Marketing de Relacionamento com o Cliente, Marketing Pessoal

Nunca pare de aprender, sempre há algo a melhorar

Nas mais diversas áreas encontramos profissionais que por já estarem há algum tempo exercendo as mesmas tarefas todos os dias ou vendendo os mesmos produtos, julgam que não há mais nada a aprender, principalmente quando trabalham em empresas ou com marcas já consolidadas.

 

As pessoas tendem a se acomodar e passam a atender ou executar suas tarefas sempre no mesmo ritmo, sem entusiasmo, chegam a ter um repertório padrão e tentam argumentar com todos os clientes da mesma maneira.

 

O interesse único é a remuneração, por que acreditam que tudo já está sabido. Se esquecem que as pessoas são diferentes, possuem variadas necessidades e muitas vezes determinado produto está sendo adquirido ou usado pelo o cliente pela primeira vez, logo ele precisa ser bem orientado.

 

Vivemos um problema cultural, pois a maior parte dos profissionais encaram o trabalho apenas como uma forma e sustento, alguns até status, mas poucos enxergam o seu ofício como uma oportunidade de bem servir.

 

Quando se tem consciência da utilidade do lugar que ocupa é muito mais prazeroso sair para trabalhar, se atende com mais alegria e dominar o que comercializa passa a ser indispensável.

 

O mundo está em constante movimento, a tecnologia está inserida em todos os âmbitos da nossa vida, num cenário de transformações diárias não há como se acomodar. Um bom profissional sempre terá que buscar novas fontes de informações sobre o que faz, a qualificação e a boa vontade terão que andar de mãos dadas o tempo todo.

 

Novos produtos ou reinvenções dos já existentes são uma realidade cada dia mais presente, por isso não busque saber apenas o básico, não trate seu artigo ou sua profissão de forma substancial, não perca a oportunidade de ser bom no que faz. Quem sabe pouco não explora todo o potencial de sua inteligência e limita o cliente de conhecer também.

 

 “Quanto mais suor derramado em treinamento menos sangue será derramado em batalha”.

Dale Carnegie

 

Se você se esforçar em conhecer bem seus produtos e o serviço que presta, quando precisar aplicar, esses aprendizados sairão naturalmente, você demonstra que detém o conhecimento sem precisar usar de outras habilidades de convencimento.

 

Está certo que hoje qualquer informação pode ser perguntada para a internet, mas a credibilidade de um profissional que está disponível para o cliente será sempre maior. E é tão bom sair de um estabelecimento com a certeza de que se fez um bom negócio e infinitamente gratificante para quem executou, terminar o dia de trabalho com a certeza de que fez bem feito.

 

Em qualquer esfera de relacionamento o elo mais forte da corrente, é o da confiança, mas nas relações comerciais esse também é o mais importante, pois se ele se romper, com o tanto de concorrentes que se tem, dificilmente haverá uma segunda chance. Por isso toda oportunidade é única, quem sabe integralmente o que indica ou faz e usa bem desse artifício certamente terá uma boa e consistente carteira de clientes.

Gostou do assunto? Leia também:

 

Sou Flavia Machado Okuyama, trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

A valorização da equipe e como isso reflete no cliente

No artigo A complexidade de um bom atendimento, falamos que apenas vitrines e estruturas físicas bonitas não seguram clientes, claro que a aparência é importante, mas um relacionamento comercial precisa ser de verdade, precisa oferecer garantias e tranquilidade.

 

Bem mais do que maquinário hoje em dia, uma empresa que almeja bons negócios deve estar com olhos e ouvidos muito atentos para o seu capital humano, por isso o termo “cultura organizacional voltada para o cliente” está tão em alta.

 

O que isso quer dizer? Uma cultura organizacional voltada para o cliente, em poucas palavras significa, que o espírito de atendimento deve ser algo natural para todos que trabalham na empresa, desde da portaria, vendas, financeiro até a diretoria. Ou melhor, essa seta deve apontar de cima para baixo.

 

Para o novo consumidor o verbo atender vai muito além do que simplesmente tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o ponto de vista do cliente e quanto mais diferenciada a prestação de serviço mais o negócio se destacará.

 

Lidar com a parte humana é sempre o maior desafio devido a imprevisibilidade dos comportamentos. Mas quando se proporciona um ambiente de diálogo, valorização, preocupação com o funcionário, ou seja, quando se olha para ele como uma pessoa que assim como você é movido a sentimentos, e que tem uma vida paralela ao horário de trabalho, fica mais fácil administrar as situações.

 

No texto O que te move? expliquei que reconhecimento e recompensas são conceitos distintos, o reconhecimento trata da valorização, enquanto a recompensa trata do quanto se investe num funcionário. E os dois modelos de incentivo são necessários, por exemplo:

 

Reconheço quando:

# Favoreço e estimulo a troca de ideias

# Implemento uma solução encontrada por um ou mais funcionários

# Encorajo a auto liderança

# Impulsiono o crescimento e novas oportunidades dentro da empresa

# Acompanho o trabalho desempenhado e não a pessoa em questão

# Compartilho e celebro as conquistas da empresa, afinal cada um deu sua contribuição

# Entendo que se trata de uma pessoa dedicada e empenhada em suas funções, por isso um atraso justificado, uma consulta médica ou exame no horário de expediente, uma saída mais cedo justificada, fazem parte e que não são tão prejudiciais assim.

