipes, são dicas que podem ajudar.

 

Crescem aqueles que somam, não os que dividem. Pense nisso!

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A complexidade de um bom atendimento

Não importa o canal, para o cliente a marca é única

Relacionamento ou produto, o que você compra?

Bom dia alto astral!

E-mail: Pense antes de enviar

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing de Relacionamento com o Cliente, Social CRM

Não importa o canal, para o cliente a marca é única

Entre tantas transformações que o mundo digital nos trouxe, sem dúvida alguma a mais impactante tem sido o nosso comportamento enquanto consumidores. Todos os setores da economia que dependem dos clientes para sobreviver – indústria, comércio e profissionais liberais – estão sendo questionados e incomodados com essa quebra de paradigma, ainda não decodificado por todos nós.

 

Os consumidores vêm obrigando as empresas e o setor de serviços a reverem suas estratégias, a ponto de mesmo aqueles que não realizam sua venda pela internet serem impactadas por ela.

 

As redes sociais que surgiram com o objetivo de pessoas se relacionarem informalmente e se transformaram numa grande ferramenta de comunicação e negócios. Qualquer tipo de estabelecimento – lojas, restaurantes, consultórios médicos, escritórios de advocacia, enfim todo e qualquer tipo de serviço – se procurado está lá, de alguma forma sendo falado nas redes sociais.

 

O on e off-line não existem mais, o termo agora é all-line. E com a facilidade de criar páginas gratuitamente nas redes sociais, muitas empresas e profissionais liberais estão apostando nessa estratégia de divulgação, o problema é que muitas não estão se preparando para essa demanda sincronizada.

 

Esse comportamento multicanal, ou o que chamamos de Omnichannel, desafia as empresas a integrar sua comunicação com o público. E todos sem exceção precisam tomar cuidado com a marca que sustentam.

 

Já chegamos num ponto em que trafegamos simultaneamente no mundo físico e virtual. É mais do que comum entrar em uma loja, e ali dentro mesmo tirar o celular do bolso para pesquisar e comparar o mesmo produto que está diante de nossos olhos.

 

 

Quando criamos as páginas gratuitas há de se pensar que o modelo de negócios exige investimentos em logística adequada – estoques, distribuição, no caso de empresas que lidam com produtos tangíveis – e principalmente há de se planejar o atendimento adequado, a equipe dos bastidores e da linha de frente devem estar também conectadas.

 

Vemos muito empresas tratando sua loja virtual de forma independente da física, quando para o cliente não importa o canal, a marca é a mesma.

 

Outro dia mesmo aconteceu comigo, seguia uma loja de roupas feminina no Facebook e foi publicado uma blusa na qual eu gostei muito, e tinha a chamada para ir até a unidade mais próxima, pois bem, quando cheguei lá para ver, a vendedora me disse que não tinham aquela peça e que inclusive ela nem tinha chegado a ser colocada nas lojas físicas.

 

Veja que chato, você cria uma expectativa, leva o cliente até a loja e quando ele chega lá, sai frustrado.

 

A menina até tentou me segurar mostrando outros modelos, mas não teve sucesso, porque o que me motivou foi aquela peça, e eu queria exatamente igual ao que vi. Resumo, parei de seguir a loja, afinal o que adianta?

 

Omnichannel, não se sustenta sem estratégia e só estratégia também não é o suficiente, é preciso mudar a cultura da empresa, rever seus valores. A sociedade já está mudando, a geração X já está vivendo em um outro ritmo de consumo, agora imagine e as gerações Y e Z?

 

Os jovens da geração Y, são a geração verdadeiramente globalizada, a tecnologia já acompanhou o seu crescimento, são pessoas que consomem um grande fluxo de informações diariamente, estão sempre em busca de novas tecnologias e principalmente, estão acostumados a ir em busca do que querem, não se satisfazem com qualquer situação.

 

A geração Z, cresce com o uso da internet, essa geração nunca viu o mundo sem computadores e a necessidade extrema de interação e exposição de opinião já fazem parte de seu desenvolvimento. Eles buscam novidades o tempo todo e a vivência de experiências os satisfazem, precisam tocar, sentir, ver, ser surpreendidos.

 

Agora analise, diante desse cenário de novos consumidores, você acha realmente acha que dá para continuar atuante no mercado sem reestruturação interna? Acha que pode enfrentar os novos desafios usando estratégias ultrapassadas ou pior não ter estratégia?

