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Marketing de Relacionamento com o Cliente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

Quando você se está no papel de consumidor como gosta de ser atendido?

Com tanta gente vendendo as mesmas coisas, com mínimas variações de preço, que experiências fazem com que você escolha determinada empresa para deixar o seu dinheiro?

 

A compra de determinado produto ou serviço não ocorre apenas em razão de suas funcionalidades objetivas, mas por seu significado, aquisição de algo, mesmo que seja um café, envolve sentimentos, sensações, percepções, ou seja,  envolve relacionamento.

 

Isso porque, está cada vez maior a necessidade de pessoas que se coloquem no lugar de cada um dos clientes que atende ao longo do dia de trabalho. Muito mais que ser um agente auxiliar da compra, os clientes precisam de pessoas que atendam pessoas, que cativem a ponto de ele sentir que não pode obter a solução do seu problema em nenhum outro lugar.

 

Por trás de cada busca há uma necessidade que será sanada, o consumidor que está em busca de um travesseiro, está em busca de uma boa noite sono. Aquele que deseja uma bicicleta, quer lazer ou um bom meio de transporte. Quem compra um café, quer sabor, aroma, boas sensações. Quem oferta é mais um produto que saiu, mas quem adquiriu viveu uma experiência ou vai viver.

 

 

Enquanto sociedade de consumo, passamos da fase do qualquer coisa serve, principalmente aqui no Brasil, país onde pagamos caro por tudo que é consumido e normalmente somos tão mal atendidos, vivemos uma era que busca qualidade e valor agregado ao consumo. Queremos ter uma identidade única e ser envolvidos pela marca, algo como acontece nas cidades pequenas, onde todos se conhecem e normalmente quem é comerciante sabe o que oferecer, sem ser pego por dúvidas, para cada cliente que entra na sua loja. Pessoas que tempo para conversar e escutar umas as outras.

 

Certamente que a realidade das grandes cidades é outra, tendo em vista o ritmo de vida mais corrido, com mais clientes, mas isso não é desculpa, pois agora temos a tecnologia a nosso favor e bem poucos fazem o uso inteligente de tamanho potencial. Muitos vêem a internet como um inimigo, outros como um lazer, mas aproveite as redes sociais para se aproximar da sua audiência: investigue seus gostos, sua forma de gastar o dinheiro, reúna informações estratégicas sobre seu público-alvo.

 

Agregue valor na vida do seu cliente, invista na consolidação da sua marca, gere conteúdo relevante, mostre que você é muito bom no que faz e que sabe o que está oferecendo. Seja a solução para o problema e uma autoridade no mercado.

 

O Marketing de Relacionamento aproxima o cliente da empresa, pois o seu foco não é correr atrás de novos compradores todos os dias, mas sim fazer com que os já existentes voltem e recomendem. Philip Kotler, já disse:

 

“Conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo.”

 

A guerra por atenção e preço custam mais caro e são menos eficientes, as empresas investem pesado em comunicação, descontos, campanhas publicitárias, usam diversas estratégias para atrair um cliente para dentro do seu negócio, mas poucos conseguem criar laços que fortalecem a relação. Marketing de Relacionamento não uma perspectiva para ação de curto prazo, muito pelo contrário, seu objetivo é criar uma relação contínua, é manter uma troca entre dar o acolhimento e receber de volta a satisfação total do cliente. É torna-lo seu fã.

 

O cliente quer atenção, quer se sentir acolhido e ser entendido. Escute-o, saiba reconhecer de fato as suas necessidades, não empurre o que está barato, o que tem disponível, aja sinceramente, atenda no tempo dele e não no seu, atendimento personalizado não significa apenas saber o nome do cliente, o principal é conhecer o seu perfil.

 

Produtos muitos tem igual, mas segurança, soluções, agilidade, prestatividade, só os que realmente se dedicam terão.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing Pessoal

Liberte-se das armadilhas que te impedem de crescer profissionalmente

Você também já se viu naqueles dias em que tem vontade de pegar a bolsa ou seus pertences bater a porta e voltar só no dia seguinte com a demissão na mão?

Pensa muitas vezes estar insatisfeito com a empresa e que tudo que mais deseja é trocar de emprego e nem passar perto do prédio onde ela fica?

Gosta do que faz, mas as vezes trabalhar nesse lugar lhe faz duvidar de que está no emprego certo?

 

Eu já passei por isso quando precisei trocar de empresa de maneira forçada, porque a empresa onde eu era feliz, faliu.

 

Mas felizmente em 15 dias já estava de emprego novo, uma empresa que estava abrindo filial aqui no Rio Grande do Sul. Parecia mais moderna, com investimentos em tecnologia, equipamentos e com um bom time montado. Com isso tudo, o que podia dar errado?

 

Pois é, deu!

 

Com uma cultura organizacional totalmente diferente de onde vinha, eu precisava me adaptar. Só que não teve jeito, passado os três meses de experiência e continuava me sentindo um peixe fora d’água, insegura em relação aos produtos e a equipe da matriz, por onde passavam todos os processo. Nos dias de reunião as paredes me sufocavam, os colegas só falavam mal da empresa, enfim cada vez foi ficando mais difícil levantar e sair pela manhã, impliquei com tudo, a mínima coisa me incomodava.

 

Em meio a tanta pressão, uma situação criada por mim mesma, seis meses depois sabe o que fiz?