# Incentivo cursos de aperfeiçoamento e estudos

 

Recompenso com benefícios:

# Incentivo de vendas

# Salário compatível

# Favoreço a saúde: convênio médico, odontológico, campanhas de vacinação

# Oportunizo cursos de aperfeiçoamento e estudos

# Promovo treinamentos sobre qualidade, produtos e serviços oferecidos pela empresa

# Desenvolvo um focus group de clima organizacional

# Fomento a qualidade de vida: vale massagem, convênio com academia, sair mais cedo no dia do aniversário, programas que incentivem os colegas a se ajudarem a perder peso, lagar o tabaco, se alimentarem melhor, programas de incentivo a cultura e o lazer, convênios com editoras ou livrarias.

 

Enfim, aqui foram citados alguns exemplos do que se pode fazer, nem sempre existe o orçamento para tanto, mas o mais importante é a boa vontade e a preocupação com as pessoas. Com criatividade é possível dizer que elas são parte do processo, logo são importantes.

 

Toda ação que beneficia o funcionário se reflete no seu trabalho e na empresa, lembre-se: um funcionário saudável e satisfeito falta menos e tem mais disposição. As pessoas de uma maneira geral buscam acolhimento e aquelas que o recebem, como gratidão se doam na mesma intensidade.

 

Quem cuida da sua equipe, cuida do seu cliente.

Gostou desse assunto? Então leia também:

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

Clientes: Atrair x Fidelizar

Investir em marketing para atrair mais clientes é sempre fundamental, principalmente para empresas que estão começando, mas você já deve ter ouvido a célebre frase do Philip Kotler: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual”.

 

A atração normalmente requer investimentos mais altos e uma estratégia bem menos direcionada, você pode até prever quem é o público que vai ser atingido tendo em vista as características do seu produto ou serviço, mas mesmo assim, até descobrir onde estão esses consumidores terá que empregar dinheiro e tempo para que eles saibam que você existe e ainda ser reconhecido como diferente para que experimentem o que você tem a oferecer.

 

A atração sempre será imprescindível para uma empresa, pois assim como a vida tem seu ciclo: nascer, crescer, multiplicar e morrer, os consumidores também têm. A diferença é que talvez muitos desses consumidores nem cheguem na segunda fase, em certos estabelecimentos.

 

Nunca se despreza nenhum tipo de cliente, nem por sua aparência, nem pelo seu budget, nem porque ele é novo. Quando você atrai primeiro é preciso mensurar o quanto lhe custou trazer esse cliente, e, segundo, atrair um cliente é a única oportunidade que você tem de mostrar o quanto é bom no que faz, quais os valores que sua empresa sustenta e a missão que representa estar ali.

 

Por essa razão, só atrair não é suficiente. A fidelização de clientes sempre será a chave para vender mais e melhor, o contato inicial com um consumidor é a semente para iniciar uma campanha de fidelização.

 

Você já viveu a experiência de ter recebido uma cortesia ou um desconto promocional para experimentar um serviço ou produto, e este não ter sido satisfatório porque foi realizado de malgrado, com aquele rótulo: “cliente de promoção”?

 

Pois é, nesses casos, o tiro sai pela culatra. Talvez o funcionário que atende ou o próprio dono não calcula o quanto lhe custa a cortesia ou o desconto, mas tenha certeza de que “grátis” não é. E o pior, perde a chance desse consumidor voltar e pagar integralmente pelo serviço, ou até mesmo indicar para mais pessoas.

 

Atender bem vai muito além do que tratar as pessoas com cortesia, é preciso entender o que atraiu aquele cliente até a sua empresa, que expectativa você criou que fez com que ele mudasse seus hábitos e trocasse de fornecedor.

 

Estimule o diálogo.

Estude e pesquise os dados desse consumidor.

Agrupe os clientes pela semelhança.

Ofereça soluções adequadas às necessidades deles.

Quando você organiza e entende as informações do seu cadastro de clientes encontra novas formas de obter retorno financeiro.

 

Gostou desse assunto? Então leia também:

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

WhatsApp para os negócios. Dicas eficazes de como usar a ferramenta

A internet está sacudindo a poeira das relações comerciais, muita gente ainda não percebeu, mas como uma onda ela está vindo e nos tirando da zona de conforto. A internet está nos obrigando a nos movimentarmos, e isso não é ruim, como muitos pensam, será ótimo para aqueles que souberem fazer bom proveito dela.

 

Para isso é preciso mudar a estratégia.