 

Os negócios é que devem acompanhar a forma como a sociedade está se movimentando, porque o consumidor não vai esperar.

 

O novo consumidor quer ser reconhecido pela marca independente do canal, não o faça esperar, não peça para que a história seja repetida, não o obrigue a preencher um cadastro várias vezes. Se perguntar na rede social, esteja preparado para as respostas naquele canal e não mande seu fã responder a mesma coisa em outra plataforma.

 

Sobre essa de perguntar, também aconteceu esses dias no LinkedIn, uma empresa estava fazendo uma pesquisa sobre qual cor de produto lhe agrava mais, que eles iriam fazer uma edição exclusiva da cor mais votada. Vi que uma pessoa respondeu e a empresa pediu que ela respondesse a mesma coisa no site deles. Isso faz sentido para você? Para mim não fez… rsrsrs

 

Facilite as coisas e o trate como uma pessoa única, porque todos somos únicos, certo?

 

A tendência é que o espaço físico não mais seja um lugar de compra, mas de convivência. Uma alternativa para quem quer sair da rotina ver e viver coisas interessantes, interagir com pessoas de interesses comuns, aprender sobre os produtos, e se no final disso você se interessar acaba levando algo para casa. Veja que aqui estamos falando de relacionamento, mais uma vez.

 

Faça eventos que atraia o seu cliente, mostre para ele que há um bom motivo para ele sair de casa e ir até o seu estabelecimento. Elabore alternativas para receber o seu cliente, como quem recebe um convidado em sua casa. Segmente seu portfólio, reserve alguns modelos para comercialização exclusiva na loja física e outros na virtual, por exemplo.

 

Nós agora temos expectativas mais elevadas em relação a conveniência, a agilidade no atendimento e a disponibilidade de produtos e informações. Estamos sensíveis a estímulos.

 

Digo nós, porque todos somos em algum momento consumidores, mas quando estamos do lado do outro lado do balcão nos esquecemos disso. Pense naquilo que você deseja quando está na situação de consumidor: respeito, atenção, interesse, rapidez, e então se concentre nisso na hora de organizar seu negócio.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

E-mail: Pense antes de enviar

O e-mail e os sistemas de mensagens instantâneas sem dúvida alguma, são grandes ferramentas que facilitam muito nossa vida, mas na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos que esse tipo de comunicação escrita – principalmente no caso do e-mail – não tem o apoio da nossa voz ou ainda da linguagem corporal para a interpretação do destinatário.

 

Por isso, ler e revisar qualquer mensagem antes de enviar, principalmente no escritório ou para o cliente, é fundamental. Afinal o e-mail não deixa de ser um documento para a empresa.

 

Preparei algumas dicas que merecem sua atenção antes de dar o enter:

  1. Se tiver pressa ligue.

Se você tem urgência em saber ou resolver algo a ligação ainda é o tipo de comunicação mais adequado. E-mails e mensagens normalmente caem, digamos, na fila de espera, pois nem sempre a pessoa do outro lado está com disponibilidade de tempo para ler naquele momento.

 

2. Letras maiúsculas dão a impressão de estar gritando.

Todas as letras maiúsculas além de não serem de bom tom, também são mais difíceis de serem lidas, pois consomem em média até 15% a mais de tempo na leitura, isso porque, uma vez que todas as letras ficam semelhantes em altura e largura exige que o cérebro separe as informações.

 

3. As cortesias não tomam tempo e humanizam a mensagem.

“Bom dia”, “Obrigada”, “Tenha um bom final de semana”, “Por favor”.

Ao escrever a mensagem pense como se estivesse frente a frente com a pessoa. Mesmo as pessoas que normalmente são educadas esquecem da importância de tratar a palavra escrita com sensibilidade.

 

4. Menos formalidade não significa que qualquer jeito serve.

Um ou outro erro de digitação é aceitável, mas muitas falhas prejudicam a estrutura do texto. Cuide a pontuação, letras maiúsculas quando necessárias, ortografia, gramática.

 

5. Saiba diferenciar urgente de importante.

Se todos os e-mails estiverem com o alerta de urgência e não forem realmente, seus pedidos perdem a credibilidade. Urgente é para ser executado imediatamente, o importante pode esperar, porém não pode deixar de ser feito.