Tomei a atitude que eu mesma esperava de mim, fui lá e troquei de emprego novamente.

 

Outro recomeço, cheia de gás e me sentindo segura, pois dessa vez as coisas me pareciam mais familiares, afinal minhas ex colegas que eram da equipe de vendas já estavam trabalhando lá, então teoricamente as coisas seriam mais fáceis pois já tínhamos um ritmo de trabalho que tinha sido interrompido, pela demissão.

 

Mas a nova empresa também era nova no mercado, as experientes éramos nós, não demorou muito para os problemas de fato começarem a aparecer, a ponto de que em seguida cheguei a conclusão de que a empresa anterior não era tão ruim assim.

 

E as duras penas descobri que não existem paraísos empresariais, existem problemas menores e maiores, com alguns é possível conviver, com outros é de fato se matar aos poucos, e em outros seis meses acabei saindo de mais um emprego. E nesse troca, troca, a maior prejudicada fui eu.

 

A maior lição tirada de tudo isso:

 

Antes de trocar de empresa avalie o que de fato te incomoda e jamais se esqueça de se autoavaliar.

 

Fofocas no trabalho são mesmo muito irritantes, um colega incompetente realmente é enlouquecedor, um cliente arrogante é sem dúvida desrespeitoso, mas a sua justa indignação não contribui em nada para resolver a questão, pelo contrário, só o deixa mais preso à armadilha. Embora as empresas existam por um fator comercial, elas são feitas por pessoas norteadas pelas emoções, orgulho, vaidade, enfim, são os mais variados sentimentos misturados.

 

Se deixar dominar pela raiva nunca é uma boa estratégia, e a reação normal quando alguém faz algo que nos chateia é culpar a conduta dessa pessoa, mas nunca olharmos para dentro de nós mesmos e nos questionarmos: E eu, qual minha participação nos fatos?

 

Logo recebi um presente bem sugestivo do meu marido, o livro Trabalhar com você está me Matando, afinal os meus problemas profissionais já estavam se refletindo dentro de casa. Nesse livro encontrei técnicas para a libertação de armadilhas mentais, situações onde nós mesmos nos colocamos sem perceber por muitas vezes.

 

São 4 métodos de autogerenciamento ajudam a se livrar das emoções negativas, se acalmar.

 

Libertar-se fisicamente, consiste em um momento de raiva em que está prestes a explodir, você respira de modo calmo e profundo, conta até seis. Ou ainda sai do ambiente, daquela situação e vai tomar um ar, lavar o rosto com água fria no banheiro. Mas não se deixa levar pela irritação perdendo a cabeça, afinal pessoas que não conseguem controlar seus impulsos no trabalho tendem a ser vistas como imaturas e sem capacidade de lidar sob pressão.

 

Libertar-se mentalmente, exige uma reflexão de si mesmo sob uma nova perspectiva. É difícil compreender que muitas vezes o problema somos nós e sem perceber nos fixamos em um comportamento que aos poucos pode nos destruir. Queixas frequentes, revolta, mau humor, inveja ou ainda se sentir o mártir da empresa é se tornar um vampiro emocional, pessoas altamente tóxicas e nesses casos, os que percebem se afastam a fim de evitar problemas ou ainda cair em sua armadilha.

 

Libertar-se verbalmente, requer que você exercite a habilidade de se comunicar, elogiando mais, prestando atenção em como se expressa com as pessoas. Deixando de pensar apenas em si e experimentando descobrir as qualidades boas das pessoas com quem divide seu espaço. Entenda, as empresas reúnem um grande número de pessoas heterogêneas, não se pode achar que todas agirão e pensarão da mesma maneira, seja tolerante. Com licença, por favor, obrigada, me desculpe, saber escutar e responder quando perguntado, são condutas da boa educação e respeito de limites.

 

Libertar-se usando regras, nos remete as normas e padrões que a própria empresa determina a fim de evitar confusões, ou seja, quando o assunto for relacionado única e exclusivamente ao seu trabalho, use os canais que a empresa oferece ao seu favor: relatórios, intranet, skype, e-mail profissional, avaliações de desempenho, enfim documente que sua parte está sendo feita da melhor maneira possível.

 

Mudar as atitudes não só ajuda a equilibrar as emoções no ambiente como também nos tornam pessoas melhores, mais tolerantes. Veja bem, não estou dizendo que o problema sempre somos nós, muitas vezes são as empresas sim, mas antes de chegar ao extremo analise a fundo os reais problemas.

 

O que de fato de incomoda?

Quais suas chances de crescimento e o que você está fazendo para consegui-las?

Onde quer chegar?

 

Sem objetivos e metas claras, sua carreira acaba sendo uma colcha de retalhos sem resultados satisfatórios. Sua imagem ficará com sinais de incerteza e quem está de fora tende a vê-lo como alguém perdido, apenas buscando o lugar ideal e não crescimento. Não seja imediatista, planeje sua carreira para o longo prazo, não se apegue apenas ao que te insatisfaz agora, mas reflita sobre o que impede sua carreira de deslanchar.

 

E eu vivi isso na pele, no terceiro emprego no período de um ano, meus clientes já estavam confusos, de porque não eu parava em empresa nenhuma, afinal nessa altura do campeonato quem era o problema, a eu ou as empresas?