 

Se você acha que a publicidade que fazia até cinco, seis anos atrás vai funcionar com as novas ferramentas, melhor fazer um download e se atualizar, porque os tempos estão mudando e numa velocidade voraz.

 

Hoje a comunicação é uma via de mão dupla, o cliente ouve, mas quer falar também, e ele não vai gostar de ser comparado ou igualado a todos os outros clientes do seu cadastro.

 

Cada pessoa é única, tem seu próprio nome, preferências, particularidades e necessidades, e conforme essas e outras características, que as pessoas querem ser lembradas.

 

Se pararmos para pensar, até há uma espécie de “retrocesso” na maneira de fazer negócios, calma, vou explicar. Os consumidores estão buscando consumir conforme a relevância do que você tem a oferecer, querem se relacionar, se comunicar e não apenas gastar por gastar. Como na época em que não havia tanta concorrência e conhecer o dono do estabelecimento era relevante, porque ele sabia seu nome, suas preferências, lhe dava crédito, resumindo… lhe prestava um atendimento personalizado.

 

Apesar toda revolução dos tempos modernos, a internet é uma ferramenta maravilhosa para se fazer Marketing de Relacionamento com Clientes, pois ela nos possibilita aproximar pessoas, como também filtrar as informações sobre elas.

 

Com o aplicativo WhatsApp, você tem uma comunicação totalmente pessoal, oportuna, econômica e eficiente. A abordagem se dá de forma inteligente e no tempo do cliente, quando respeita a liberdade dele em tomar uma ação quando puder, e se ele quiser – ler e responder.

 

Mas como todo bom relacionamento para dar certo é preciso haver respeito, então vamos a umas regrinhas básicas na hora de usar o aplicativo de forma comercial:

 

# 1 Saiba com quem está falando

 

A pessoa já comprou com você, se a empresa não tem um software adequado para fazer CRM, tenha um caderno e anote o nome dela, o que ela levou para casa, tamanho, cores, referência do produto, enfim tudo que é importante. Assim quando chegar algo nesse perfil, manda um “whats” contando as novidades.

 

# 2 Não coloque as pessoas em grupos indesejados

 

Não tem coisa mais inconveniente do que juntar todos os clientes – pessoas que não se conhecem e talvez nunca se viram – e agrupar todas para falar do seu produto ou serviço. Como disse acima as pessoas são únicas, não jogue seu cliente no balaio de grupos.

 

# 3 Lembre-se do seu cliente

 

Aquele produto que ele estava interessado e estava em falta chegou?

Lembre-se de mandar um recado avisando.

Ele comprou na semana passada?

Pergunte se ele está gostando e se a compra foi satisfatória, faça um pós-venda.

 

# 4 Ofereça exclusividade

 

Ofereça promoções exclusivas, descontos progressivos, formas de pagamento, inove de acordo com o perfil de compra daquele cliente. Isso ajuda até na hora de girar com os estoques.

 

 

# 5 Não perturbe

 

Persista, mas não insista.

Mande WhatsApp somente quando tiver algo que seja realmente interessante para aquele cliente especificamente e não toda hora, por qualquer motivo. Se você enviar algo que seja realmente pensando naquela pessoa, tenha certeza de que conseguirá chamar sua atenção.

 

Trabalhar a fidelização dos clientes envolve muito mais tempo e dedicação do que dinheiro, mas o retorno é mais eficaz. O cliente satisfeito e contente com o serviço não só volta a fazer negócios, como recomenda.

 

Desperte no cliente a vontade de fazer negócios com você, não o espante.

 

Gostou desse assunto? Então leia também:

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Social CRM

O impacto de uma reclamação nas redes sociais

No artigo passado, A importância da gestão responsável das redes sociais, falamos sobre a posição que essas importantes ferramentas de relacionamento com o cliente ocupam hoje no mundo dos negócios.

 

Nós enquanto consumidores, mudamos muito nossa forma de nos relacionar com as empresas desde a chegada das redes sociais, o mundo on-line agora é um ambiente em que se pode destruir ou alavancar a reputação de uma organização em minutos.

 

Somos uma geração de consumidores com consciência expandida, logo nosso nível de exigência está maior, estamos mais sensíveis as mensagens publicitárias e por isso elas nos impactam de maneira mais intensa.

 

Envolvidos por um mar de informações todos os dias, isso influência diretamente na nossa capacidade de tomar decisões e de experimentar coisas novas.

 

Antes um cliente insatisfeito reclamava e isso ficava entre ele e a empresa (telefone, e-mail ou Procon), obviamente que a boca a boca já fazia seu efeito, mas isso se espalhava mais timidamente, entre um circulo de parentes e amigos.

 

Hoje, as insatisfações correm o mundo de maneira desenfreada, e uma reclamação feita na rede social tem o poder de dizimar  a boa reputação de uma empresa, que levou anos para ser construída.