 

6. Responda no mesmo dia ou no máximo em 24 horas.

Se não conseguir lidar com o conteúdo do e-mail dentro desse prazo, não deixe de responder ao remetente que recebeu a mensagem e que será resolvida em breve.

 

7. Responda a Todos só quando realmente for do interesse de todos.

A menos que as pessoas que receberam o e-mail original precisem saber sua resposta, evite estender sua mensagem, basta responder ao destinatário principal. Afinal esse tipo de prática acaba causando uma desordem na caixa de entrada de todos os outros. O mesmo serve para os grupos no WhatsApp, se o assunto for particular a uma pessoa do grupo, chame-a no privado e não obrigue as outras pessoas lerem conversas paralelas.

 

8. Cuidado com os emotions.

Falar somente com os ícones ao invés de usar as palavras além de ficar difícil de se compreender, pode passar uma impressão de imaturidade e até falta de sinceridade.

 

9. Não circule e-mails com conteúdo difamatório.

Tenha cuidado com o que repassa, piadas de tom ofensivo, palavrões, imagens desagradáveis, podem causar uma má impressão sobre o profissional que você é. Lembre-se muitas vezes levamos anos nos dedicando aos estudos e a nossa carreira, para em dois segundos e um clique perdermos credibilidade por falta de postura.

 

10. A leitura de um e-mail pode ter interpretação inesperada.

Já abordamos esse tema outro dia, comentário publicado nas redes sociais da Class no dia 31 de março. A linguagem pertence 50% a você e 50% a quem recebe. Antes de entrar em uma discussão por mensagens, nada melhor do que pegar o telefone ou ir até a sala da outra pessoa e resolver o assunto com uma conversa que envolva demais tipos de expressões faciais e entonação de voz.

 

Com toda certeza é ótimo para as relações comerciais e pessoais podermos estar conectados o tempo todo e trocando informações de maneira rápida e econômica.

 

A internet rompeu fronteiras, hoje somos ilimitados no tempo e na maneira de nos comunicarmos, porém o uso consciente das ferramentas faz-se necessário para que o compartilhamento de informações no ambiente organizacional seja realmente eficaz.

 

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Relacionamento ou produto, o que você compra?

Quando você se está no papel de consumidor como gosta de ser atendido?

Com tanta gente vendendo as mesmas coisas, com mínimas variações de preço, que experiências fazem com que você escolha determinada empresa para deixar o seu dinheiro?

 

A compra de determinado produto ou serviço não ocorre apenas em razão de suas funcionalidades objetivas, mas por seu significado, aquisição de algo, mesmo que seja um café, envolve sentimentos, sensações, percepções, ou seja,  envolve relacionamento.

 

Isso porque, está cada vez maior a necessidade de pessoas que se coloquem no lugar de cada um dos clientes que atende ao longo do dia de trabalho. Muito mais que ser um agente auxiliar da compra, os clientes precisam de pessoas que atendam pessoas, que cativem a ponto de ele sentir que não pode obter a solução do seu problema em nenhum outro lugar.

 

Por trás de cada busca há uma necessidade que será sanada, o consumidor que está em busca de um travesseiro, está em busca de uma boa noite sono. Aquele que deseja uma bicicleta, quer lazer ou um bom meio de transporte. Quem compra um café, quer sabor, aroma, boas sensações. Quem oferta é mais um produto que saiu, mas quem adquiriu viveu uma experiência ou vai viver.

 

 

Enquanto sociedade de consumo, passamos da fase do qualquer coisa serve, principalmente aqui no Brasil, país onde pagamos caro por tudo que é consumido e normalmente somos tão mal atendidos, vivemos uma era que busca qualidade e valor agregado ao consumo. Queremos ter uma identidade única e ser envolvidos pela marca, algo como acontece nas cidades pequenas, onde todos se conhecem e normalmente quem é comerciante sabe o que oferecer, sem ser pego por dúvidas, para cada cliente que entra na sua loja. Pessoas que tempo para conversar e escutar umas as outras.

 

Certamente que a realidade das grandes cidades é outra, tendo em vista o ritmo de vida mais corrido, com mais clientes, mas isso não é desculpa, pois agora temos a tecnologia a nosso favor e bem poucos fazem o uso inteligente de tamanho potencial. Muitos vêem a internet como um inimigo, outros como um lazer, mas aproveite as redes sociais para se aproximar da sua audiência: investigue seus gostos, sua forma de gastar o dinheiro, reúna informações estratégicas sobre seu público-alvo.

