Marketing Pessoal

Falar é importante. Ouvir é fundamental!

Um bom comunicador geralmente é considerado aquele que fala bem, certo?

Errado!

 

A parte verbal de uma mensagem muitas vezes é só a ponta do iceberg. Uma boa comunicação, acontece quando ouvimos muito mais do que falamos.

 

Em um mundo onde desenvolvemos tantas capacidades, deixamos para trás a mais importante para uma comunicação realmente eficaz: a de escutar.

 

Nos acostumamos a considerar o ato de ouvir como inatividade: “vim a essa reunião só para escutar, não vou falar nada”. É como se disséssemos que não temos a intenção de participar, mas ao contrário do que se pensa, ouvir é uma habilidade muito ativa, que exige uma grande energia mental e concentração.

 

Quando abrimos nossa mente para escutar a outra parte, nossa capacidade de compreensão se expande, ficando mais fácil identificar problemas, crises ou ainda perceber informações importantes.

 

Numa conversa onde você está receptivo, inúmeras mensagens podem ser colhidas, pois as expressões faciais e a postura também falam.

 

Ouça muito mais do que com os ouvidos, use os olhos, a mente e o coração, porque nós somos altamente sensíveis ao interesse que os outros demonstram por nós.

 

Certamente alguns dos melhores encontros que você já teve foram aqueles em que você se sentiu compreendido, onde a outra parte olhou nos seus olhos, sorriu no momento oportuno, fez gestos e perguntas que faziam sentido ao que você estava falando e deixando você à vontade para que a conversa fluísse com naturalidade.

 

Uma boa comunicação se define em quem está compreendendo melhor.

 

Isso porque, numa comunicação onde apenas se fala aleatoriamente, não há produtividade. Devemos levar em consideração que os outros merecem receber a mesma atenção e dedicação que gostamos de receber.

 

Muitas vezes, nos deixamos distrair por um problema ou algo que está sendo incômodo naquele momento e perdemos o foco – afinal todos carregamos bagagem emocional –  que interfere na capacidade de ouvir, porém como disse, ouvir requer concentração e disciplina, então é nesses momentos que devemos praticá-las, buscando de volta a atenção dispersada. Afinal se você precisa estar onde está naquele momento, procure estar por inteiro.

 

Temos também a presunção de que o que o outro vai dizer é irrelevante, mas não somos um senhor sabe tudo, por isso aquele que se dispõem a escutar coloca-se numa posição de humildade e abre possibilidades para o próprio crescimento.

 

Uma pessoa positiva sempre consegue extrair algo bom do que ouve e o mais importante, quem sabe ouvir sabe fazer boas perguntas.

 

“Quando foi que isso aconteceu?”

“Não soube nada sobre isso.”

“Tem certeza de que foi anunciado?”

 

No ambiente de trabalho, ser um bom ouvinte lhe dá credibilidade, demonstra que está atento ao que está acontecendo a sua volta, nada mais desagradável do que ganhar o rótulo de “o alienado” do escritório. Pior ainda, ser colocado de lado para execução de tarefas ou projetos importantes, porque é desatento, o que remete a um outro rótulo, o da incapacidade.

 

Já no contato com o cliente, aquele que não escuta, perde a oportunidade de ser útil ao seu cliente, num mercado que passou de ofertante para demandante, o cliente toma sua decisão em função do profissional de vendas que você é, e não com base no produto que você vende. Se você sabe ouvir, sabe agregar valor.

 

Na vida pessoal, ouvir, faz de nós bons companheiros. Uma pessoa com quem se pode contar. É respeito e cuidado com quem nos cerca.

 

Torne a comunicação produtiva para você e para os outros, o bom senso e a preocupação com as outras pessoas sempre são as melhores escolhas que podemos fazer.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

O que encanta o cliente

A cultura de bem atender o cliente é vista como um valor básico nas empresas, e em busca disso, muitas padronizam seus processos e formas de comunicação, mas será que realmente é só isso que o cliente busca?

 

Para você, sorriso, uniforme e maquiagem são suficientes?

O que de fato te encanta e faz você ser seguidor de uma marca?

 

O grande desafio das empresas atualmente (e daqui para frente cada vez mais) é garantir um atendimento de qualidade para seus clientes em todos os pontos de contato com ele, afinal esse relacionamento é que vai determinar a percepção de qualidade em relação a empresa.

 

Para isso não basta padronizar ou escolher metodologias de excelência no atendimento que sejam mais convenientes para a direção da empresa e seus funcionários, mas o espírito de atendimento deve aparecer como um comprometimento de todos.

 

Trocar e só treinar pessoas não são suficientes, é necessário que a liderança faça seu papel de inspirar seus colaboradores a oferecer um atendimento de qualidade.

 

A cultura de encantamento vem do topo.

 

Quantas vezes vamos a estabelecimentos onde notamos que a pessoa da linha de frente, tenta fazer o seu melhor e está realmente empenhada em resolver seu problema, porém esbarra em situações que fogem do alcance, porque o poder da solução está nas mãos de outros setores ou sistemas da empresa.

 

Preparar a equipe para agir diante de situações inesperadas, reorganizar os processos estruturais, proporcionando uma visão compartilhada da empresa dá mais confiança para a equipe e isso é diretamente percebido pelo cliente.