 

Marcas fortes simplificam a escolha de um cliente na hora da tomada de decisão, todos que nos cercam são impactados com nossa transmissão de valores.

 

Agregue valor a sua marca, nunca sabemos o dia de amanhã. Quando me vi em meio a demissão inesperada, sem saber para onde correr, logo me recoloquei e fui surpreendida por muita gente no mercado que eu jamais imaginaria que me recomendariam.

 

O cliente de quem se fala mal, o colega que se despreza hoje, podem ser os hadhunters de amanhã. E de que forma você quer ser lembrado ou descrito por eles?

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Marketing de Relacionamento com o Cliente

A complexidade de um bom atendimento

É triste pensar que pessoas investem tanto em estrutura física e tão pouco em capacitação para um bom atendimento. Outro dia, eu fui em uma loja de revelação de fotografias no shopping, e a falta de presteza do atendimento foi tamanha que fiquei com pena do proprietário do estabelecimento. O meu não atendimento iniciou com as duas funcionárias sentadas brincando no whatsapp, quando eu entrei sentadas continuaram, pedi informações sobre tamanhos e valores das revelações, uma mandou que eu pegasse o catálogo que ficava embaixo de um monte de papéis, ao final do atendimento me entregou o envelope sem nem me olhar e com tanta vontade de se livrar de mim que o envelope caiu no chão, não houve pedido de desculpas, nem tão pouco juntou.

 

Aí nessas horas me pergunto com tantas pessoas precisando trabalhar, ainda tem gente que não se conscientizou da importância do lugar que ocupa? O proprietário tem custo com aluguel no shopping, equipamentos de última geração, adesivagem da loja, talvez invista em marketing, mas não tem o mínimo, que é atendimento inteligente. Logo depois, entrou uma senhora que foi atendida da mesma maneira displicente e mal-educada, só que diferente de mim que estava sem tempo de ir em busca de outra loja, não se submeteu e foi embora.

 

Então fiquei pensando em quanto dinheiro esse estabelecimento perde por dia, tudo porque falta educação e o mínimo de prestação de serviço, as pessoas não se dão conta, mas o olho no olho, o bom dia, boa tarde, boa noite e um sorriso geram muito dinheiro, certamente as meninas que “me atenderam” no relato acima não são comissionadas, mas é incrível pensar que mesmo quem conhece o valor de uma meta também esquece de praticar o básico para chegar até ela, a cortesia. Muitos ainda cometem o maior dos erros, entram em desespero, cercam os clientes de promessas e ameaças, que ao invés de atrair pela simpatia e conhecimento sobre o produto ou serviço que presta, que são duas atitudes que certeiramente envolvem o cliente na hora da decisão de compra, mas não, acabam indo pelo lado inverso das coisas colocando o cliente para correr.

 

Quem trabalha com público precisa entender que não cabem mais tais comportamentos, num mundo onde cada vez mais as pessoas querem ser importantes e as oportunidades de compra e a oportunidade de acabar ou exaltar um estabelecimento estão literalmente na palma das mãos. É preciso muito mais do que embalagem bonita e boa estratégia de marketing, aliás, numa estratégia de marketing bem planejada a excelência em atendimento é pensada e inserida na comercialização do serviço prestado, pois entende-se que nossa sociedade está mais delicada, ousada e facilmente irritável.

 

Uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos revelou que oito em cada dez pessoas pesquisadas dizem que a falta de respeito e de cortesia não só é um problema grave como piorou nos últimos anos. Os entrevistados classificaram o modo como são tratados pelos funcionários de atendimento ao cliente como indesculpável, e a razão pela qual não somos melhores na prática da civilidade é que na maior parte das vezes, o ato de cortesia envolve passar os interesses de outra pessoa à frente dos nossos.

 

Em tempos onde não cabe mais comodismo as empresas devem pensar em soluções e investir nas pessoas – funcionários e clientes. Todos queremos e merecemos respeito e não apenas lojas bonitas. As oportunidades de crescimento se abrirão para aqueles que abrirem os olhos para o atendimento baseado no ser humano ou o que chamamos de Marketing 3.0, onde as estratégias estão totalmente voltadas para os valores: mente, coração e espírito e não apenas consumidores.

 

E se você atual empresário quer continuar nessa briga, modernize suas armas, diferencie-se. Saiba o que motiva a sua equipe e de que forma ela transfere isso no seu bem maior, o seu cliente.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

Conheça e Respeite – 7 Princípios para uma vida melhor

A meta universal: Qualidade de Vida. Todos lutamos por isso, todos os dias, mesmo quando para isso estamos nos matando de trabalhar. Embora os tempos sejam modernos, isso me lembra uma frase cantada por Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. A música Como Nossos Pais foi composta por Belchior na década de 1970, ou seja, tudo mudou de lá para cá…#sqn, quase tudo, pois o objetivo continua sendo o mesmo, gozar de dias melhores. A diferença está no tempo desse gozo, nós queremos viver bem agora, eles, nossos pais, pensavam no futuro, na aposentadoria.

 

O que não nos damos conta é que os dias melhores, podem ser todos os dias e que podemos ter isso ainda dentro do ambiente de trabalho. Como? Mudando nossas atitudes. Deixando de ser egoístas e pensando como sociedade (que de fato somos). Analisando mais e julgando menos.