 

Principais erros na hora de gerenciar uma crise:

  • Excluir a postagem
  • Tentar minimizar o problema
  • Mentir
  • Colocar a culpa em um funcionário
  • Dar uma versão sem provas ou desconhecer as informações
  • Fazer um primeiro contato prometendo solução e nunca mais retornar
  • Demorar para responder uma reclamação
  • Falar de maneira inadequada
  • Defender a empresa

 

Quando há uma reclamação na sua fanpage ou em algum outro canal da internet, não tente mascarar, a única saída é encarar o problema e trata-lo de forma íntegra e honesta. Para a internet não há mais esconderijos, tudo que for postado é público.

 

E você já ouviu falar no efeito manada?

 

Popularmente podemos traduzi-lo com o termo “Maria vai com as outras”. As pessoas buscam endossar suas decisões, baseadas nas opiniões de outras pessoas. Por exemplo, um cliente vai lá e coloca a opinião dele sobre seu serviço, aquele outro cliente que até então tinha se calado, pode se influenciar e ir para a rede contar sua experiência também, e assim muitos outros irem fazer a mesma coisa, sem que tivessem combinado ou se organizado para isso.

 

Agora se coloque como um consumidor, qual sua reação ou pensamento quando lê muitos comentários ruins a respeito de uma empresa?

 

Vivemos um momento de relações superficiais, a gama de informações é enorme, mas ninguém mais tem tempo de se aprofundar nos assuntos, então muitas vezes nos deixamos impactar apenas pelo título de um artigo ou apenas pela primeira opinião de uma pessoa, e levamos essas “verdades” como absolutas.

 

Sua empresa pode ter feito tudo certo a vida inteira, no primeiro deslize alguém vai lá e detona a bomba, terão outros tantos para atear fogo e poucos ou talvez ninguém irá investigar se foi um fato isolado ou generalizado.

 

Então como separar o joio do trigo? A resposta é simples, porém difícil:

Faça tudo certo sempre!

 

Destaque-se pela honestidade e respeite sempre o seu cliente. Falei sobre isso no artigo: Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

 

Comece sempre fazendo o básico, que é priorizar os questionamentos de seu consumidor e resolve-los satisfatoriamente. Problemas são passíveis de acontecer e irão ocorrer, mas a maneira como sua empresa lida com eles é que irá determinar sua reputação.

 

Dar a devida importância às redes sociais não é apenas um modismo, elas vieram para ficar e a gestão qualificada se tornou uma necessidade mundial, independentemente do tamanho da empresa ou da quantidade de clientes.

 

Gostou do assunto? Então leia também:

O que encanta o cliente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

A complexidade de um bom atendimento

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

O quinto P: PARTICIPAÇÃO

O marketing nas redes sociais

———-

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing Pessoal

Abra espaço para coisas novas entrar

Nas últimas semanas vimos a movimentação em torno do telejornal Jornal Hoje, apresentado pela TV Globo, nesse caso não foram as notícias que acontecem no mundo, mas sim a troca de apresentadores.

 

Sou fã desse jornal, aliás é o único programa que assisto na televisão aberta, por isso resolvi trazer o case.

 

O jornalista Evaristo Costa, que apresentou o telejornal por longos 14 anos anunciou sua saída por questões pessoais, alegando precisar de mais tempo com a família, para si e por não mais se sentir desafiado, já que vinha desenvolvendo o mesmo trabalho a tanto tempo.

 

No lugar dele, veio Dony De Nuccio, que há seis anos trabalha na emissora e vem galgando seu merecido espaço na mesma. Tenho acompanhado o jornal nesses últimos dias e parece incrível, mas realmente dá para sentir o bom astral em que o novo apresentador se encontra.

 

Da mesma forma, sigo o Evaristo Costa no Twitter e ele parece realmente mais leve.

 

Ao longo da minha carreira profissional vi isso acontecer algumas vezes, e acho interessante analisar o ciclo de vida das pessoas, falei sobre isso no artigo O que te move?

 

Para uns estar onde se está pode ser incômodo, não se percebe mais geração de resultados e aquele trabalho vai matando a pessoa aos poucos, dia após dia, porque os objetivos já foram alcançados. Para outros, que estão à espera de uma oportunidade, aquele lugar que você ocupa é tudo o que aquela pessoa gostaria de realizar e vai fazer tão bem feito, vai dar o seu melhor, porque era tudo que ela queria, sair do lugar em que se encontra, assim como você.

 

Percebe como se dá essa movimentação? Um sai para preencher novos espaços (talvez até espaços que estavam vazios na vida pessoal) e outro entra para preencher o que ficou livre e assim preenche com novas perspectivas.

 

Talvez muitas vezes nos falte coragem para largar tudo e recomeçar, talvez precise de planejamento, o fato é que ocupar espaços que não nos preenchem mais é nocivo a saúde, a nossa e a das pessoas ao redor. Quando estamos cansados a irritação aflora, o mau humor nos domina e contamina, sem perceber estamos jogando nossas frustrações nos que amamos em casa, nos colegas de trabalho, nos clientes ou no primeiro que passa em nossa frente.