 

A percepção de valor vai muito além do preço pago pelo produto ou serviço, ela está relacionada ao esforço despendido para aquisição do que ele quer ou precisa, ao tempo de espera, a pesquisa de informações e obviamente o mais importante, o envolvimento emocional.

 

Quando vendemos um vestido, vendemos beleza, estilo. Quando vendemos um colchão, o cliente está comprando noites de descanso. Quando vendemos um corte de cabelo, o cliente está levando para casa autoestima.

 

 

Veja bem, o bom atendimento não basta estar nos discursos ou ainda escrito nas paredes, como parte dos valores e missão, ele precisa ser vivido pelos funcionários e pelos consumidores.

 

Encantar requer:

 

  • Inovação, que não significa altos investimentos em tecnologia, mas estar focado em compor experiências para o seu cliente.

 

  • Comunicação, converse com seu público, clientes e colaboradores, dê voz a quem pode contribuir para a construção de um atendimento sem falhas.

 

  • Educação, capacite sua equipe, todos precisam entender a importância de seu papel. Dê autonomia para que estejam aptos a ir além do que é solicitado.

 

E-mails, postagens, visitas, ligações, vitrine, uniforme ou script de cortesia, nenhuma interação irá funcionar se não houver confiança. Escute sua equipe, ninguém melhor que ela, que está ali, frente a frente com o seu cliente todos os dias, para lhe dizer o que ele precisa de fato.

 

 

Ultrapassar as expectativas das pessoas é fazer mais por elas, é gerar sentimentos que marcam. Não é o que você diz, mas como você faz eles se sentirem que cria um relacionamento duradouro e gera compartilhamentos.

 

Gaste 80% do tempo ouvindo e apenas 20% falando, demonstre que você presta atenção e compreende o que ele quer.

 

Pergunte, explore seu cliente, descubra porque ele lhe procurou.

 

Preste atenção em suas expressões, esteja por inteiro no seu atendimento.

 

Cumpra os prazos e as promessas. E se por acaso houver atrasos avise assim que souber, não frustre o seu cliente.

 

Seja sincero, não tenha medo de perder o cliente, mesmo que isso lhe custe uma venda, na próxima com certeza ele irá lembrar do quanto você é sério nos negócios.

 

Uma pesquisa da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios apontou que no Brasil, para 61% dos clientes o principal fator que influencia a compra é o ser bem atendido, depois vem qualidade e preço.

 

E as razões mais comuns para os problemas no atendimento incluem perfil inadequado da equipe, falta de treinamento para os funcionários, inexistência de um padrão de atendimento, falta de fallow-up e a falta de uma política clara de serviços que coloque o atendimento como valor essencial da empresa.

 

Invista em treinamentos com foco em encantamento.

 

Humanizar relações não é uma tarefa simples, exige o comprometimento de todas as esferas da organização e requer competências comportamentais. As vendas hoje tratam menos de promoção e fechamento, e funcionam como quando você vai a um médico, onde você é ouvido, diagnosticado e prescrito.

 

A padronização é importante para agregar valor a marca, mas muito mais que regras, ofereça soluções para as pessoas, uma equipe engajada e satisfeita gera clientes felizes.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente, Social CRM

Não importa o canal, para o cliente a marca é única

Entre tantas transformações que o mundo digital nos trouxe, sem dúvida alguma a mais impactante tem sido o nosso comportamento enquanto consumidores. Todos os setores da economia que dependem dos clientes para sobreviver – indústria, comércio e profissionais liberais – estão sendo questionados e incomodados com essa quebra de paradigma, ainda não decodificado por todos nós.

 

Os consumidores vêm obrigando as empresas e o setor de serviços a reverem suas estratégias, a ponto de mesmo aqueles que não realizam sua venda pela internet serem impactadas por ela.

 

As redes sociais que surgiram com o objetivo de pessoas se relacionarem informalmente e se transformaram numa grande ferramenta de comunicação e negócios. Qualquer tipo de estabelecimento – lojas, restaurantes, consultórios médicos, escritórios de advocacia, enfim todo e qualquer tipo de serviço – se procurado está lá, de alguma forma sendo falado nas redes sociais.

 

O on e off-line não existem mais, o termo agora é all-line. E com a facilidade de criar páginas gratuitamente nas redes sociais, muitas empresas e profissionais liberais estão apostando nessa estratégia de divulgação, o problema é que muitas não estão se preparando para essa demanda sincronizada.

 

Esse comportamento multicanal, ou o que chamamos de Omnichannel, desafia as empresas a integrar sua comunicação com o público. E todos sem exceção precisam tomar cuidado com a marca que sustentam.

 

Já chegamos num ponto em que trafegamos simultaneamente no mundo físico e virtual. É mais do que comum entrar em uma loja, e ali dentro mesmo tirar o celular do bolso para pesquisar e comparar o mesmo produto que está diante de nossos olhos.

 

 

Quando criamos as páginas gratuitas há de se pensar que o modelo de negócios exige investimentos em logística adequada – estoques, distribuição, no caso de empresas que lidam com produtos tangíveis – e principalmente há de se planejar o atendimento adequado, a equipe dos bastidores e da linha de frente devem estar também conectadas.

 

Vemos muito empresas tratando sua loja virtual de forma independente da física, quando para o cliente não importa o canal, a marca é a mesma.