 

Agregue valor na vida do seu cliente, invista na consolidação da sua marca, gere conteúdo relevante, mostre que você é muito bom no que faz e que sabe o que está oferecendo. Seja a solução para o problema e uma autoridade no mercado.

 

O Marketing de Relacionamento aproxima o cliente da empresa, pois o seu foco não é correr atrás de novos compradores todos os dias, mas sim fazer com que os já existentes voltem e recomendem. Philip Kotler, já disse:

 

“Conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo.”

 

A guerra por atenção e preço custam mais caro e são menos eficientes, as empresas investem pesado em comunicação, descontos, campanhas publicitárias, usam diversas estratégias para atrair um cliente para dentro do seu negócio, mas poucos conseguem criar laços que fortalecem a relação. Marketing de Relacionamento não uma perspectiva para ação de curto prazo, muito pelo contrário, seu objetivo é criar uma relação contínua, é manter uma troca entre dar o acolhimento e receber de volta a satisfação total do cliente. É torna-lo seu fã.

 

O cliente quer atenção, quer se sentir acolhido e ser entendido. Escute-o, saiba reconhecer de fato as suas necessidades, não empurre o que está barato, o que tem disponível, aja sinceramente, atenda no tempo dele e não no seu, atendimento personalizado não significa apenas saber o nome do cliente, o principal é conhecer o seu perfil.

 

Produtos muitos tem igual, mas segurança, soluções, agilidade, prestatividade, só os que realmente se dedicam terão.

 

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Marketing Pessoal

Conheça e Respeite – 7 Princípios para uma vida melhor

A meta universal: Qualidade de Vida. Todos lutamos por isso, todos os dias, mesmo quando para isso estamos nos matando de trabalhar. Embora os tempos sejam modernos, isso me lembra uma frase cantada por Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. A música Como Nossos Pais foi composta por Belchior na década de 1970, ou seja, tudo mudou de lá para cá…#sqn, quase tudo, pois o objetivo continua sendo o mesmo, gozar de dias melhores. A diferença está no tempo desse gozo, nós queremos viver bem agora, eles, nossos pais, pensavam no futuro, na aposentadoria.

 

O que não nos damos conta é que os dias melhores, podem ser todos os dias e que podemos ter isso ainda dentro do ambiente de trabalho. Como? Mudando nossas atitudes. Deixando de ser egoístas e pensando como sociedade (que de fato somos). Analisando mais e julgando menos.

 

Para ajudar nesse processo de reflexão aqui vai uma lista com 7 passos para uma vida melhor, no aqui e no agora, tempo presente e não para o futuro.

 

1 – Se queixe menos e agradeça mais:

O normal do nosso dia-a-dia é passarmos reclamando de tudo, o tempo todo. Se está calor, detesta o verão. Se esfria, exclama “nossa que frio é esse”? Se está chovendo, odeia a chuva, só não se dá conta que se não chover, temos estiagem que não é boa para agricultura, logo não é bom para o nosso bolso também.

Enfim, deixamos qualquer situação que fuja de nosso controle nos chatear. Mas já parou para pensar quais são os reais problemas que você enfrenta? O que de fato merece que você se chateie? Olhar em volta é muito importante para se dar conta de que adversidades na verdade não são problemas, elas fazem parte do nosso cotidiano e reclamar também não soluciona nada, pelo contrário, piora, pois você ainda atrai energia negativa para o seu entorno.

 

2 – Tenha mais compaixão, todo mundo tem uma história:

Temos dias bons e ruins, isso é fato. Está na bíblia, escrita há mais de 2000 anos atrás: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. E essa regra vale para todos nós, por isso antes de julgar alguém pelo mal humor ou pela cara de tristeza, pense que todos nós vivenciamos momentos em que tudo parecia não ter solução e que essa pessoa pode estar passando por algo assim nesse momento. Então ao invés de estragar o seu dia por isso, procure ajudá-la de alguma forma, nós nunca sabemos pelo que o outro está passando.

Se você precisa de uma gentileza, talvez aquela outra pessoa também precise. Seja mais humano e tenha compaixão com o próximo, um sorriso, um abraço e uma prece sempre ajudam, somos responsáveis uns para com os outros, pois nossas atitudes podem melhorar ou piorar o dia de alguém.