 

Tenha cuidado, jamais apesar de qualquer tipo de insatisfação – pessoal ou profissional – cuspa no prato em que comeu, nunca fale mal de seus empregadores, empresa, colegas, chefes, enfim, não destile veneno por aí. Não macule sua imagem porque está passando por um mal momento, falo mais sobre isso no artigo: Como conquistar credibilidade. Dicas simples que mudam suas relações.

 

Guarde suas percepções para si, o que não lhe serve mais, pode ser a chance que alguém estava esperando. E essa pessoa entrará tão satisfeita que não enxergará os defeitos, apenas oportunidades e sua empolgação será tamanha que ela conseguirá sim fazer diferente, por mais engessada que seja a empresa, porque ela está numa sintonia diferente da sua. Com o tempo ela própria descobrirá o que lhe incomoda.

 

A nossa atitude mental positiva ou negativa é capaz de mudar as situações, leia Bom dia alto astral! É um artigo sobre como pequenas mudanças simplificam nosso dia e o modo como vemos as coisas.

 

Se optou em seguir novos rumos liberte-se daquilo que foi passado, se concentre no que está por vir, seus próximos passos são muito importantes para que tenha sucesso em seus novos objetivos. Liberte-se das armadilhas que te impedem de crescer profissionalmente.

 

Fazer o que “nosso amigo” Evaristo Costa fez, não é uma decisão fácil, mas para quem está se sentindo sufocado pela mesmice do dia a dia é a solução, que beneficia a todos, pois a organização também abre a possibilidade de ver novos talentos se desenvolver.

 

E se for faxinar a vida, aproveite para esvaziar armários e guarda-roupas em casa também, sempre terá alguém para aproveitar aquele casaco que você não usa há anos. Livre-se das coisas que não tem mais valor para você, permita-se adquirir coisas novas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing Pessoal

O que te move?

Normalmente quando iniciamos no mercado de trabalho chegamos cheios de sonhos, garra e vontade de ajudar as pessoas e crescer profissionalmente, com o passar dos anos e a medida que esses objetivos vão sendo alcançados, ou não essa excitação vai diminuindo a ponto de fazermos porque trabalhar é necessário para se sustentar. Vivemos um momento não só de crise financeira, mas uma crise existencial por parte de muitos profissionais, cada vez mais a sociedade produtiva vem se dando conta que ganhar um bom salário, ser promovido de cargo, não são mais suficientes para realização profissional. Queremos mais!

 

A satisfação exacerbada nos bens de consumo que moveu o mundo do trabalho nos últimos cinquenta anos, está sendo substituída por reconhecimento e valorização. Essa geração que está aí produzindo freneticamente não se pergunta mais “porque”, mas sim “para que”, qual o propósito de tudo isso?

 

As empresas, na hora de contratar não buscam mais por mão de obra, querem talentos, querem reforçar seu time com conhecimento e sonhos. Mas em muitos casos, são incapazes de lidar com toda a expectativa do profissional, atarraxam a capacidade dessas pessoas com a pressão do dia a dia e com processos de gerenciamento defasados, que não fazem mais parte da linguagem dos clientes internos, nem tão pouco dos clientes externos. Pagam muitas vezes pela raridade de um profissional e cobram o retorno do investimento em salário, mas não abrem espaço para a inovação, que em muitos casos vem de soluções simples que não requerem de mais disposição financeira, e sim adaptações e boa vontade em ouvir novas ideias.

 

Quando se fala em reconhecimento e recompensas é bom ter em mente que se apesar da similaridade são de conceitos distintos. O reconhecimento trata da gratidão, da valorização, é a percepção do quanto essa pessoa está engajada com a empresa e, do quanto ela contribui para crescimento dela própria enquanto profissional e também de todas as habilidades que ela agrega ou poderia agregar a equipe. Já as recompensas tratam-se de premiações, gratificações e o quanto vai se tirar do caixa para dizer a esse profissional que ele gera lucros. E o que as pessoas buscam nos dias atuais, não tem preço, tem valor, a balança agora pende para o lado do reconhecimento, o que não significa dizer que a remuneração deixou de ser um fator de estímulo ao funcionário, mas só isso não é suficiente, as pessoas querem que seus sonhos sejam cuidados e respeitados.

 

As previsões dizem que logo teremos menos postos de trabalho em função do desenvolvimento cada vez mais avançado da inteligência artificial, porém aqueles postos que estiverem ocupados por pessoas precisarão ser vistos com mais sensibilidade e zelo, porque inovação só vem de seres humanos e os consumidores exigem cada vez mais entendimento, empatia e reciprocidade ou seja, sentimentos, algo que só pessoas podem exprimir, deixaremos a praticidade e a frieza das transações para os robôs. Num mundo do “descartável” o papel dos profissionais em atuação será de fazer a diferença pessoal na vida dos clientes e isso só se consegue quando os empregados vivenciam os valores da empresa, quando eles acreditam primeiro que o que se faz é importante de fato para as outras pessoas, do contrário será só uma história contada. Para ser legítimo os consumidores iniciais precisam ser os colaboradores.