 

Outro dia mesmo aconteceu comigo, seguia uma loja de roupas feminina no Facebook e foi publicado uma blusa na qual eu gostei muito, e tinha a chamada para ir até a unidade mais próxima, pois bem, quando cheguei lá para ver, a vendedora me disse que não tinham aquela peça e que inclusive ela nem tinha chegado a ser colocada nas lojas físicas.

 

Veja que chato, você cria uma expectativa, leva o cliente até a loja e quando ele chega lá, sai frustrado.

 

A menina até tentou me segurar mostrando outros modelos, mas não teve sucesso, porque o que me motivou foi aquela peça, e eu queria exatamente igual ao que vi. Resumo, parei de seguir a loja, afinal o que adianta?

 

Omnichannel, não se sustenta sem estratégia e só estratégia também não é o suficiente, é preciso mudar a cultura da empresa, rever seus valores. A sociedade já está mudando, a geração X já está vivendo em um outro ritmo de consumo, agora imagine e as gerações Y e Z?

 

Os jovens da geração Y, são a geração verdadeiramente globalizada, a tecnologia já acompanhou o seu crescimento, são pessoas que consomem um grande fluxo de informações diariamente, estão sempre em busca de novas tecnologias e principalmente, estão acostumados a ir em busca do que querem, não se satisfazem com qualquer situação.

 

A geração Z, cresce com o uso da internet, essa geração nunca viu o mundo sem computadores e a necessidade extrema de interação e exposição de opinião já fazem parte de seu desenvolvimento. Eles buscam novidades o tempo todo e a vivência de experiências os satisfazem, precisam tocar, sentir, ver, ser surpreendidos.

 

Agora analise, diante desse cenário de novos consumidores, você acha realmente acha que dá para continuar atuante no mercado sem reestruturação interna? Acha que pode enfrentar os novos desafios usando estratégias ultrapassadas ou pior não ter estratégia?

 

Os negócios é que devem acompanhar a forma como a sociedade está se movimentando, porque o consumidor não vai esperar.

 

O novo consumidor quer ser reconhecido pela marca independente do canal, não o faça esperar, não peça para que a história seja repetida, não o obrigue a preencher um cadastro várias vezes. Se perguntar na rede social, esteja preparado para as respostas naquele canal e não mande seu fã responder a mesma coisa em outra plataforma.

 

Sobre essa de perguntar, também aconteceu esses dias no LinkedIn, uma empresa estava fazendo uma pesquisa sobre qual cor de produto lhe agrava mais, que eles iriam fazer uma edição exclusiva da cor mais votada. Vi que uma pessoa respondeu e a empresa pediu que ela respondesse a mesma coisa no site deles. Isso faz sentido para você? Para mim não fez… rsrsrs

 

Facilite as coisas e o trate como uma pessoa única, porque todos somos únicos, certo?

 

A tendência é que o espaço físico não mais seja um lugar de compra, mas de convivência. Uma alternativa para quem quer sair da rotina ver e viver coisas interessantes, interagir com pessoas de interesses comuns, aprender sobre os produtos, e se no final disso você se interessar acaba levando algo para casa. Veja que aqui estamos falando de relacionamento, mais uma vez.

 

Faça eventos que atraia o seu cliente, mostre para ele que há um bom motivo para ele sair de casa e ir até o seu estabelecimento. Elabore alternativas para receber o seu cliente, como quem recebe um convidado em sua casa. Segmente seu portfólio, reserve alguns modelos para comercialização exclusiva na loja física e outros na virtual, por exemplo.

 

Nós agora temos expectativas mais elevadas em relação a conveniência, a agilidade no atendimento e a disponibilidade de produtos e informações. Estamos sensíveis a estímulos.

 

Digo nós, porque todos somos em algum momento consumidores, mas quando estamos do lado do outro lado do balcão nos esquecemos disso. Pense naquilo que você deseja quando está na situação de consumidor: respeito, atenção, interesse, rapidez, e então se concentre nisso na hora de organizar seu negócio.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing Pessoal

E-mail: Pense antes de enviar

O e-mail e os sistemas de mensagens instantâneas sem dúvida alguma, são grandes ferramentas que facilitam muito nossa vida, mas na correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos que esse tipo de comunicação escrita – principalmente no caso do e-mail – não tem o apoio da nossa voz ou ainda da linguagem corporal para a interpretação do destinatário.

 

Por isso, ler e revisar qualquer mensagem antes de enviar, principalmente no escritório ou para o cliente, é fundamental. Afinal o e-mail não deixa de ser um documento para a empresa.

 

Preparei algumas dicas que merecem sua atenção antes de dar o enter:

  1. Se tiver pressa ligue.

Se você tem urgência em saber ou resolver algo a ligação ainda é o tipo de comunicação mais adequado. E-mails e mensagens normalmente caem, digamos, na fila de espera, pois nem sempre a pessoa do outro lado está com disponibilidade de tempo para ler naquele momento.

 

2. Letras maiúsculas dão a impressão de estar gritando.

Todas as letras maiúsculas além de não serem de bom tom, também são mais difíceis de serem lidas, pois consomem em média até 15% a mais de tempo na leitura, isso porque, uma vez que todas as letras ficam semelhantes em altura e largura exige que o cérebro separe as informações.