 

Para ajudar nesse processo de reflexão aqui vai uma lista com 7 passos para uma vida melhor, no aqui e no agora, tempo presente e não para o futuro.

 

1 – Se queixe menos e agradeça mais:

O normal do nosso dia-a-dia é passarmos reclamando de tudo, o tempo todo. Se está calor, detesta o verão. Se esfria, exclama “nossa que frio é esse”? Se está chovendo, odeia a chuva, só não se dá conta que se não chover, temos estiagem que não é boa para agricultura, logo não é bom para o nosso bolso também.

Enfim, deixamos qualquer situação que fuja de nosso controle nos chatear. Mas já parou para pensar quais são os reais problemas que você enfrenta? O que de fato merece que você se chateie? Olhar em volta é muito importante para se dar conta de que adversidades na verdade não são problemas, elas fazem parte do nosso cotidiano e reclamar também não soluciona nada, pelo contrário, piora, pois você ainda atrai energia negativa para o seu entorno.

 

2 – Tenha mais compaixão, todo mundo tem uma história:

Temos dias bons e ruins, isso é fato. Está na bíblia, escrita há mais de 2000 anos atrás: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. E essa regra vale para todos nós, por isso antes de julgar alguém pelo mal humor ou pela cara de tristeza, pense que todos nós vivenciamos momentos em que tudo parecia não ter solução e que essa pessoa pode estar passando por algo assim nesse momento. Então ao invés de estragar o seu dia por isso, procure ajudá-la de alguma forma, nós nunca sabemos pelo que o outro está passando.

Se você precisa de uma gentileza, talvez aquela outra pessoa também precise. Seja mais humano e tenha compaixão com o próximo, um sorriso, um abraço e uma prece sempre ajudam, somos responsáveis uns para com os outros, pois nossas atitudes podem melhorar ou piorar o dia de alguém.

 

 

3 – Toda história tem dois lados:

Aí está uma das maiores verdades sobre a vida, qualquer história possui pelo menos 2 versões, dependendo pode ser até mais. Por isso sempre antes de apontar o dedo para alguém, procure ouvir e entender as partes envolvidas no processo e o melhor, coloque-se no lugar do outro. Afinal tudo parece fácil quando não é conosco.

 

 

4 – A sociedade tem espaço para todos:

Respeite e valorize todas as profissões, para que tudo funcione bem todas as profissões são fundamentais. Já pensou ficar sem os coletores de lixo? E quando os motoristas de ônibus fazem greve? As cidades viram no caos. O que seriam dos médicos sem os enfermeiros? O que seria dos cantores sem os técnicos de aparelhagem? Nada! Ou tudo, pois teríamos que abraçar as mais variadas funções em nosso ofício. Fizemos parte de uma grande corrente onde uns são o elo dos outros, tudo depende da sua visão sobre a obra. Não menospreze o trabalho de ninguém, todo o ofício tem suas dificuldades, facilidades e merecimentos.

 

 

5 – Melhor e pior são relativos:

Não é possível definir as melhores ou piores coisas apenas pelo gosto pessoal. O que é bom para uma pessoa, nem sempre é boa para outra. Dizer por exemplo: “Que roupa feia, quem teria coragem de usar?”, ou, “esse programa é horrível, ninguém assiste”, quase sempre é um equívoco e sempre antes de se posicionar dessa forma tenha cuidado, pois pode acabar magoando outra pessoa e ainda se colocando numa situação desconcertante. Observe antes de criticar. Afinal, você não gosta, mas se as coisas estão ali disponíveis para serem comercializadas é porque alguém compra.

 

 

6 – Elogie mais:

Elogie o menor progresso e todo progresso. Somos movidos a incentivo, todos nós necessitamos de valorização e reconhecimento para evoluirmos em nossas tarefas, veja até mesmo os animais são treinados com agrados, no caso afagos e comida. E por que ainda vemos gestores aplicando o método contrário, censura e condenação, temos a tendência de enxergar apenas as coisas negativas, mas como disse acima, todos temos nossos dias bons e ruins, então vamos aproveitar os dias bons em que as pessoas realizaram bem suas funções para exaltá-las. É fato que a partir de incentivos passamos a nos dedicar mais, já a indiferença passa a ser tratada na mesma moeda.

 

 

7 – Saiba do que está falando:

Sabe aquele jargão “Só abro a boca quando tenho certeza”, pois é, ele surgiu num quadro humorístico da televisão mas deve ser aplicado diariamente por nós. Com o bum de informações que a internet nos trouxe, hoje todos nós achamos que sabemos de tudo e que em tudo podemos opinar, principalmente nas redes sociais, mas tenha cuidado principalmente no ambiente digital, onde tudo fica gravado. Se posicionar exige que você conheça o assunto a fundo para não se comprometer e queimar o seu filme. Também evite julgamentos apenas pela aparência ou por uma fofoca, já dissemos, você não sabe o que se passa na vida da outra pessoa, controle seus impulsos. Opinar sobre um livro que você leu apenas a primeira página é opinar por algo que você desconhece.

 

Encerro dizendo que essas ações são para serem praticadas hoje, mas diferente da aposentadoria, você vai gozá-las agora e também no futuro, pois tudo que semeamos colhemos. Não espere plantar cactos e receber girassóis.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Marketing Pessoal

HYGGE at Work

Uma arte praticada nos países nórdicos vem conquistando o mundo, já ouviu falar em hygge?