 

 

3 – Toda história tem dois lados:

Aí está uma das maiores verdades sobre a vida, qualquer história possui pelo menos 2 versões, dependendo pode ser até mais. Por isso sempre antes de apontar o dedo para alguém, procure ouvir e entender as partes envolvidas no processo e o melhor, coloque-se no lugar do outro. Afinal tudo parece fácil quando não é conosco.

 

 

4 – A sociedade tem espaço para todos:

Respeite e valorize todas as profissões, para que tudo funcione bem todas as profissões são fundamentais. Já pensou ficar sem os coletores de lixo? E quando os motoristas de ônibus fazem greve? As cidades viram no caos. O que seriam dos médicos sem os enfermeiros? O que seria dos cantores sem os técnicos de aparelhagem? Nada! Ou tudo, pois teríamos que abraçar as mais variadas funções em nosso ofício. Fizemos parte de uma grande corrente onde uns são o elo dos outros, tudo depende da sua visão sobre a obra. Não menospreze o trabalho de ninguém, todo o ofício tem suas dificuldades, facilidades e merecimentos.

 

 

5 – Melhor e pior são relativos:

Não é possível definir as melhores ou piores coisas apenas pelo gosto pessoal. O que é bom para uma pessoa, nem sempre é boa para outra. Dizer por exemplo: “Que roupa feia, quem teria coragem de usar?”, ou, “esse programa é horrível, ninguém assiste”, quase sempre é um equívoco e sempre antes de se posicionar dessa forma tenha cuidado, pois pode acabar magoando outra pessoa e ainda se colocando numa situação desconcertante. Observe antes de criticar. Afinal, você não gosta, mas se as coisas estão ali disponíveis para serem comercializadas é porque alguém compra.

 

 

6 – Elogie mais:

Elogie o menor progresso e todo progresso. Somos movidos a incentivo, todos nós necessitamos de valorização e reconhecimento para evoluirmos em nossas tarefas, veja até mesmo os animais são treinados com agrados, no caso afagos e comida. E por que ainda vemos gestores aplicando o método contrário, censura e condenação, temos a tendência de enxergar apenas as coisas negativas, mas como disse acima, todos temos nossos dias bons e ruins, então vamos aproveitar os dias bons em que as pessoas realizaram bem suas funções para exaltá-las. É fato que a partir de incentivos passamos a nos dedicar mais, já a indiferença passa a ser tratada na mesma moeda.

 

 

7 – Saiba do que está falando:

Sabe aquele jargão “Só abro a boca quando tenho certeza”, pois é, ele surgiu num quadro humorístico da televisão mas deve ser aplicado diariamente por nós. Com o bum de informações que a internet nos trouxe, hoje todos nós achamos que sabemos de tudo e que em tudo podemos opinar, principalmente nas redes sociais, mas tenha cuidado principalmente no ambiente digital, onde tudo fica gravado. Se posicionar exige que você conheça o assunto a fundo para não se comprometer e queimar o seu filme. Também evite julgamentos apenas pela aparência ou por uma fofoca, já dissemos, você não sabe o que se passa na vida da outra pessoa, controle seus impulsos. Opinar sobre um livro que você leu apenas a primeira página é opinar por algo que você desconhece.

 

Encerro dizendo que essas ações são para serem praticadas hoje, mas diferente da aposentadoria, você vai gozá-las agora e também no futuro, pois tudo que semeamos colhemos. Não espere plantar cactos e receber girassóis.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

HYGGE at Work

Uma arte praticada nos países nórdicos vem conquistando o mundo, já ouviu falar em hygge?

Imagine que lá fora há uma grande tempestade acontecendo, muita chuva, barulho de vento forte, muitos trovões e você nem se abala com isso. Está ao lado das pessoas que ama, em frente a lareira, aproveitando uma boa taça de vinho e degustando um delicioso aperitivo, a conversa segue feliz e agradável, enquanto a natureza segue seu curso. Essa sensação de segurança e respeito de uns para com os outros, seja nas relações familiares ou no ambiente de trabalho pode ser descrita como a prática de hygge.

 

É uma atmosfera especial, uma indescritível sensação de bem-estar e a certeza de que o amanhã poderá resolver as coisas de maneira menos turbulenta. É estar por inteiro, vivendo cada momento.