 

3. As cortesias não tomam tempo e humanizam a mensagem.

“Bom dia”, “Obrigada”, “Tenha um bom final de semana”, “Por favor”.

Ao escrever a mensagem pense como se estivesse frente a frente com a pessoa. Mesmo as pessoas que normalmente são educadas esquecem da importância de tratar a palavra escrita com sensibilidade.

 

4. Menos formalidade não significa que qualquer jeito serve.

Um ou outro erro de digitação é aceitável, mas muitas falhas prejudicam a estrutura do texto. Cuide a pontuação, letras maiúsculas quando necessárias, ortografia, gramática.

 

5. Saiba diferenciar urgente de importante.

Se todos os e-mails estiverem com o alerta de urgência e não forem realmente, seus pedidos perdem a credibilidade. Urgente é para ser executado imediatamente, o importante pode esperar, porém não pode deixar de ser feito.

 

6. Responda no mesmo dia ou no máximo em 24 horas.

Se não conseguir lidar com o conteúdo do e-mail dentro desse prazo, não deixe de responder ao remetente que recebeu a mensagem e que será resolvida em breve.

 

7. Responda a Todos só quando realmente for do interesse de todos.

A menos que as pessoas que receberam o e-mail original precisem saber sua resposta, evite estender sua mensagem, basta responder ao destinatário principal. Afinal esse tipo de prática acaba causando uma desordem na caixa de entrada de todos os outros. O mesmo serve para os grupos no WhatsApp, se o assunto for particular a uma pessoa do grupo, chame-a no privado e não obrigue as outras pessoas lerem conversas paralelas.

 

8. Cuidado com os emotions.

Falar somente com os ícones ao invés de usar as palavras além de ficar difícil de se compreender, pode passar uma impressão de imaturidade e até falta de sinceridade.

 

9. Não circule e-mails com conteúdo difamatório.

Tenha cuidado com o que repassa, piadas de tom ofensivo, palavrões, imagens desagradáveis, podem causar uma má impressão sobre o profissional que você é. Lembre-se muitas vezes levamos anos nos dedicando aos estudos e a nossa carreira, para em dois segundos e um clique perdermos credibilidade por falta de postura.

 

10. A leitura de um e-mail pode ter interpretação inesperada.

Já abordamos esse tema outro dia, comentário publicado nas redes sociais da Class no dia 31 de março. A linguagem pertence 50% a você e 50% a quem recebe. Antes de entrar em uma discussão por mensagens, nada melhor do que pegar o telefone ou ir até a sala da outra pessoa e resolver o assunto com uma conversa que envolva demais tipos de expressões faciais e entonação de voz.

 

Com toda certeza é ótimo para as relações comerciais e pessoais podermos estar conectados o tempo todo e trocando informações de maneira rápida e econômica.

 

A internet rompeu fronteiras, hoje somos ilimitados no tempo e na maneira de nos comunicarmos, porém o uso consciente das ferramentas faz-se necessário para que o compartilhamento de informações no ambiente organizacional seja realmente eficaz.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing de Relacionamento com o Cliente

Relacionamento ou produto, o que você compra?

Quando você se está no papel de consumidor como gosta de ser atendido?

Com tanta gente vendendo as mesmas coisas, com mínimas variações de preço, que experiências fazem com que você escolha determinada empresa para deixar o seu dinheiro?

 

A compra de determinado produto ou serviço não ocorre apenas em razão de suas funcionalidades objetivas, mas por seu significado, aquisição de algo, mesmo que seja um café, envolve sentimentos, sensações, percepções, ou seja,  envolve relacionamento.

 

Isso porque, está cada vez maior a necessidade de pessoas que se coloquem no lugar de cada um dos clientes que atende ao longo do dia de trabalho. Muito mais que ser um agente auxiliar da compra, os clientes precisam de pessoas que atendam pessoas, que cativem a ponto de ele sentir que não pode obter a solução do seu problema em nenhum outro lugar.

 

Por trás de cada busca há uma necessidade que será sanada, o consumidor que está em busca de um travesseiro, está em busca de uma boa noite sono. Aquele que deseja uma bicicleta, quer lazer ou um bom meio de transporte. Quem compra um café, quer sabor, aroma, boas sensações. Quem oferta é mais um produto que saiu, mas quem adquiriu viveu uma experiência ou vai viver.

 

 

Enquanto sociedade de consumo, passamos da fase do qualquer coisa serve, principalmente aqui no Brasil, país onde pagamos caro por tudo que é consumido e normalmente somos tão mal atendidos, vivemos uma era que busca qualidade e valor agregado ao consumo. Queremos ter uma identidade única e ser envolvidos pela marca, algo como acontece nas cidades pequenas, onde todos se conhecem e normalmente quem é comerciante sabe o que oferecer, sem ser pego por dúvidas, para cada cliente que entra na sua loja. Pessoas que tempo para conversar e escutar umas as outras.

 

Certamente que a realidade das grandes cidades é outra, tendo em vista o ritmo de vida mais corrido, com mais clientes, mas isso não é desculpa, pois agora temos a tecnologia a nosso favor e bem poucos fazem o uso inteligente de tamanho potencial. Muitos vêem a internet como um inimigo, outros como um lazer, mas aproveite as redes sociais para se aproximar da sua audiência: investigue seus gostos, sua forma de gastar o dinheiro, reúna informações estratégicas sobre seu público-alvo.