Imagine que lá fora há uma grande tempestade acontecendo, muita chuva, barulho de vento forte, muitos trovões e você nem se abala com isso. Está ao lado das pessoas que ama, em frente a lareira, aproveitando uma boa taça de vinho e degustando um delicioso aperitivo, a conversa segue feliz e agradável, enquanto a natureza segue seu curso. Essa sensação de segurança e respeito de uns para com os outros, seja nas relações familiares ou no ambiente de trabalho pode ser descrita como a prática de hygge.

 

É uma atmosfera especial, uma indescritível sensação de bem-estar e a certeza de que o amanhã poderá resolver as coisas de maneira menos turbulenta. É estar por inteiro, vivendo cada momento.

 

Comparada por muitos como um sentimento de bom humor, a palavra não pode ser interpretada como um estado mental, também como muitas bibliografias trazem o sentido de aconchego e técnicas de decoração para tornar o ambiente harmônico, propício ao hygge, mas tais práticas não fazem jus ao seu real sentido. O hygge é uma energia que vem de dentro para fora, logo não tem variações de humor, nem tão pouco pode ser comprada, mas sim pode ser adquirida com treino e paciência.

Lembro quando trabalhava com operação em turismo – onde a responsabilidade com prazos de emissões é muito grande e qualquer perda desses acarreta em oneração de valores, coisa que muitos clientes não tem conhecimento e quando explicado por vezes não acreditam – em muitos momentos em que sentia extrema angústia e irritação um gerente me dizia: “calma, não responda nada hoje, deixe para amanhã, responder com raiva vai acabar estragando sua venda”. Aquelas palavras me deixavam mais acelerada ainda e na minha ingenuidade da época, pensava: o que ‘esse velho’ que nada sabe sobre operacional vem me pedindo calma, se der errado amanhã eu que vou ter que resolver. E de fato ele pouco sabia da parte prática, porém não estava com um cargo de gestão atoa, era um senhor maduro, com conhecimento de mercado e muita experiência em vendas. Não só lembro dessas palavras até hoje, como as pratico sempre que necessário, no trabalho e na vida.

Conviver diariamente com pessoas que nem sempre fazem parte da nossa simpatia é difícil, quando se é jovem aceitar o que os mais experientes dizem é pior ainda, mas como hygge prescreve, não podemos mudar todas as pessoas, mas podemos aceitar os seus defeitos, encontrando uma maneira de lidar com eles, afinal todos os temos e esse é o grande aprendizado: respeitar, saber ouvir, refletir e saber separar o bom e o ruim de cada um com quem convivemos e usar ambos a nosso favor e em favor dos outros, a fim de não sermos apenas reflexo, mas pessoas que sabem discernir e praticar o lado bom do que se aprende.

Esforce-se para se relacionar bem com seus colegas, esteja mais receptivo e disponível em ajudar e receber ajuda, seja mais colaborativo, cuide a entonação de como fala, quando chegar dê um bom-dia sincero, vindo do coração. Crie tempo para as pessoas, saia para almoçar com seus colegas, é uma boa oportunidade para conhecer um pouco mais com quem você convive diariamente.

 

                             Ok, muito lindo, mas como colocar toda essa “poesia” em prática?

Você precisa criar uma atmosfera tranquila dentro de você, onde quer que você esteja. Um dia tem 24h, não podemos ser ingênuos em achar que em todo esse tempo (acredite 24h é muito tempo) iremos estar apenas com quem amamos e iremos fazer apenas o que nos dá prazer. Passamos a maior parte do nosso dia no trabalho e precisamos encontrar a satisfação, por muitas vezes o ambiente pode ditar regras diferentes, mas depende de nós encontrar a felicidade em nossas tarefas, e isso é hygge, a felicidade no trabalho realizado é qualidade no tempo que está ocupado com ele.

Respeite o tempo das coisas, 08h são para trabalhar, 08h de sono, nos restam outras 08h para fazermos outras atividades que escolhemos fazer, mas dessas horas que sobram tire pelo 2h para fazer algo que realmente te realiza: ler um livro, brincar com seus filhos, vá correr, caminhar, fazer uma boa refeição, degustar um vinho, enfim curta a si mesmo e a sua família. Bater metas além de ser muito bom é fundamental no trabalho, mas trabalhar aceleradamente todos os dias não é humano, seja gentil com seu corpo e sua mente, pior é ter que parar obrigatoriamente de uma hora para outra. Organize suas tarefas, tente não ficar depois do horário todos os dias.

Sinta-se confortável com o que você tem no momento atual, almejar e ambicionar são sentimentos saudáveis, eles nos movem ao crescimento, porém a ganância nos destroem como indivíduos. Trabalhe, dedique-se, sonhe e vá a luta para conquistar, mas não trapaceie; chegue no pódio em paz com sua consciência. Não seja um colecionador de troféus, seja feliz com o que tem nas mãos.

Na Dinamarca, Suécia e Islândia, países que usufruem o hygge são classificados como a população mais feliz do mundo e o desempenho de tamanha satisfação é devido a saúde, o valor a vida e a unidade social. Eles também fazem uso da palavra arbejdsglaede, que significa “felicidade no trabalho”.