 

Comparada por muitos como um sentimento de bom humor, a palavra não pode ser interpretada como um estado mental, também como muitas bibliografias trazem o sentido de aconchego e técnicas de decoração para tornar o ambiente harmônico, propício ao hygge, mas tais práticas não fazem jus ao seu real sentido. O hygge é uma energia que vem de dentro para fora, logo não tem variações de humor, nem tão pouco pode ser comprada, mas sim pode ser adquirida com treino e paciência.

Lembro quando trabalhava com operação em turismo – onde a responsabilidade com prazos de emissões é muito grande e qualquer perda desses acarreta em oneração de valores, coisa que muitos clientes não tem conhecimento e quando explicado por vezes não acreditam – em muitos momentos em que sentia extrema angústia e irritação um gerente me dizia: “calma, não responda nada hoje, deixe para amanhã, responder com raiva vai acabar estragando sua venda”. Aquelas palavras me deixavam mais acelerada ainda e na minha ingenuidade da época, pensava: o que ‘esse velho’ que nada sabe sobre operacional vem me pedindo calma, se der errado amanhã eu que vou ter que resolver. E de fato ele pouco sabia da parte prática, porém não estava com um cargo de gestão atoa, era um senhor maduro, com conhecimento de mercado e muita experiência em vendas. Não só lembro dessas palavras até hoje, como as pratico sempre que necessário, no trabalho e na vida.

Conviver diariamente com pessoas que nem sempre fazem parte da nossa simpatia é difícil, quando se é jovem aceitar o que os mais experientes dizem é pior ainda, mas como hygge prescreve, não podemos mudar todas as pessoas, mas podemos aceitar os seus defeitos, encontrando uma maneira de lidar com eles, afinal todos os temos e esse é o grande aprendizado: respeitar, saber ouvir, refletir e saber separar o bom e o ruim de cada um com quem convivemos e usar ambos a nosso favor e em favor dos outros, a fim de não sermos apenas reflexo, mas pessoas que sabem discernir e praticar o lado bom do que se aprende.

Esforce-se para se relacionar bem com seus colegas, esteja mais receptivo e disponível em ajudar e receber ajuda, seja mais colaborativo, cuide a entonação de como fala, quando chegar dê um bom-dia sincero, vindo do coração. Crie tempo para as pessoas, saia para almoçar com seus colegas, é uma boa oportunidade para conhecer um pouco mais com quem você convive diariamente.

 

                             Ok, muito lindo, mas como colocar toda essa “poesia” em prática?

Você precisa criar uma atmosfera tranquila dentro de você, onde quer que você esteja. Um dia tem 24h, não podemos ser ingênuos em achar que em todo esse tempo (acredite 24h é muito tempo) iremos estar apenas com quem amamos e iremos fazer apenas o que nos dá prazer. Passamos a maior parte do nosso dia no trabalho e precisamos encontrar a satisfação, por muitas vezes o ambiente pode ditar regras diferentes, mas depende de nós encontrar a felicidade em nossas tarefas, e isso é hygge, a felicidade no trabalho realizado é qualidade no tempo que está ocupado com ele.

Respeite o tempo das coisas, 08h são para trabalhar, 08h de sono, nos restam outras 08h para fazermos outras atividades que escolhemos fazer, mas dessas horas que sobram tire pelo 2h para fazer algo que realmente te realiza: ler um livro, brincar com seus filhos, vá correr, caminhar, fazer uma boa refeição, degustar um vinho, enfim curta a si mesmo e a sua família. Bater metas além de ser muito bom é fundamental no trabalho, mas trabalhar aceleradamente todos os dias não é humano, seja gentil com seu corpo e sua mente, pior é ter que parar obrigatoriamente de uma hora para outra. Organize suas tarefas, tente não ficar depois do horário todos os dias.

Sinta-se confortável com o que você tem no momento atual, almejar e ambicionar são sentimentos saudáveis, eles nos movem ao crescimento, porém a ganância nos destroem como indivíduos. Trabalhe, dedique-se, sonhe e vá a luta para conquistar, mas não trapaceie; chegue no pódio em paz com sua consciência. Não seja um colecionador de troféus, seja feliz com o que tem nas mãos.