 

Agregue valor na vida do seu cliente, invista na consolidação da sua marca, gere conteúdo relevante, mostre que você é muito bom no que faz e que sabe o que está oferecendo. Seja a solução para o problema e uma autoridade no mercado.

 

O Marketing de Relacionamento aproxima o cliente da empresa, pois o seu foco não é correr atrás de novos compradores todos os dias, mas sim fazer com que os já existentes voltem e recomendem. Philip Kotler, já disse:

 

“Conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo.”

 

A guerra por atenção e preço custam mais caro e são menos eficientes, as empresas investem pesado em comunicação, descontos, campanhas publicitárias, usam diversas estratégias para atrair um cliente para dentro do seu negócio, mas poucos conseguem criar laços que fortalecem a relação. Marketing de Relacionamento não uma perspectiva para ação de curto prazo, muito pelo contrário, seu objetivo é criar uma relação contínua, é manter uma troca entre dar o acolhimento e receber de volta a satisfação total do cliente. É torna-lo seu fã.

 

O cliente quer atenção, quer se sentir acolhido e ser entendido. Escute-o, saiba reconhecer de fato as suas necessidades, não empurre o que está barato, o que tem disponível, aja sinceramente, atenda no tempo dele e não no seu, atendimento personalizado não significa apenas saber o nome do cliente, o principal é conhecer o seu perfil.

 

Produtos muitos tem igual, mas segurança, soluções, agilidade, prestatividade, só os que realmente se dedicam terão.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Marketing Pessoal

Conheça e Respeite – 7 Princípios para uma vida melhor

A meta universal: Qualidade de Vida. Todos lutamos por isso, todos os dias, mesmo quando para isso estamos nos matando de trabalhar. Embora os tempos sejam modernos, isso me lembra uma frase cantada por Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. A música Como Nossos Pais foi composta por Belchior na década de 1970, ou seja, tudo mudou de lá para cá…#sqn, quase tudo, pois o objetivo continua sendo o mesmo, gozar de dias melhores. A diferença está no tempo desse gozo, nós queremos viver bem agora, eles, nossos pais, pensavam no futuro, na aposentadoria.

 

O que não nos damos conta é que os dias melhores, podem ser todos os dias e que podemos ter isso ainda dentro do ambiente de trabalho. Como? Mudando nossas atitudes. Deixando de ser egoístas e pensando como sociedade (que de fato somos). Analisando mais e julgando menos.

 

Para ajudar nesse processo de reflexão aqui vai uma lista com 7 passos para uma vida melhor, no aqui e no agora, tempo presente e não para o futuro.

 

1 – Se queixe menos e agradeça mais:

O normal do nosso dia-a-dia é passarmos reclamando de tudo, o tempo todo. Se está calor, detesta o verão. Se esfria, exclama “nossa que frio é esse”? Se está chovendo, odeia a chuva, só não se dá conta que se não chover, temos estiagem que não é boa para agricultura, logo não é bom para o nosso bolso também.

Enfim, deixamos qualquer situação que fuja de nosso controle nos chatear. Mas já parou para pensar quais são os reais problemas que você enfrenta? O que de fato merece que você se chateie? Olhar em volta é muito importante para se dar conta de que adversidades na verdade não são problemas, elas fazem parte do nosso cotidiano e reclamar também não soluciona nada, pelo contrário, piora, pois você ainda atrai energia negativa para o seu entorno.

 

2 – Tenha mais compaixão, todo mundo tem uma história:

Temos dias bons e ruins, isso é fato. Está na bíblia, escrita há mais de 2000 anos atrás: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. E essa regra vale para todos nós, por isso antes de julgar alguém pelo mal humor ou pela cara de tristeza, pense que todos nós vivenciamos momentos em que tudo parecia não ter solução e que essa pessoa pode estar passando por algo assim nesse momento. Então ao invés de estragar o seu dia por isso, procure ajudá-la de alguma forma, nós nunca sabemos pelo que o outro está passando.

Se você precisa de uma gentileza, talvez aquela outra pessoa também precise. Seja mais humano e tenha compaixão com o próximo, um sorriso, um abraço e uma prece sempre ajudam, somos responsáveis uns para com os outros, pois nossas atitudes podem melhorar ou piorar o dia de alguém.

 

 

3 – Toda história tem dois lados:

Aí está uma das maiores verdades sobre a vida, qualquer história possui pelo menos 2 versões, dependendo pode ser até mais. Por isso sempre antes de apontar o dedo para alguém, procure ouvir e entender as partes envolvidas no processo e o melhor, coloque-se no lugar do outro. Afinal tudo parece fácil quando não é conosco.

 

 

4 – A sociedade tem espaço para todos:

Respeite e valorize todas as profissões, para que tudo funcione bem todas as profissões são fundamentais. Já pensou ficar sem os coletores de lixo? E quando os motoristas de ônibus fazem greve? As cidades viram no caos. O que seriam dos médicos sem os enfermeiros? O que seria dos cantores sem os técnicos de aparelhagem? Nada! Ou tudo, pois teríamos que abraçar as mais variadas funções em nosso ofício. Fizemos parte de uma grande corrente onde uns são o elo dos outros, tudo depende da sua visão sobre a obra. Não menospreze o trabalho de ninguém, todo o ofício tem suas dificuldades, facilidades e merecimentos.