Nesses países o trabalho não é apenas uma maneira de ganhar dinheiro, mas também um motivo de alegria, contentamento e completude. Você também pode tentar encontrar o seu próprio arbejdsglaede e ir acalmando as tempestades internas e ao seu redor, distribuindo bondade, sorrisos e gentilezas.

 

Crie um espaço de higiene mental e não permita que esse espaço seja invadido, mantenha-se longe dos conflitos externos, já temos os internos para superar.

 

Eleve sua sintonia e dê ênfase ao que merece real atenção naquele momento, e estando no escritório essa atenção é o seu trabalho. Praticar o hygge é a chave para você sobreviver aos maus desse século: estresse, ansiedade e depressão. Veja as coisas sob uma óptica mais otimista, torne seu espaço mais leve e confortável, será transformador para você e os que o rodeiam.

 

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Pense em que momentos do seu dia você entra nas redes sociais. E com que finalidade você acessa essas mídias? Você entra no Facebook planejando comprar um sofá, imóvel, carro, ou qualquer outro produto? Mas quantas vezes já comprou algo porque viu inicialmente na rede social?

Pois é, esses são os questionamentos que você deve se fazer antes de expor os seus produtos na rede social, é um lugar onde queremos ver pessoas, imagens bacanas e principalmente se informar e não receber um panfleto eletrônico, já falamos sobre a importância do conteúdo nos artigos 3 e 4. Elas são sem dúvidas um excelente canal de comunicação e distribuição, mas essa é uma ferramenta de descoberta.

 

Dica: crie o interesse, leve o cliente para o seu site e a partir disso então trabalhe-o para virar em venda.

 

A rede social também é uma grande fonte de pesquisa, a moeda de troca do Facebook são seus dados, ali estão publicadas profissões, interesses, gostos, hábitos, locais de trabalho, idade, gênero e uma diversidade de outras informações que você pode explorar na hora de fazer um anúncio. Saiba que os anúncios no Facebook, por exemplo podem ser direcionados para o público que realmente tem potencial para consumir o que você comercializa, com a ferramenta gerenciador de anúncios você segmenta suas campanhas e o próprio Facebook trabalha correndo atrás de rastrear as pessoas que já demonstraram interesses no que você selecionou.

 

Leve informação para as pessoas, use as histórias dos próprios clientes

 

Todos gostam de se ver sendo notícia, normalmente esse tipo de experiência tem 80% de chance de viralizar. Tenha regularidade nas postagens, nutra seu público com postagens diárias ou pelo menos semanais, mas postagens com relevância, por isso se não tiver tempo, invista num social media.

Ajude seu público-alvo entender porque é importante ele ter o seu produto, não simplesmente venda. Gaste 80% do seu tempo pesquisando e ouvindo, e apenas 20% falando, esteja atento ao que seu público está comunicando nas interações.

O processo de venda hoje em dia é mais suado, ao contrário do que as pessoas achavam quando a internet passou a ser um buscador de informações e os vendedores apenas “tiravam o pedido”. Agora as pessoas pesquisam e quando vão até a loja física, por exemplo querem o algo a mais, o mesmo ocorre no E-commerce, antes de clicar e efetuar a compra, busca-se referências e estar com sua fanpage em alta transmite a imagem de empresa confiável.

 

Faça menos promoção e fechamento, e passe a ouvir mais, diagnosticar e prescrever.

 

Todos os dias bilhões de usuários ativos seguem marcas e tomam decisões de compra baseando-se nas informações que as empresas compartilham nas mídias sociais, então aja, ajude-os a tomar as decisões certas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Como vimos no inside 3 o conteúdo se tornou a peça chave do marketing na internet, diferente da publicidade e da propaganda, o papel do conteúdo nas mídias sociais, é suprir necessidades já existentes e trabalhar informações sobre os seus produtos ou serviços, servindo como uma referência para o consumidor.

Mas para que ele atinja um nível de interesse e seja valorizado a ponto de ser engajador, a produção desse conteúdo dever ser atrativa e de relevância. Deve-se produzir informações que correspondam as expectativas de quem chega até você, no post do dia 27 de outubro de 2016 falei sobre os cuidados que você deve ter com sua imagem nas redes sociais e aqui vamos estender esse assunto, mas com referência ao seu conteúdo.

 

As mensagens que você transmitir precisam ter credibilidade

 

Siga uma linha editorial, ou seja, sua empresa na rede social deve ser a mesma na loja física, o mesmo tipo de atendimento, agilidade, apresentação. O alinhamento do conteúdo dá suporte a seus objetivos, e serve como um combustível para que ele represente os atributos da marca.

O que serve novamente o alerta de que estar na internet é sério e profissional, é trabalho para ser pensado todos os dias, com planejamento de campanhas e medições de suas ações. É um trabalho mais longo, porém como estamos falando de relacionamento, muito mais poderoso.

 

Dedique-se para o seu negócio ou se não tiver esse tempo contrate um social media.

Invista, mas não caia na ilusão de que a gestão de uma marca pode ser feita pelo adolescente que está de bobeira e que sabe brincar com Facebook.