 

Cuidar das pessoas é como cuidar da saúde da empresa, mais entusiasmo é sinônimo de menos faltas, menos rotatividade. As pessoas precisam ser estimuladas a exercitar seus talentos, trocar ideias, ser desafiadas, tem muita gente boa desmotivada só esperando uma oportunidade. Ao invés de buscar fora, porque não testar com quem está dentro da organização? O funcionário já conhece a cultura da empresa e despende de menos tempo para adaptação.

 

Mas a velha máxima, quem não é visto, não é lembrado, ainda permanece, então não vale se acomodar. Aqueles que buscam por esse reconhecimento devem estar atentos as oportunidades diárias, não há nada de errado em assumir responsabilidades e planejar uma carreira, com tanto que não prejudique nenhum colega ou vire o puxa saco de plantão, se prontificar para tarefas extras que possa cumprir ou ainda que desafiem uma habilidade que você tem e pode ser aprimorada, não tem nada desonesto, pelo contrário ajuda a demonstrar interesse. Entregar um pouco mais do que se pede, quando pertinente, também é um exercício para o bom desempenho e nessas pequenas mudanças de padrões comportamentais se percebe muitos talentos sufocados pela rotina.

 

Não coloque a culpa por frustações na empresa apenas, a carreira é pessoal e nunca da empresa, ela apenas aluga os serviços. Uma empresa só tem a capacidade de absorver a energia quando lhe é permitido, repense sobre a posição que ocupa, se sente desafiada, valorizada, se ainda haverá espaço para crescer, talvez não em cargo, mas como profissional. Antes de desistir da empresa analise se o que lhe impede de crescer e ser melhor, é o lugar onde ocupa ou a forma como se relaciona com sua profissão?

 

Não deixe que nenhum ambiente ou alguém ofusque o brilho daquilo que você realiza, faça um trabalho espetacular sempre, por que você merece, seu cliente merece. Ame trabalhar, como um artista no palco, porque essa é a sua obra. O comodismo acontece quando é permitido que ele se estabeleça, do contrário sempre haverá novas oportunidades de valorização e reconhecimento.

 

 

Gostou desse assunto? Então leia também:

 

Sou Flavia Machado Okuyama e trabalho com Marketing de Relacionamento porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Consultora e Palestrante, a Class Marketing nasceu da vontade de empreender e ajudar marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas. 

Marketing Pessoal

O que talvez você não saiba sobre como causar uma boa impressão

Normalmente não temos consciência do poder que nossas ações exercem, mas as pessoas que não nos conhecem podem captar muitas informações nossas através do jeito como nos movemos, falamos e como lidamos com os outros.

 

Deixar uma boa impressão significa fazer as pessoas terem sentimentos positivos sobre a outra parte. O que vem em primeiro lugar é vital quando falamos de uma apresentação e primeira informação recebida a respeito de alguém.

 

A linguagem corporal por vezes nos confunde e nos deixa até desconsertados, principalmente em situações de negócios ou apresentação para alguém desconhecido, muitas vezes nos vemos naquele momento do que é desejável fazer para se cumprimentar.

 

Quem já não passou pela incerteza de quantos beijos dar, um, dois, três?

Ou já não teve aquela dúvida entre apertar a mão ou abraçar?

 

Apesar da etiqueta social se diversificar devido a fatores culturais, em nossa educação aprendemos que a linguagem corporal tem o que é adequado e inadequado fazer.

 

O aperto de mãos, para o mundo ocidental é sem dúvida o cumprimento mais praticado, mas apesar disso ainda é mal feito e muitas vezes não atende as expectativas.

 

Então como usar o aperto de mãos corretamente?

 

– O aperto de mãos sempre vem acompanhado de um olhar e um sorriso.

– Dura de 2 até 4 segundos.

– Deve ser firme, mas sem machucar.

– Ele é feito depois que a pessoa se apresenta.

– Usa-se sempre a mão direita.

– As mãos devem estar secas e desocupadas.

– E nunca se recusa um aperto de mãos.

 

Para os casos em que há muitas pessoas para cumprimentar ao mesmo tempo, ou ainda se as pessoas estão ao redor de uma mesa, faça uso do aceno.

 

Nós, latinos, temos a fama de sermos muito cordiais e simpáticos, o que se reflete na nossa etiqueta de apresentação, mas, apesar disso, no caso dos beijos e abraços, tenha cautela.

 

Embora essas manifestações abram espaço para um clima mais amável e propício para as conversas e amizades, há situações em que podem ser considerados “invasão” do espaço íntimo, por isso deixe para usá-los quando já existir alguma informalidade com a outra pessoa.

 

Mas há casos, em que a outra parte indica querer ser abraçada ou beijada, então retribua com um abraço breve e leve. A quantidade de beijos varia conforme as regiões do Brasil, mas o bom nunca é exagerar, dê um com o lado direito do rosto.