 

 

5 – Melhor e pior são relativos:

Não é possível definir as melhores ou piores coisas apenas pelo gosto pessoal. O que é bom para uma pessoa, nem sempre é boa para outra. Dizer por exemplo: “Que roupa feia, quem teria coragem de usar?”, ou, “esse programa é horrível, ninguém assiste”, quase sempre é um equívoco e sempre antes de se posicionar dessa forma tenha cuidado, pois pode acabar magoando outra pessoa e ainda se colocando numa situação desconcertante. Observe antes de criticar. Afinal, você não gosta, mas se as coisas estão ali disponíveis para serem comercializadas é porque alguém compra.

 

 

6 – Elogie mais:

Elogie o menor progresso e todo progresso. Somos movidos a incentivo, todos nós necessitamos de valorização e reconhecimento para evoluirmos em nossas tarefas, veja até mesmo os animais são treinados com agrados, no caso afagos e comida. E por que ainda vemos gestores aplicando o método contrário, censura e condenação, temos a tendência de enxergar apenas as coisas negativas, mas como disse acima, todos temos nossos dias bons e ruins, então vamos aproveitar os dias bons em que as pessoas realizaram bem suas funções para exaltá-las. É fato que a partir de incentivos passamos a nos dedicar mais, já a indiferença passa a ser tratada na mesma moeda.

 

 

7 – Saiba do que está falando:

Sabe aquele jargão “Só abro a boca quando tenho certeza”, pois é, ele surgiu num quadro humorístico da televisão mas deve ser aplicado diariamente por nós. Com o bum de informações que a internet nos trouxe, hoje todos nós achamos que sabemos de tudo e que em tudo podemos opinar, principalmente nas redes sociais, mas tenha cuidado principalmente no ambiente digital, onde tudo fica gravado. Se posicionar exige que você conheça o assunto a fundo para não se comprometer e queimar o seu filme. Também evite julgamentos apenas pela aparência ou por uma fofoca, já dissemos, você não sabe o que se passa na vida da outra pessoa, controle seus impulsos. Opinar sobre um livro que você leu apenas a primeira página é opinar por algo que você desconhece.

 

Encerro dizendo que essas ações são para serem praticadas hoje, mas diferente da aposentadoria, você vai gozá-las agora e também no futuro, pois tudo que semeamos colhemos. Não espere plantar cactos e receber girassóis.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Pense em que momentos do seu dia você entra nas redes sociais. E com que finalidade você acessa essas mídias? Você entra no Facebook planejando comprar um sofá, imóvel, carro, ou qualquer outro produto? Mas quantas vezes já comprou algo porque viu inicialmente na rede social?

Pois é, esses são os questionamentos que você deve se fazer antes de expor os seus produtos na rede social, é um lugar onde queremos ver pessoas, imagens bacanas e principalmente se informar e não receber um panfleto eletrônico, já falamos sobre a importância do conteúdo nos artigos 3 e 4. Elas são sem dúvidas um excelente canal de comunicação e distribuição, mas essa é uma ferramenta de descoberta.

 

Dica: crie o interesse, leve o cliente para o seu site e a partir disso então trabalhe-o para virar em venda.

 

A rede social também é uma grande fonte de pesquisa, a moeda de troca do Facebook são seus dados, ali estão publicadas profissões, interesses, gostos, hábitos, locais de trabalho, idade, gênero e uma diversidade de outras informações que você pode explorar na hora de fazer um anúncio. Saiba que os anúncios no Facebook, por exemplo podem ser direcionados para o público que realmente tem potencial para consumir o que você comercializa, com a ferramenta gerenciador de anúncios você segmenta suas campanhas e o próprio Facebook trabalha correndo atrás de rastrear as pessoas que já demonstraram interesses no que você selecionou.

 

Leve informação para as pessoas, use as histórias dos próprios clientes

 

Todos gostam de se ver sendo notícia, normalmente esse tipo de experiência tem 80% de chance de viralizar. Tenha regularidade nas postagens, nutra seu público com postagens diárias ou pelo menos semanais, mas postagens com relevância, por isso se não tiver tempo, invista num social media.

Ajude seu público-alvo entender porque é importante ele ter o seu produto, não simplesmente venda. Gaste 80% do seu tempo pesquisando e ouvindo, e apenas 20% falando, esteja atento ao que seu público está comunicando nas interações.

O processo de venda hoje em dia é mais suado, ao contrário do que as pessoas achavam quando a internet passou a ser um buscador de informações e os vendedores apenas “tiravam o pedido”. Agora as pessoas pesquisam e quando vão até a loja física, por exemplo querem o algo a mais, o mesmo ocorre no E-commerce, antes de clicar e efetuar a compra, busca-se referências e estar com sua fanpage em alta transmite a imagem de empresa confiável.

 

Faça menos promoção e fechamento, e passe a ouvir mais, diagnosticar e prescrever.