Gerir uma imagem requer pesquisa, planejamento, produção de conteúdo relevante, aplicação de palavras e imagens corretamente, e avaliação de resultados. Sua marca transmite um conceito, seus valores e é em busca disso que os clientes estão. Pesquisas feitas pela US Media Consulting apontam que um usuário de internet curte uma página em busca de:

1.   Aprender mais sobre as marcas

2.   Ter acesso a conteúdo exclusivo

3.   Receber atualizações sobre produtos

4.   Receber descontos e saber das promoções

5.   Mostrar aos amigos as marcas de sua preferência

Essa mesma pesquisa diz que 49% dos brasileiros numa decisão de consumo são influenciados pela reputação de uma marca, então esteja atento não é porque alguém passa horas no Facebook ou Instagram que essa pessoa saiba utilizar como uma ferramenta de venda.

 

Sua imagem, seu patrimônio

 

Lembre-se, uma marca bem construída é seu primeiro patrimônio no mundo dos negócios, seja uma empresa ou um profissional liberal que trabalha com a própria imagem, sua reputação pode valer ouro.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

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Porque você deve gerar conteúdo na rede

No post eu dei insights agora vamos a fundo no tema?

    O principal objetivo da geração de conteúdo na internet

Uma das melhores maneiras de divulgar sua marca e filtrar seu público-alvo é gerando conteúdo na internet, e ter essa presença é fundamental para se manter no mercado atualmente, afinal hoje todos nós já temos por hábito pesquisar antes de consumir, seja um produto ou uma prestação de serviço, queremos chegar no estabelecimento sabendo como tudo funciona. Nossa curiosidade nos leva a querer saber sobre os benefícios que aquele consumo vai nos trazer, se a experiência dos demais usuários foi satisfatória, como funciona, se deu problema com alguém. Enfim, buscamos a reputação do bem ofertado e a fonte de busca obviamente está na internet, esse é o grande poder dessa ferramenta: a disseminação de conhecimento.

O conteúdo gera visitas no seu site, cliques na sua página, te ajuda a fidelizar clientes e pode motivar a comentários que incentivam a disseminação da sua postagem, mas esse conteúdo deve ter relevância e deve estar de acordo com o interesse de quem busca.

Boas postagens nos instigam a querer fazer negócios e mesmo se nunca fomos clientes de determinados estabelecimentos, resolvemos experimentar, porque as pessoas buscam viver experiências que deixam impressões positivas ou que já deram certo para outras. Por isso conteúdos bem embasados, com boa qualidade visual ou ainda gerados por pessoas que tem um bom número de seguidores tendem a dar tão certo, pois na guerra pela nossa atenção ganha quem provar que realmente é bom naquilo que oferece. 

                   Sites e blogs no ar com força total

Os sites até não muito tempo atrás estavam fadados a extinção, porque era uma ferramenta estática, organizada só quando colocada no ar e nunca mais mexida. Hoje a maioria das plataformas de hospedagens de domínios nos permitem fazer o gerenciamento de maneira mais simplificada e a possibilidade de gerar conteúdos através dos blogs nos ajuda a atrair visitantes, um recurso que considero de enorme relevância. Apesar dos vídeos serem os queridinhos e claro, muitas vezes otimizarem nosso tempo, não se pode esquecer de que as plataformas de vídeos não são nossas, ou seja, nos são “emprestadas” para hospedarmos nosso conteúdo.

Atualmente nossa única garantia de casa própria digital é o site, pois as redes sociais também são plataformas de aluguel de conteúdo, podemos não pagar com dinheiro para estarmos ali, mas pagamos com nossos dados e infinitas informações que valem muito dinheiro no mercado de ações e onde há instabilidade pode haver extinção.

Já pensou você passar horas, dias de vida criando conteúdos maravilhosos e por algum motivo perder tudo porque a rede social foi tirada do ar?

E como os clientes irão de achar?

Pois então, por motivos como esses hospedar 100% do conteúdo da sua marca numa única rede social é muito arriscado, outro ponto que merece reflexão é o fato de que nas redes sociais os conteúdos perecem muito rápido, ou seja, se seu material tiver um ótimo engajamento o algoritmo vai rodar de forma orgânica durante 24 a 48 horas, mas se ele entender que seu conteúdo não está sendo relevante, em poucos minutos o que você produziu vai ficando cada vez mais para trás. Claro que só o site no ar sem divulgação até mesmo nas redes sociais não anda sozinho, precisamos de ambos, mas no site você consegue colocar as informações mais relevantes a respeito da sua marca, ali deve estar sintetizada a essência do seu negócio.

Outra vantagem é que o site é nosso endereço fixo na rede, a internet vem modificando muitas coisas na nossa maneira de trabalhar e a questão de otimizar custos com pontos comerciais é uma delas, por isso nesses casos de profissionais que atuam de forma volante o site é de suma importância, primeiro porque ele ajuda a gerar credibilidade e segundo, você pode ser encontrado em qualquer lugar do mundo.

Ao movimentar conteúdos no blog você também demonstra que conhece a fundo aquilo que comercializa e tem a chance de indexar boas posições nos buscadores da internet. Quanto mais as pessoas entram nele, maior a probabilidade de ganhar espaço nas primeiras linhas de busca do navegador, principalmente se o seu nicho de mercado não costuma investir em anúncios para indexação de busca, logo quanto mais na frente você estiver quando alguém buscar por algo que tenha haver com seu produto ou serviço, mais chance de você ser clicado antes do seu concorrente.