Na Dinamarca, Suécia e Islândia, países que usufruem o hygge são classificados como a população mais feliz do mundo e o desempenho de tamanha satisfação é devido a saúde, o valor a vida e a unidade social. Eles também fazem uso da palavra arbejdsglaede, que significa “felicidade no trabalho”.

Nesses países o trabalho não é apenas uma maneira de ganhar dinheiro, mas também um motivo de alegria, contentamento e completude. Você também pode tentar encontrar o seu próprio arbejdsglaede e ir acalmando as tempestades internas e ao seu redor, distribuindo bondade, sorrisos e gentilezas.

 

Crie um espaço de higiene mental e não permita que esse espaço seja invadido, mantenha-se longe dos conflitos externos, já temos os internos para superar.

 

Eleve sua sintonia e dê ênfase ao que merece real atenção naquele momento, e estando no escritório essa atenção é o seu trabalho. Praticar o hygge é a chave para você sobreviver aos maus desse século: estresse, ansiedade e depressão. Veja as coisas sob uma óptica mais otimista, torne seu espaço mais leve e confortável, será transformador para você e os que o rodeiam.

 

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Pense em que momentos do seu dia você entra nas redes sociais. E com que finalidade você acessa essas mídias? Você entra no Facebook planejando comprar um sofá, imóvel, carro, ou qualquer outro produto? Mas quantas vezes já comprou algo porque viu inicialmente na rede social?

Pois é, esses são os questionamentos que você deve se fazer antes de expor os seus produtos na rede social, é um lugar onde queremos ver pessoas, imagens bacanas e principalmente se informar e não receber um panfleto eletrônico, já falamos sobre a importância do conteúdo nos artigos 3 e 4. Elas são sem dúvidas um excelente canal de comunicação e distribuição, mas essa é uma ferramenta de descoberta.

 

Dica: crie o interesse, leve o cliente para o seu site e a partir disso então trabalhe-o para virar em venda.

 

A rede social também é uma grande fonte de pesquisa, a moeda de troca do Facebook são seus dados, ali estão publicadas profissões, interesses, gostos, hábitos, locais de trabalho, idade, gênero e uma diversidade de outras informações que você pode explorar na hora de fazer um anúncio. Saiba que os anúncios no Facebook, por exemplo podem ser direcionados para o público que realmente tem potencial para consumir o que você comercializa, com a ferramenta gerenciador de anúncios você segmenta suas campanhas e o próprio Facebook trabalha correndo atrás de rastrear as pessoas que já demonstraram interesses no que você selecionou.

 

Leve informação para as pessoas, use as histórias dos próprios clientes

 

Todos gostam de se ver sendo notícia, normalmente esse tipo de experiência tem 80% de chance de viralizar. Tenha regularidade nas postagens, nutra seu público com postagens diárias ou pelo menos semanais, mas postagens com relevância, por isso se não tiver tempo, invista num social media.

Ajude seu público-alvo entender porque é importante ele ter o seu produto, não simplesmente venda. Gaste 80% do seu tempo pesquisando e ouvindo, e apenas 20% falando, esteja atento ao que seu público está comunicando nas interações.

O processo de venda hoje em dia é mais suado, ao contrário do que as pessoas achavam quando a internet passou a ser um buscador de informações e os vendedores apenas “tiravam o pedido”. Agora as pessoas pesquisam e quando vão até a loja física, por exemplo querem o algo a mais, o mesmo ocorre no E-commerce, antes de clicar e efetuar a compra, busca-se referências e estar com sua fanpage em alta transmite a imagem de empresa confiável.

 

Faça menos promoção e fechamento, e passe a ouvir mais, diagnosticar e prescrever.

 

Todos os dias bilhões de usuários ativos seguem marcas e tomam decisões de compra baseando-se nas informações que as empresas compartilham nas mídias sociais, então aja, ajude-os a tomar as decisões certas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Porque você deve gerar conteúdo na rede

No post eu dei insights agora vamos a fundo no tema?

    O principal objetivo da geração de conteúdo na internet

Uma das melhores maneiras de divulgar sua marca e filtrar seu público-alvo é gerando conteúdo na internet, e ter essa presença é fundamental para se manter no mercado atualmente, afinal hoje todos nós já temos por hábito pesquisar antes de consumir, seja um produto ou uma prestação de serviço, queremos chegar no estabelecimento sabendo como tudo funciona. Nossa curiosidade nos leva a querer saber sobre os benefícios que aquele consumo vai nos trazer, se a experiência dos demais usuários foi satisfatória, como funciona, se deu problema com alguém. Enfim, buscamos a reputação do bem ofertado e a fonte de busca obviamente está na internet, esse é o grande poder dessa ferramenta: a disseminação de conhecimento.