 

Todos os dias bilhões de usuários ativos seguem marcas e tomam decisões de compra baseando-se nas informações que as empresas compartilham nas mídias sociais, então aja, ajude-os a tomar as decisões certas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Como vimos no inside 3 o conteúdo se tornou a peça chave do marketing na internet, diferente da publicidade e da propaganda, o papel do conteúdo nas mídias sociais, é suprir necessidades já existentes e trabalhar informações sobre os seus produtos ou serviços, servindo como uma referência para o consumidor.

Mas para que ele atinja um nível de interesse e seja valorizado a ponto de ser engajador, a produção desse conteúdo dever ser atrativa e de relevância. Deve-se produzir informações que correspondam as expectativas de quem chega até você, no post do dia 27 de outubro de 2016 falei sobre os cuidados que você deve ter com sua imagem nas redes sociais e aqui vamos estender esse assunto, mas com referência ao seu conteúdo.

 

As mensagens que você transmitir precisam ter credibilidade

 

Siga uma linha editorial, ou seja, sua empresa na rede social deve ser a mesma na loja física, o mesmo tipo de atendimento, agilidade, apresentação. O alinhamento do conteúdo dá suporte a seus objetivos, e serve como um combustível para que ele represente os atributos da marca.

O que serve novamente o alerta de que estar na internet é sério e profissional, é trabalho para ser pensado todos os dias, com planejamento de campanhas e medições de suas ações. É um trabalho mais longo, porém como estamos falando de relacionamento, muito mais poderoso.

 

Dedique-se para o seu negócio ou se não tiver esse tempo contrate um social media.

Invista, mas não caia na ilusão de que a gestão de uma marca pode ser feita pelo adolescente que está de bobeira e que sabe brincar com Facebook.

Gerir uma imagem requer pesquisa, planejamento, produção de conteúdo relevante, aplicação de palavras e imagens corretamente, e avaliação de resultados. Sua marca transmite um conceito, seus valores e é em busca disso que os clientes estão. Pesquisas feitas pela US Media Consulting apontam que um usuário de internet curte uma página em busca de:

1.   Aprender mais sobre as marcas

2.   Ter acesso a conteúdo exclusivo

3.   Receber atualizações sobre produtos

4.   Receber descontos e saber das promoções

5.   Mostrar aos amigos as marcas de sua preferência

Essa mesma pesquisa diz que 49% dos brasileiros numa decisão de consumo são influenciados pela reputação de uma marca, então esteja atento não é porque alguém passa horas no Facebook ou Instagram que essa pessoa saiba utilizar como uma ferramenta de venda.

 

Sua imagem, seu patrimônio

 

Lembre-se, uma marca bem construída é seu primeiro patrimônio no mundo dos negócios, seja uma empresa ou um profissional liberal que trabalha com a própria imagem, sua reputação pode valer ouro.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Social CRM

Porque você deve gerar conteúdo na rede

No post eu dei insights agora vamos a fundo no tema?

    O principal objetivo da geração de conteúdo na internet

Uma das melhores maneiras de divulgar sua marca e filtrar seu público-alvo é gerando conteúdo na internet, e ter essa presença é fundamental para se manter no mercado atualmente, afinal hoje todos nós já temos por hábito pesquisar antes de consumir, seja um produto ou uma prestação de serviço, queremos chegar no estabelecimento sabendo como tudo funciona. Nossa curiosidade nos leva a querer saber sobre os benefícios que aquele consumo vai nos trazer, se a experiência dos demais usuários foi satisfatória, como funciona, se deu problema com alguém. Enfim, buscamos a reputação do bem ofertado e a fonte de busca obviamente está na internet, esse é o grande poder dessa ferramenta: a disseminação de conhecimento.

O conteúdo gera visitas no seu site, cliques na sua página, te ajuda a fidelizar clientes e pode motivar a comentários que incentivam a disseminação da sua postagem, mas esse conteúdo deve ter relevância e deve estar de acordo com o interesse de quem busca.

Boas postagens nos instigam a querer fazer negócios e mesmo se nunca fomos clientes de determinados estabelecimentos, resolvemos experimentar, porque as pessoas buscam viver experiências que deixam impressões positivas ou que já deram certo para outras. Por isso conteúdos bem embasados, com boa qualidade visual ou ainda gerados por pessoas que tem um bom número de seguidores tendem a dar tão certo, pois na guerra pela nossa atenção ganha quem provar que realmente é bom naquilo que oferece. 

                   Sites e blogs no ar com força total

Os sites até não muito tempo atrás estavam fadados a extinção, porque era uma ferramenta estática, organizada só quando colocada no ar e nunca mais mexida. Hoje a maioria das plataformas de hospedagens de domínios nos permitem fazer o gerenciamento de maneira mais simplificada e a possibilidade de gerar conteúdos através dos blogs nos ajuda a atrair visitantes, um recurso que considero de enorme relevância. Apesar dos vídeos serem os queridinhos e claro, muitas vezes otimizarem nosso tempo, não se pode esquecer de que as plataformas de vídeos não são nossas, ou seja, nos são “emprestadas” para hospedarmos nosso conteúdo.

Atualmente nossa única garantia de casa própria digital é o site, pois as redes sociais também são plataformas de aluguel de conteúdo, podemos não pagar com dinheiro para estarmos ali, mas pagamos com nossos dados e infinitas informações que valem muito dinheiro no mercado de ações e onde há instabilidade pode haver extinção.