Buscadores como o Google, por exemplo, trazem nas quatro primeiras colocações os anunciantes, na sequencia os sites de alcance orgânico, então quanto mais visitantes no seu site, mais cresce a oportunidade de você estar bem posicionado na lista, essa é a regra.

Estar na internet é para todos, porém nem todos estarão na vitrine se não investirem em conteúdo.

Sou Flavia Machado Okuyama e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Somos, 108 milhões de pessoas acessando o Facebook por mês, e vejam bem, não somos meros espectadores, somos milhões de participantes ativos com possibilidade praticar de algum tipo de ação.

As redes sociais nasceram com o propósito de aproximar pessoas e deu tão certo que hoje somos ligados uns aos outros numa grande teia digital, tanto que cada vez que alguém novo lhe adiciona na lista de contatos aparecem pelo menos dois ou três amigos em comum que nem imaginávamos. Tem aqueles que passam por nós na rua nem nos cumprimentam, mas querem amizade virtual… (risos).

Em meio a essa dinâmica, o like já o suficiente para acontecer uma interação, e gerar aquele sentimento de pertencimento, participação. Por esse motivo que os modelos tradicionais de comunicação estão perdendo a importância.

Com tamanha revolução no meio das comunicações, analistas já apontam para o quinto P no tradicional mix de marketing, agora além de produto, preço, praça e promoção, agregamos o marketing de participação. Que atende essa demanda gerada pelo relacionamento e compartilhamento de informações, e o foco dessa participação é o relacionamento com o cliente.

A principal atração de todo esse público dentro das redes sociais é com toda a certeza a geração de conteúdo, o usuário da internet busca informação para ler, consumir, compartilhar e discutir, por isso vamos aprofundar esse tema amanhã no insight 3. O importante é ressaltar que não devemos nos limitar a responder apenas comentários ou apresentar produtos, mas devemos abrir espaço para novas discussões, esse é o caminho que levará sua página a ter mais relevância.

Nas interações vale a ressaltar o comportamento que a empresa deve adotar ao responder os comentários. Tenha cuidado e não leve para o lado pessoal as críticas negativas, antes de responder lembre-se de que você está visível para milhões de pessoas e que mesmo que seja editável ou ainda possível excluir um post, um pequeno deslize pode se tornar uma grande dor de cabeça e comprometer todo o seu trabalho dentro e fora do ambiente digital.

Se tiver um social media cuidando de sua fanpage e você mesmo, dono do estabelecimento atende seu público na loja física, converse com ele e tente passar o máximo possível do seu modo de atendimento, para que o social media transmita essa ideia de proximidade, nesses casos, recomendo que você mesmo tente responder, mesmo que seja através de um terceirizado, mas o importante é ficar a sua maneira.

Cuide também para não dar respostas robóticas ou iguais sempre, dirija-se as pessoas pelo nome e mesmo que seja uma questão que aparece com frequência em sua timeline procure não ser impessoal, trate cada caso de maneira única, afinal apesar da distância a internet aproxima, e somos pessoas falando com pessoas.

 

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Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Li outro dia num dos livros do Mario Sergio Cortella a seguinte reflexão que me chamou atenção:

“O mundo está mudando. Mas a mudança não é uma novidade porque o mundo sempre mudou. A novidade é a velocidade da mudança.”

 

A internet veio para revolucionar mesmo, tanto que muitos profissionais e empresas se veem, digamos assim, ameçados de extinção. Afinal, em tempos modernos bastam poucos cliques e o desejo se realiza.

O que algumas pessoas não entendem é que a maneira de se relacionar mudou, mas pessoas sempre precisarão de pessoas, pois por trás de um clique na loja virtual, existe alguém alimentando aquela rede de contato, assim novas necessidades de mercado e postos de trabalho vem se desenhando.

 

“Em 1970 um jogador de futebol corria em média 6 quilômetros por partida, hoje corre 13 quilômetros. O tamanho do campo não mudou, nem a duração e tampouco o número de jogadores. O que mudou? A velocidade do jogo, o ritmo e a estratégia.”

Mario Sergio Cortella

 

O mesmo acontece fora de campo no mundo dos negócios, mudou o ritmo, a estratégia. Não podemos fazer mais como antes e esperar que resultados aconteçam, assim como no futebol, o cliente quer ser surpreendido e se sentir feliz – e diferente da vida cotidiana, onde você e sua equipe podem deixar o cliente satisfeito, o esporte apesar de trabalhar em equipe, depende também de sorte.

A guinada para o marketing de relacionamento é um acontecimento de maior relevância no mercado digital. A comunicação broadcasting – transmissão em massa – deu lugar ao narrowcasting, que consiste em disseminar conteúdo para uma audiência específica, alinhando sua estratégia à segmentação de públicos que realmente lhe interessam.

Conheça o seu cliente, saiba com que pessoas você precisa se comunicar. Num mundo onde temos pessoas altas, baixas; que gostam de ler, que não gostam de ler; que usam saltos ou apenas sapatos baixos; que tomam café, outras somente chá, dentre tantas outras características que nos diferenciam uns dos outros, não se iluda, seu produto ou serviço não é para todos, há um nicho de mercado que movimenta o seu setor.

Você até pode vir a criar o interesse em alguém que não costuma consumir o que você vende, mas para chegar nessa pessoa antes ela irá lhe procurar ou lhe achar em algum feed de notícias de um amigo.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

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