O conteúdo gera visitas no seu site, cliques na sua página, te ajuda a fidelizar clientes e pode motivar a comentários que incentivam a disseminação da sua postagem, mas esse conteúdo deve ter relevância e deve estar de acordo com o interesse de quem busca.

Boas postagens nos instigam a querer fazer negócios e mesmo se nunca fomos clientes de determinados estabelecimentos, resolvemos experimentar, porque as pessoas buscam viver experiências que deixam impressões positivas ou que já deram certo para outras. Por isso conteúdos bem embasados, com boa qualidade visual ou ainda gerados por pessoas que tem um bom número de seguidores tendem a dar tão certo, pois na guerra pela nossa atenção ganha quem provar que realmente é bom naquilo que oferece. 

                   Sites e blogs no ar com força total

Os sites até não muito tempo atrás estavam fadados a extinção, porque era uma ferramenta estática, organizada só quando colocada no ar e nunca mais mexida. Hoje a maioria das plataformas de hospedagens de domínios nos permitem fazer o gerenciamento de maneira mais simplificada e a possibilidade de gerar conteúdos através dos blogs nos ajuda a atrair visitantes, um recurso que considero de enorme relevância. Apesar dos vídeos serem os queridinhos e claro, muitas vezes otimizarem nosso tempo, não se pode esquecer de que as plataformas de vídeos não são nossas, ou seja, nos são “emprestadas” para hospedarmos nosso conteúdo.

Atualmente nossa única garantia de casa própria digital é o site, pois as redes sociais também são plataformas de aluguel de conteúdo, podemos não pagar com dinheiro para estarmos ali, mas pagamos com nossos dados e infinitas informações que valem muito dinheiro no mercado de ações e onde há instabilidade pode haver extinção.

Já pensou você passar horas, dias de vida criando conteúdos maravilhosos e por algum motivo perder tudo porque a rede social foi tirada do ar?

E como os clientes irão de achar?

Pois então, por motivos como esses hospedar 100% do conteúdo da sua marca numa única rede social é muito arriscado, outro ponto que merece reflexão é o fato de que nas redes sociais os conteúdos perecem muito rápido, ou seja, se seu material tiver um ótimo engajamento o algoritmo vai rodar de forma orgânica durante 24 a 48 horas, mas se ele entender que seu conteúdo não está sendo relevante, em poucos minutos o que você produziu vai ficando cada vez mais para trás. Claro que só o site no ar sem divulgação até mesmo nas redes sociais não anda sozinho, precisamos de ambos, mas no site você consegue colocar as informações mais relevantes a respeito da sua marca, ali deve estar sintetizada a essência do seu negócio.

Outra vantagem é que o site é nosso endereço fixo na rede, a internet vem modificando muitas coisas na nossa maneira de trabalhar e a questão de otimizar custos com pontos comerciais é uma delas, por isso nesses casos de profissionais que atuam de forma volante o site é de suma importância, primeiro porque ele ajuda a gerar credibilidade e segundo, você pode ser encontrado em qualquer lugar do mundo.

Ao movimentar conteúdos no blog você também demonstra que conhece a fundo aquilo que comercializa e tem a chance de indexar boas posições nos buscadores da internet. Quanto mais as pessoas entram nele, maior a probabilidade de ganhar espaço nas primeiras linhas de busca do navegador, principalmente se o seu nicho de mercado não costuma investir em anúncios para indexação de busca, logo quanto mais na frente você estiver quando alguém buscar por algo que tenha haver com seu produto ou serviço, mais chance de você ser clicado antes do seu concorrente.

Buscadores como o Google, por exemplo, trazem nas quatro primeiras colocações os anunciantes, na sequencia os sites de alcance orgânico, então quanto mais visitantes no seu site, mais cresce a oportunidade de você estar bem posicionado na lista, essa é a regra.

Estar na internet é para todos, porém nem todos estarão na vitrine se não investirem em conteúdo.

Sou Flavia Machado Okuyama e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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