 

No caso de a pessoa vir com o segundo ou terceiro beijo, para não ficar aquele instante de desencontros face a face, uma dica é dar um beijo no rosto seguido de um abraço, dessa forma você já envolve a pessoa em um abraço, sem abrir espaço para mais contato.

 

E quando estamos sentados como cumprimentamos?

Quem levanta para quem?

 

– O anfitrião levanta sempre, esteja onde estiver a dica é levantar e ir buscar o convidado ou cliente até a porta. E quando a visita deixa o local, faz-se o mesmo.

 

– Homens levantam-se sempre quando alguém chega para cumprimenta-los.

 

– Mulheres só levantam quando se trata de pessoas hierarquicamente superiores a elas ou idosos.

 

Há diversos tipos de saudações e cumprimentos, como disse acima, esse é um fator cultural, os orientais, como japoneses, chineses e coreanos, reverenciam inclinando levemente a cabeça e o tórax, com os braços ao longo do corpo. A saudação com as duas mãos postas em forma de oração, na altura do peito é usada na Índia e Tailândia.

 

Em outros países, como os árabes, é comum o beijo entre homens.

 

Qualquer que seja a maneira diferente de cumprimento, utilize o velho e bom aperto de mãos sempre, por isso é importante acertá-lo. Depois mesmo que o convidado faça de forma diferenciada, retribua.

 

Há regras para etiqueta social para as mais diversas situações, e sei que muitas pessoas já consideram as formalidades das boas maneiras como fora de moda ou ainda um costume elitista, no entanto, para aqueles que querem firmar uma boa imagem, principalmente na carreira, não podem ignorar a importância da comunicação adequada.

 

Você pode e deve praticar as normas sociais sem parecer fiteiro, introduza esses hábitos na sua vida diária, quando praticamos a cortesia genuína, as pessoas percebem e reagem de uma maneira positiva. À medida que adquirimos mais segurança, sentimo-nos cada vez mais à vontade para a cortesia tornar-se um elemento integrante do nosso caráter.

 

Tratar bem os outros, com cortesia e respeito, é fundamental para a conquista da confiança e credibilidade.

 

Gostou do assunto? Leia também:

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

Marketing olfativo: qual cheiro define seu ambiente de trabalho?

Ano passado quando escrevi esse artigo pela primeira vez no LinkedIn, me questionei sobre que cheiro definia o meu ambiente de trabalho. E se fosse usar o marketing olfativo para atingir clientes, qual seria o aroma mais marcante?

Sou uma mulher que trocou a “estabilidade” da carteira de trabalho pela vida de empresária, primeiro me joguei na aventura de empreender em sociedade e em seguida percebi que tinha coragem suficiente para a carreira solo, e cá estou eu, por vezes ainda com a ansiedade aflorada e agora mergulhada em tardes com muito chocolate e chás.

Flores e plantas são acessórios que não faltam no meu cantinho, então em meio a tantas misturas de cheiros qual deles poderia ser a marca olfativa da Class Marketing?

 

 Lembranças e sentimentos relacionados a cheiros

ficam arquivados em nosso cérebro

 e são despertados mediante a um pequeno estímulo perfumado.

 

A preocupação com um bom ambiente de trabalho é fundamental hoje em dia, e também é sabido que transformar os aromas em lembranças gostosas de nossa vida influenciam de maneira positiva nosso dia a dia, em escritórios o objetivo essencial quando se desenvolve o marketing olfativo é criar uma atmosfera agradável que convide a produtividade. Já quando o assunto é atrair vendas é uma excelente estratégia para fixar uma marca, envolvendo seu cliente em uma fragrância única.

 

O brandsense ou marketing sensorial, já é explorado há bastante tempo, é a aérea do marketing que envolve os 05 sentidos humanos: visão, audição, tato, paladar e olfato e tem por objetivo aproximar o cliente e a marca, dentre os sentidos, os mais utilizados ainda são a visão e audição, principalmente porque na maior parte das vezes procuramos atingir o público-alvo por meio de técnicas tradicionais de “vitrinismo”. Mas não ignore o olfato, nem imagine que é difícil trabalhar com esse sentido, mesmo que leve tempo de planejamento e pesquisa pode ser uma alternativa criativa para aumentar suas vendas, além de criar um elo de relacionamento com seu público.

 

 Influencie de forma positiva

 

Quando falamos de marketing sensorial falamos de sentimentos, assim como o marketing de relacionamento, cada um dentro da sua característica, visa tocar o cliente de forma sutil e duradoura, use o marketing de forma responsável e com objetivo definido, pois sua marca – pessoal ou através da sua empresa – ocupa o subconsciente das pessoas.

 

Quanto a Class Marketing, descobri que aqui o cheiro é de chá de camomila e chocolate.

 

Gostou do assunto? Então leia também:

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing Pessoal

Respeite o tempo

Tempo atualmente é artigo de luxo, por isso quem valoriza o tempo dos outros, também acaba sendo valorizado.