Já pensou você passar horas, dias de vida criando conteúdos maravilhosos e por algum motivo perder tudo porque a rede social foi tirada do ar?

E como os clientes irão de achar?

Pois então, por motivos como esses hospedar 100% do conteúdo da sua marca numa única rede social é muito arriscado, outro ponto que merece reflexão é o fato de que nas redes sociais os conteúdos perecem muito rápido, ou seja, se seu material tiver um ótimo engajamento o algoritmo vai rodar de forma orgânica durante 24 a 48 horas, mas se ele entender que seu conteúdo não está sendo relevante, em poucos minutos o que você produziu vai ficando cada vez mais para trás. Claro que só o site no ar sem divulgação até mesmo nas redes sociais não anda sozinho, precisamos de ambos, mas no site você consegue colocar as informações mais relevantes a respeito da sua marca, ali deve estar sintetizada a essência do seu negócio.

Outra vantagem é que o site é nosso endereço fixo na rede, a internet vem modificando muitas coisas na nossa maneira de trabalhar e a questão de otimizar custos com pontos comerciais é uma delas, por isso nesses casos de profissionais que atuam de forma volante o site é de suma importância, primeiro porque ele ajuda a gerar credibilidade e segundo, você pode ser encontrado em qualquer lugar do mundo.

Ao movimentar conteúdos no blog você também demonstra que conhece a fundo aquilo que comercializa e tem a chance de indexar boas posições nos buscadores da internet. Quanto mais as pessoas entram nele, maior a probabilidade de ganhar espaço nas primeiras linhas de busca do navegador, principalmente se o seu nicho de mercado não costuma investir em anúncios para indexação de busca, logo quanto mais na frente você estiver quando alguém buscar por algo que tenha haver com seu produto ou serviço, mais chance de você ser clicado antes do seu concorrente.

Buscadores como o Google, por exemplo, trazem nas quatro primeiras colocações os anunciantes, na sequencia os sites de alcance orgânico, então quanto mais visitantes no seu site, mais cresce a oportunidade de você estar bem posicionado na lista, essa é a regra.

Estar na internet é para todos, porém nem todos estarão na vitrine se não investirem em conteúdo.

Sou Flavia Machado Okuyama e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.

Social CRM

Top 5 – Marketing de Relacionamento nas redes sociais

Somos, 108 milhões de pessoas acessando o Facebook por mês, e vejam bem, não somos meros espectadores, somos milhões de participantes ativos com possibilidade praticar de algum tipo de ação.

As redes sociais nasceram com o propósito de aproximar pessoas e deu tão certo que hoje somos ligados uns aos outros numa grande teia digital, tanto que cada vez que alguém novo lhe adiciona na lista de contatos aparecem pelo menos dois ou três amigos em comum que nem imaginávamos. Tem aqueles que passam por nós na rua nem nos cumprimentam, mas querem amizade virtual… (risos).

Em meio a essa dinâmica, o like já o suficiente para acontecer uma interação, e gerar aquele sentimento de pertencimento, participação. Por esse motivo que os modelos tradicionais de comunicação estão perdendo a importância.

Com tamanha revolução no meio das comunicações, analistas já apontam para o quinto P no tradicional mix de marketing, agora além de produto, preço, praça e promoção, agregamos o marketing de participação. Que atende essa demanda gerada pelo relacionamento e compartilhamento de informações, e o foco dessa participação é o relacionamento com o cliente.

A principal atração de todo esse público dentro das redes sociais é com toda a certeza a geração de conteúdo, o usuário da internet busca informação para ler, consumir, compartilhar e discutir, por isso vamos aprofundar esse tema amanhã no insight 3. O importante é ressaltar que não devemos nos limitar a responder apenas comentários ou apresentar produtos, mas devemos abrir espaço para novas discussões, esse é o caminho que levará sua página a ter mais relevância.

Nas interações vale a ressaltar o comportamento que a empresa deve adotar ao responder os comentários. Tenha cuidado e não leve para o lado pessoal as críticas negativas, antes de responder lembre-se de que você está visível para milhões de pessoas e que mesmo que seja editável ou ainda possível excluir um post, um pequeno deslize pode se tornar uma grande dor de cabeça e comprometer todo o seu trabalho dentro e fora do ambiente digital.

Se tiver um social media cuidando de sua fanpage e você mesmo, dono do estabelecimento atende seu público na loja física, converse com ele e tente passar o máximo possível do seu modo de atendimento, para que o social media transmita essa ideia de proximidade, nesses casos, recomendo que você mesmo tente responder, mesmo que seja através de um terceirizado, mas o importante é ficar a sua maneira.

Cuide também para não dar respostas robóticas ou iguais sempre, dirija-se as pessoas pelo nome e mesmo que seja uma questão que aparece com frequência em sua timeline procure não ser impessoal, trate cada caso de maneira única, afinal apesar da distância a internet aproxima, e somos pessoas falando com pessoas.

 

Sou Flavia Machado Okuyama, e trabalho com Marketing de Relacionamento com o Cliente, porque acredito que as relações humanas são a peça fundamental para melhores negócios. 

Gestora da Class Marketing, uma empresa que ajuda marcas a fazerem a diferença na vida das pessoas.

Quer receber meus conteúdos? Clique aqui e não perca as novidades.