 

Todos temos uma vida corrida e cheia de afazeres, logo não podemos brincar com a disponibilidade das pessoas, nem tão pouco com a nossa, por isso planejar nosso dia é fundamental, para não entrarmos num ciclo de “apagar incêndios” em tempo integral de nossas vidas.

 

Quando permitimos que a tarefas se sobreponham uma a outra, passamos a viver sob uma pressão muito maior, e o que é pior, acabamos também atropelando o tempo das pessoas que estão a nossa volta.

 

Ficou de lição uma vez, quando ainda era estagiária numa agência de viagens, eu era a única do atendimento na loja naquele momento e enquanto eu atendia um cliente, tocou o telefone e ao atender eu permiti que a conversa se alongasse.

 

O cliente que estava sentado na minha frente, pediu licença e me disse o seguinte: “eu vim até aqui, porque era o tempo que eu tinha para resolver o meu problema, mas se você não pode me dar atenção vou embora e peço para minha secretária ligar.”

 

Num primeiro momento me pareceu grosseria da parte dele, ter me feito essa colocação, a final eu estava sozinha na agência e não podia deixar o telefone tocando. Mas depois analisando a situação, vejo que a grosseria foi minha e ele tinha razão, o meu tempo devia ser dedicado a quem chegou primeiro.

 

A pessoa do outro lado da linha obviamente não sabia o que estava acontecendo lá dentro, mas cabia a mim, pedir o número do telefone e retornar à ligação depois, porque quem estava na minha frente era a prioridade.

 

Nesse caso, me lembro que eu quis otimizar o tempo, e com isso passei a atender os dois clientes ao mesmo tempo, em outras palavras, estava fazendo tudo e não fazendo nada direito.

 

Nossa mania de atropelar as coisas, prejudica nossa produtividade a medida em que desperdiçamos energia em ações desconexas, por isso muitas vezes chegamos ao final do dia muito mais cansados do que o normal, ou com aquela de sensação de que fez tanta coisa, mas não rendeu nada e no outro dia tem muito mais para finalizar.

 

Em meio a uma agenda lotada de tarefas não adianta se angustiar com o medo de não dar conta, mas sim estabelecer e organizar as prioridades para que o longo do dia transcorra mais facilmente.

 

Gerenciar o tempo é usá-lo a seu favor e com sabedoria, por isso listei algumas dicas que ajudam fazer o dia andar para frente.

# 1 Crie sistemas fáceis de usar

 

Organize seus e-mails em pastas, mantenha a sua mesa em ordem, processos catalogados, tem uma máxima que diz “na minha bagunça eu me acho”, mas muitas vezes não é dessa forma.

 

Também se um dia, por algum motivo, você precisar se ausentar, estando tudo nos devidos lugares seus colegas poderão encontrar os documentos sem demora ou sem precisar te importunar. Ter lugar certo para as coisas facilita que a comunicação flua.

# 2 Fuja do retrabalho

 

Leia com atenção, faça bem feito e com dedicação, revise antes de entregar, melhor perder tempo com pequenos ajustes do que fazer tudo ou grande parte outra vez.

 

Antes de ligar para um cliente, por exemplo, tenha o seu processo em mãos, estude o caso, isso evita ter que retornar a ligação por causa de informações que já estão pautadas e o cliente tenha dúvidas. Estar atento aos fatos, gera confiança, tenha em mente que se você ligou para falar não pode estar alienado a circunstância.

 

#3 Planeje sua visita

 

Ao fazer uma visita, planeje-se, não apenas no horário, mas levante as informações que serão necessárias para a negociação, reúna o material que irá precisar. O conjunto dessas ações transmite a mensagem de organização e bom preparo, lhe dá mais segurança, abrindo espaço para que sua performance tenha mais chance de sucesso.

 

Se precisar marcar com um cliente fora do horário comercial, adiante tudo o que for possível, deixe pronto, evite que o tempo já excedido se estenda noite a dentro. Nessas situações é comum que ambas as partes queiram ir para casa descansar o mais rápido possível.

 

# 4 Verifique a disponibilidade

 

Quando ligar, primeiro pergunte se a pessoa tem disponibilidade em falar com você, não engate uma primeira e saia despejando informações, que talvez não seja o momento adequado para ela tratar sobre o assunto.

Respeite o tempo que lhe for dado, pedir 10 minutos do tempo de alguém e a conversa se alongar por horas, além de causar má impressão, quando o tempo exceder, tenha certeza de que tudo que falar será apenas blábláblá, pois a atenção já foi desviada.

 

# 5 Avise se precisar transferir 

 

Nunca, jamais, marque e não compareça sem avisar com antecedência. Mas lembre-se que para desmarcar você precisa ter um motivo realmente muito justo, caso contrário ele é indesculpável.

 

Para aqueles que conseguem respeitar o tempo das coisas, nem sempre as 24h serão poucas.

 

Gostou desse assunto? Então leia também:

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.